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📰 Jornal do Produtor Rural — MT Quarta-feira, 3 de Junho de 2026 138 notícias acumuladas
138 notícias
🟢 Hoje — Quarta-feira, 3 de Junho de 2026
Política📅 03/06/2026 · 04h31

Mato Grosso pressiona por agilidade na liberação de crédito rural e investimentos em logística

Representantes do agronegócio de Mato Grosso intensificam negociações em Brasília para acelerar a liberação de crédito rural para a safra 2026/27 e para destravar investimentos em infraestrutura logística.

Lideranças do agronegócio mato-grossense estão em Brasília esta semana para uma série de reuniões com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e outras pastas, buscando agilizar a liberação de recursos para o Plano Safra 2026/27 e destravar investimentos cruciais em infraestrutura logística. A principal demanda é por um volume de crédito que atenda às necessidades de custeio e investimento dos produtores, com taxas de juros competitivas.

Um dos pontos de pauta prioritários é a liberação de R$ 500 milhões adicionais para linhas de crédito de investimento em armazenagem e irrigação, consideradas essenciais para o aumento da produtividade e a redução das perdas pós-colheita no estado. Segundo a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (SEDEC-MT), o déficit de armazenagem no estado ainda é um desafio significativo, estimado em mais de 20 milhões de toneladas, impactando diretamente a rentabilidade dos produtores.

Outro tema central nas discussões é a necessidade de aceleração das obras de infraestrutura, especialmente a pavimentação de rodovias estaduais e federais que cortam as regiões produtoras, além da expansão da malha ferroviária. A melhoria da logística é vista como fundamental para reduzir os custos de escoamento da produção e aumentar a competitividade do agronegócio de Mato Grosso no mercado global. As lideranças esperam um posicionamento favorável do governo federal nos próximos dias.

📌 Fonte: MAPA / SEDEC-MT
Manejo📅 03/06/2026 · 04h31

Manejo integrado de pragas ganha força na cultura do algodão em Campo Verde

Produtores de algodão em Campo Verde estão intensificando a adoção do Manejo Integrado de Pragas (MIP) para otimizar o controle e reduzir o uso de defensivos, visando sustentabilidade e rentabilidade.

Com a colheita do algodão se aproximando de seu pico, produtores de Campo Verde, uma das principais regiões cotonicultoras de Mato Grosso, estão reforçando as estratégias de Manejo Integrado de Pragas (MIP). A prática visa não apenas o controle eficaz de insetos-praga, como o bicudo e a lagarta-da-maçã, mas também a redução da dependência de defensivos químicos, promovendo a sustentabilidade da produção.

O MIP envolve uma série de técnicas, incluindo o monitoramento constante das lavouras para identificação precoce de infestações, o uso de inimigos naturais das pragas, a rotação de culturas e a aplicação de defensivos apenas quando estritamente necessário e de forma localizada. Este ano, a incidência de algumas pragas secundárias foi um pouco maior em certas áreas, o que exigiu um acompanhamento ainda mais rigoroso por parte dos agrônomos e técnicos agrícolas.

Segundo especialistas da Embrapa, a adoção do MIP pode gerar uma economia significativa nos custos de produção, que pode chegar a 15% em defensivos, além de contribuir para a saúde do solo e a biodiversidade. A AMPA tem incentivado a disseminação dessas práticas entre seus associados, oferecendo treinamentos e suporte técnico para que os produtores possam implementar o manejo de forma eficiente e sustentável, garantindo a qualidade da pluma mato-grossense.

📌 Fonte: EMBRAPA / AMPA
Clima📅 03/06/2026 · 04h31

Tempo seco e quente predomina em Mato Grosso, favorecendo colheita mas gerando alerta para incêndios

As condições climáticas em Mato Grosso são marcadas por tempo seco e temperaturas elevadas, ideal para a colheita do milho safrinha e algodão, mas elevando o risco de incêndios rurais.

Mato Grosso continua sob a influência de um período de tempo seco e quente, com poucas chances de chuva nas próximas semanas. Esta condição climática tem sido crucial para o avanço da colheita do milho safrinha e do algodão em diversas regiões do estado, permitindo que as máquinas operem sem interrupções e garantindo a qualidade dos grãos e fibras.

As temperaturas diurnas têm se mantido elevadas, com máximas atingindo 35°C em municípios como Lucas do Rio Verde e Primavera do Leste. A umidade relativa do ar, por sua vez, tem registrado níveis baixos, frequentemente abaixo de 30% no período da tarde. Embora favorável para a secagem natural das lavouras, essa combinação de calor e baixa umidade eleva consideravelmente o risco de incêndios rurais.

O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) emitiu alertas para a população rural, recomendando cautela máxima com queimadas e descarte de cigarros. Órgãos como o Corpo de Bombeiros e o INDEA já intensificaram as campanhas de prevenção e fiscalização. A previsão indica a manutenção desse padrão climático para os próximos 15 dias, o que reforça a necessidade de atenção redobrada por parte dos produtores e da população em geral.

📌 Fonte: INMET
Mercado📅 03/06/2026 · 04h31

Dólar em alta e demanda internacional aquecem mercado de grãos em MT

A valorização do dólar frente ao real e a firme demanda internacional por commodities agrícolas estão impulsionando os preços do milho e da soja em Mato Grosso, beneficiando os produtores.

O mercado de grãos em Mato Grosso experimenta um período de aquecimento, impulsionado por dois fatores principais: a recente valorização do dólar frente ao real e a persistente demanda internacional por commodities agrícolas. Esta combinação tem gerado um cenário favorável para a comercialização do milho safrinha e dos estoques remanescentes de soja da safra 2025/26.

Na última semana, o dólar operou acima de R$ 5,30, patamar que eleva a rentabilidade dos produtores que negociam em moeda estrangeira. Paralelamente, os contratos futuros de milho na Bolsa de Chicago (CBOT) têm mostrado resiliência, refletindo preocupações com a oferta global e a forte demanda da China e de outros importadores. O preço médio do milho no estado, segundo o IMEA, já se aproxima de R$ 60,00 por saca em algumas regiões.

Para a soja, embora a safra principal já esteja colhida e grande parte comercializada, os estoques remanescentes também se beneficiam. Produtores que seguraram parte da produção agora encontram melhores janelas de venda. A Conab projeta que as exportações brasileiras de soja continuarão robustas nos próximos meses, sustentando o patamar de preços e incentivando a liquidação dos estoques. A expectativa é de que este cenário de valorização se mantenha no curto prazo, mas com a necessidade de monitoramento constante das variáveis econômicas globais.

📌 Fonte: IMEA / CONAB
Algodão📅 03/06/2026 · 04h31

Colheita do algodão em Sapezal inicia com otimismo e perspectiva de fibra de alta qualidade

A colheita do algodão 2025/26 teve início em Sapezal, principal polo produtor de Mato Grosso, com expectativas de alta qualidade da fibra e produtividade acima da média histórica.

Os primeiros cotonicultores de Sapezal, município líder na produção de algodão em Mato Grosso, deram início à colheita da safra 2025/26. As máquinas começaram a operar nas lavouras mais adiantadas, e as expectativas iniciais são bastante positivas, tanto em termos de produtividade quanto de qualidade da fibra. A Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (AMPA) projeta uma safra robusta para o estado.

Dados preliminares das fazendas que já colheram indicam uma produtividade média em torno de 300 arrobas de algodão em caroço por hectare, um índice considerado excelente e que supera a média histórica da região. Além da quantidade, a qualidade da fibra é um ponto crucial. Análises iniciais de laboratório apontam para um micronaire e comprimento de fibra dentro dos padrões desejados pelo mercado internacional, o que pode garantir melhores prêmios na comercialização.

O clima seco e quente predominante nas últimas semanas tem sido um fator determinante para o bom andamento da colheita e para a manutenção da qualidade da pluma. Os produtores, no entanto, permanecem atentos às previsões para os próximos dias, buscando otimizar o período de colheita e evitar perdas. A AMPA estima que a colheita ganhará ritmo intenso a partir da segunda quinzena de junho, se estendendo até agosto.

📌 Fonte: AMPA
Milho⭐ Destaque📅 03/06/2026 · 04h31

Colheita do milho safrinha em Mato Grosso atinge 25% com boa produtividade em Campo Novo do Parecis

A colheita do milho safrinha 2025/26 em Mato Grosso avançou para 25% da área total, impulsionada pelo bom tempo. Campo Novo do Parecis se destaca com produtividades médias elevadas, superando as projeções iniciais.

A colheita do milho safrinha 2025/26 em Mato Grosso atingiu 25% da área total plantada até o início desta semana, conforme levantamento do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA). O ritmo acelerado é favorecido pelas condições climáticas secas e ensolaradas, ideais para a entrada das máquinas nas lavouras. A expectativa é que o avanço continue significativo nas próximas semanas, especialmente nas regiões de ciclo mais precoce.

No município de Campo Novo do Parecis, no oeste do estado, os primeiros resultados têm surpreendido positivamente. A produtividade média verificada até o momento está na casa das 110 sacas por hectare, superando as projeções iniciais que giravam em torno de 100 sacas/hectare. A qualidade dos grãos também é um ponto de destaque, com umidade controlada e bom peso específico, o que favorece a comercialização e o armazenamento.

No entanto, em algumas áreas do nordeste do estado, o cenário é de maior cautela. Produtores de Querência e Canarana relatam produtividades um pouco abaixo da média estadual, reflexo de um veranico mais prolongado em fases cruciais do desenvolvimento da cultura. Apesar disso, a média geral do estado ainda é considerada satisfatória, consolidando a importância do milho safrinha para a economia mato-grossense.

📌 Fonte: IMEA
Soja📅 03/06/2026 · 04h31

Produtores de Sorriso antecipam planejamento para safra 2026/27 de soja

Com a safra 2025/26 de soja já consolidada e a comercialização avançando, produtores de Sorriso e região começam a focar no planejamento da próxima temporada, buscando otimização de custos e estratégias de mercado.

Apesar do calendário agrícola ainda apontar para a colheita do milho safrinha, a mente dos produtores de soja de Sorriso, no médio-norte de Mato Grosso, já está voltada para a safra 2026/27. Com 98% da safra 2025/26 já comercializada e uma produtividade média que superou as expectativas iniciais, atingindo 63 sacas por hectare, o foco agora é a aquisição de insumos e a definição das variedades para o próximo ciclo.

Segundo dados da Aprosoja-MT, a antecipação no planejamento é uma resposta à volatilidade dos preços dos fertilizantes e defensivos, além da busca por melhores condições de pagamento. Muitos produtores já garantiram parte dos insumos para a safra vindoura, aproveitando janelas de preços mais atrativos e a desvalorização do dólar frente ao real observada no primeiro trimestre do ano.

O presidente do Sindicato Rural de Sorriso, em entrevista recente, destacou a importância de um planejamento estratégico robusto. "Não podemos esperar a última hora. A gestão de custos é crucial para manter a rentabilidade, especialmente diante de um cenário de margens apertadas. Estamos orientando os associados a avaliarem cuidadosamente as opções de crédito e a diversificarem suas estratégias de mercado para a próxima safra", afirmou.

📌 Fonte: Aprosoja-MT
Terça-feira, 2 de Junho de 2026
Política📅 02/06/2026 · 04h31

Governo de MT Anuncia Linhas de Crédito para Armazenagem e Infraestrutura Logística

Em resposta aos gargalos logísticos e de armazenagem, o Governo de Mato Grosso lança novas linhas de crédito e incentivos para a construção de silos e melhoria de estradas vicinais.

Reconhecendo os desafios persistentes de armazenagem e infraestrutura logística no agronegócio mato-grossense, o Governo do Estado, em parceria com bancos de fomento e instituições financeiras, anunciou um pacote de novas linhas de crédito e incentivos. O objetivo é estimular investimentos na construção e ampliação de silos, armazéns e na melhoria das estradas vicinais, essenciais para o escoamento da produção agrícola.

As linhas de crédito, com taxas de juros subsidiadas e prazos alongados, serão destinadas a produtores rurais, cooperativas e empresas do setor que desejam investir em infraestrutura de armazenagem, especialmente para grãos. A iniciativa visa mitigar o problema do déficit de armazenagem, que atualmente força muitos produtores a venderem sua safra em momentos de baixa, além de otimizar o fluxo de grãos durante os picos de colheita.

Além do apoio financeiro, o governo também prometeu acelerar projetos de pavimentação e manutenção de estradas não pavimentadas em regiões estratégicas de produção, como o Médio-Norte e o Vale do Araguaia. A Aprosoja-MT e a AMPA celebraram a medida, destacando que a melhoria da infraestrutura é fundamental para a competitividade do agronegócio de Mato Grosso e para a redução dos custos de frete, beneficiando toda a cadeia produtiva.

📌 Fonte: Governo de Mato Grosso e Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (SEDEC-MT)
Manejo📅 02/06/2026 · 04h31

Manejo Pós-Colheita do Algodão Exige Atenção Redobrada para Evitar Perdas e Garantir Qualidade

Com o início da colheita do algodão, o manejo pós-colheita torna-se crucial para preservar a qualidade da fibra e otimizar a rentabilidade dos cotonicultores mato-grossenses.

À medida que as colheitadeiras avançam pelas lavouras de algodão em Mato Grosso, o foco dos produtores se volta para o manejo pós-colheita, uma etapa decisiva para a manutenção da qualidade da fibra. Especialistas da Embrapa e da AMPA ressaltam a importância de práticas como a correta regulagem das máquinas, o transporte adequado da pluma e o armazenamento temporário em condições ideais, antes do beneficiamento nas algodoeiras.

A umidade da pluma no momento da colheita é um fator crítico. Colher com umidade excessiva pode levar à proliferação de microrganismos e ao amarelamento da fibra, enquanto a colheita com pluma muito seca aumenta a quebra de fibras e a presença de impurezas. O uso de desfolhantes e maturadores no momento correto é fundamental para uniformizar a abertura dos capulhos e garantir a umidade ideal para a colheita mecânica.

Além disso, a limpeza e manutenção dos equipamentos de colheita e transporte são essenciais para evitar a contaminação da pluma com resíduos de outras culturas ou sujeira, o que poderia desvalorizar o produto final. O investimento em treinamento de equipes e a adoção de tecnologias de monitoramento da qualidade da fibra no campo são estratégias que vêm sendo adotadas pelos cotonicultores mais tecnificados para maximizar a rentabilidade.

📌 Fonte: Embrapa e AMPA
Clima📅 02/06/2026 · 04h31

Previsão do Tempo Indica Semanas Secas e Quentes, Favoráveis à Colheita em MT

As condições climáticas em Mato Grosso devem permanecer estáveis nas próximas semanas, com predomínio de tempo seco e temperaturas elevadas, ideal para a colheita do milho e algodão.

As previsões meteorológicas para as próximas duas a três semanas em Mato Grosso indicam um cenário de tempo predominantemente seco, com baixa probabilidade de chuvas significativas em grande parte do estado. Essa condição é altamente favorável para o avanço da colheita do milho safrinha e do algodão, culturas que exigem tempo firme para garantir a qualidade dos grãos e da fibra.

As temperaturas, por sua vez, devem permanecer elevadas, com máximas diárias superando os 32°C em muitas regiões, especialmente no norte e médio-norte. Embora o calor intenso possa aumentar a evapotranspiração, a ausência de chuvas é o fator mais crítico para a fase atual da safra, permitindo que as máquinas operem sem interrupções e que os grãos sequem naturalmente no campo, reduzindo custos com secagem artificial.

Apesar do cenário positivo para a colheita, a ausência prolongada de chuvas já começa a acender um alerta para a umidade do solo em áreas que tradicionalmente mantêm alguma reserva para culturas de inverno ou pastagens. Produtores de gado e aqueles que planejam culturas de cobertura para a entressafra devem monitorar a situação, mas para as culturas principais em colheita, o clima se mostra um aliado.

📌 Fonte: ClimaTempo e Embrapa Agrossilvipastoril
Mercado📅 02/06/2026 · 04h31

Preços do Milho em Queda Pressionam Produtor em Mato Grosso

A entrada da colheita do milho safrinha e a expectativa de safra cheia no Brasil e nos EUA pressionam as cotações do cereal em Mato Grosso, gerando cautela entre os produtores.

Os preços do milho em Mato Grosso têm registrado quedas significativas nas últimas semanas, um movimento já esperado com o avanço da colheita da safrinha no estado. As cotações da saca de 60 kg, que chegaram a patamares de R$ 58-60 em meados de maio, agora oscilam entre R$ 52 e R$ 55 em importantes praças como Rondonópolis e Campo Verde. A pressão vem tanto da oferta interna, com o aumento da disponibilidade do grão, quanto das projeções de uma safra robusta nos Estados Unidos, que impactam o mercado internacional.

A valorização do dólar frente ao real tem oferecido algum alívio para as exportações, mas não o suficiente para reverter a tendência de baixa imposta pela grande oferta. Muitos produtores, que já haviam comercializado parte da safra de forma antecipada, agora avaliam a melhor estratégia para o restante da produção, ponderando entre a venda imediata para liberar armazéns e a espera por uma possível recuperação dos preços no segundo semestre.

Analistas de mercado do IMEA sugerem que a volatilidade deve persistir. Acompanhar de perto os relatórios de safra dos EUA, a demanda chinesa e os custos de frete será crucial para a tomada de decisão. A expectativa é que, com o avanço da colheita e a necessidade de escoamento, os preços possam encontrar um piso, mas uma recuperação significativa dependerá de fatores externos e da demanda interna por ração animal.

📌 Fonte: IMEA
Algodão📅 02/06/2026 · 04h31

Colheita do Algodão Tem Início Promissor em Campo Novo do Parecis, Qualidade Acima da Média

A colheita do algodão em Mato Grosso começou em Campo Novo do Parecis, com expectativas de fibra de alta qualidade e rendimentos iniciais animadores.

A safra de algodão 2025/26 de Mato Grosso iniciou oficialmente sua colheita em algumas fazendas pioneiras de Campo Novo do Parecis, uma das regiões de maior destaque na cotonicultura do estado. Os primeiros trabalhos de campo, que começaram de forma pontual na última semana de maio, ganham ritmo agora em junho. Técnicos da AMPA (Associação Mato-Grossense dos Produtores de Algodão) acompanham de perto, reportando um início promissor.

As primeiras amostras de fibra coletadas indicam uma qualidade superior à média histórica, com comprimento de fibra (staple) e resistência dentro dos padrões mais exigentes do mercado internacional. As condições climáticas recentes, caracterizadas por dias ensolarados e temperaturas amenas, foram ideais para a maturação da planta, favorecendo a abertura dos capulhos e a preservação da qualidade da pluma.

A expectativa para a safra 2025/26 é de uma produção total de 2,2 milhões de toneladas de pluma, em uma área plantada de aproximadamente 1,3 milhão de hectares. Os desafios logísticos e os custos de produção permanecem no radar dos cotonicultores, que buscam otimizar cada etapa da colheita e beneficiamento para garantir a rentabilidade da safra.

📌 Fonte: AMPA
Soja📅 02/06/2026 · 04h31

Armazenagem de Soja: Desafio Persiste com Entrada do Milho Safrinha

Estoques de soja da safra anterior ainda ocupam parte da capacidade de armazenagem em MT, gerando preocupação com a chegada do milho safrinha.

Mesmo com a safra de soja 2025/26 já concluída há alguns meses, o desafio da armazenagem persiste em Mato Grosso, especialmente em regiões onde a comercialização da oleaginosa foi mais lenta. Estima-se que cerca de 15% da produção de soja ainda aguarda escoamento ou está estocada em propriedades rurais e cooperativas, ocupando um espaço vital que agora seria destinado ao milho safrinha.

A situação é particularmente crítica em municípios como Nova Mutum e Tapurah, onde a capacidade estática de armazenagem se mostra insuficiente para a demanda combinada das duas principais culturas. Produtores que optaram por segurar a soja na expectativa de melhores preços agora enfrentam a pressão de liberar espaço para a colheita do milho, que avança rapidamente e exige infraestrutura adequada para evitar perdas pós-colheita.

Especialistas do setor apontam para a necessidade contínua de investimentos em infraestrutura de armazenagem no estado. A falta de silos adequados não apenas compromete a qualidade dos grãos, mas também força os produtores a venderem em momentos desfavoráveis, impactando diretamente a rentabilidade. A discussão sobre a expansão da capacidade de armazenagem é pauta constante entre as entidades do agronegócio e o governo estadual.

📌 Fonte: Sindicatos Rurais e Cooperativas de MT
Milho⭐ Destaque📅 02/06/2026 · 04h31

Colheita do Milho Safrinha Acelera em MT com Produtividade Variável; Logística Sob Alerta

A colheita do milho safrinha em Mato Grosso alcançou 25% da área total, com produtividades oscilando entre 90 e 110 sacas/hectare, e o escoamento da safra já preocupa os produtores.

O ritmo da colheita do milho safrinha em Mato Grosso intensificou-se na última semana, atingindo aproximadamente 25% da área total estimada em 7,2 milhões de hectares. Os primeiros dados de campo, coletados em regiões como Sorriso e Lucas do Rio Verde, indicam uma produtividade média que varia significativamente, com alguns talhões superando as 110 sacas por hectare, enquanto outros, mais afetados por veranicos em abril, registram médias próximas a 90 sacas/hectare. A expectativa do IMEA é de que a média estadual se estabilize em torno de 102 sacas/hectare, ligeiramente abaixo das projeções iniciais.

A qualidade dos grãos colhidos até o momento tem sido satisfatória, com baixos índices de umidade e boa sanidade, um reflexo do tempo seco predominante nas últimas semanas. Contudo, a preocupação dos produtores agora se volta para a capacidade de armazenamento e a logística de escoamento. Com a safra de soja já ocupando parte dos armazéns e a entrada massiva do milho, a demanda por fretes e a disponibilidade de silos se tornam pontos críticos.

Analistas do setor alertam para o potencial gargalo logístico, especialmente nas regiões norte e médio-norte do estado, onde a concentração da produção é maior. A Aprosoja-MT tem dialogado com as transportadoras e cooperativas para buscar soluções que minimizem os impactos nos custos de frete e no tempo de espera para descarga, visando garantir que o milho chegue aos portos e mercados consumidores de forma eficiente.

📌 Fonte: IMEA e Aprosoja-MT
Segunda-feira, 1 de Junho de 2026
Política📅 01/06/2026 · 04h31

Governo de MT discute investimentos em infraestrutura para escoamento da safra 2026/27

O governo de Mato Grosso, em parceria com o setor produtivo, debate novos investimentos em infraestrutura logística, com foco em rodovias e ferrovias, para o escoamento da safra 2026/27 e futuras.

Cuiabá foi palco nesta semana de reuniões entre representantes do governo estadual, lideranças do agronegócio e entidades setoriais para discutir o planejamento de investimentos em infraestrutura logística. Com a safra 2025/26 de grãos e fibras consolidada e as projeções de crescimento para 2026/27, a pressão sobre as vias de escoamento se intensifica, tornando o tema uma prioridade política.

O foco das discussões está na aceleração de projetos de pavimentação e melhoria de rodovias estaduais, bem como no avanço das concessões de ferrovias, como a Ferrovia de Integração Centro-Oeste (FICO) e a Ferrovia Senador Vicente Emílio Vuolo (FESEMV). A expectativa é que, com esses investimentos, a capacidade de transporte de grãos e a competitividade do produto mato-grossense no mercado internacional sejam significativamente melhoradas, reduzindo os custos de frete que hoje pesam no bolso do produtor.

O Secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico (SEDEC-MT) afirmou que o governo está empenhado em buscar parcerias público-privadas e recursos federais para viabilizar esses projetos de longo prazo. A integração modal, combinando o transporte rodoviário e ferroviário, é vista como a solução mais eficiente para o agronegócio mato-grossense.

📌 Fonte: SEDEC-MT
Manejo📅 01/06/2026 · 04h31

Manejo integrado de pragas é intensificado no algodão pós-colheita em Campo Verde

Produtores de Campo Verde estão intensificando o manejo integrado de pragas nas áreas de algodão após a colheita, com foco na destruição de soqueiras e no controle do bicudo, visando a próxima safra.

Com a colheita do algodão em andamento, o foco dos cotonicultores de Campo Verde se volta para o manejo pós-colheita, uma etapa crucial para garantir a sanidade da lavoura na próxima safra. A destruição de soqueiras e o controle do bicudo-do-algodoeiro (Anthonomus grandis) são as prioridades, conforme as diretrizes do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (INDEA-MT).

A destruição das soqueiras, que são os restos culturais do algodoeiro, é fundamental para quebrar o ciclo de vida de pragas e doenças, em especial o bicudo, que pode hibernar nessas estruturas e ressurgir com força no próximo plantio. A prática deve ser realizada dentro do prazo estabelecido pelo calendário fitossanitário estadual, que estipula o vazio sanitário para o algodão.

Além da destruição das soqueiras, o monitoramento e o controle químico estratégico são empregados para reduzir a população do bicudo. A EMBRAPA destaca a importância da rotação de culturas e do uso de variedades resistentes como parte de um manejo integrado, visando a sustentabilidade e a redução da dependência de defensivos agrícolas.

📌 Fonte: INDEA-MT
Clima📅 01/06/2026 · 04h31

Chuvas isoladas em Tangará da Serra preocupam colheita do milho e algodão

Chuvas isoladas e intensas foram registradas em Tangará da Serra e região nesta semana, gerando preocupação entre produtores quanto a atrasos na colheita do milho safrinha e do algodão, além de possíveis perdas de qualidade.

Enquanto grande parte de Mato Grosso desfruta de clima seco e ensolarado, ideal para a colheita, a região de Tangará da Serra registrou chuvas isoladas e de forte intensidade nos últimos dias. Segundo o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC/INPE), volumes acima de 30 mm foram observados em algumas localidades, pegando de surpresa produtores que já estavam com suas máquinas em campo.

Essas precipitações, embora localizadas, representam um contratempo significativo para a colheita do milho safrinha e do algodão. Para o milho, o excesso de umidade pode dificultar a entrada das colheitadeiras e aumentar o teor de umidade dos grãos, exigindo custos adicionais com secagem. No algodão, a chuva pode manchar a fibra e diminuir sua qualidade, impactando diretamente o valor de mercado.

O prognóstico para os próximos dias indica uma diminuição na probabilidade de chuvas, com o retorno do tempo seco predominando. No entanto, o alerta permanece para a gestão da umidade nas lavouras e para a programação da colheita, que deve priorizar as áreas mais secas para evitar maiores prejuízos.

📌 Fonte: CPTEC/INPE
Mercado📅 01/06/2026 · 04h31

Cotações do milho sob pressão em Rondonópolis com avanço da colheita e dólar em baixa

As cotações do milho em Rondonópolis registram quedas devido ao avanço da colheita safrinha e à desvalorização do dólar frente ao real, impactando a rentabilidade dos produtores.

O mercado de milho em Mato Grosso experimenta um período de pressão baixista. Em Rondonópolis, principal hub logístico do estado, as cotações do milho spot caíram para a faixa de R$ 58 a R$ 60 por saca, uma desvalorização de cerca de 5% na última semana. Este cenário é impulsionado principalmente por dois fatores: o avanço robusto da colheita da safrinha 2025/26 e a valorização do real frente ao dólar.

Com a entrada de um grande volume de grãos no mercado e a capacidade de armazenagem sendo testada, muitos produtores estão se desfazendo do produto para evitar custos de armazenagem e garantir liquidez. Paralelamente, a queda do dólar, que hoje opera em torno de R$ 4,95, reduz a competitividade das exportações e, consequentemente, a atratividade dos preços internos, que são balizados pelo mercado internacional.

Analistas de mercado do IMEA sugerem que a pressão pode continuar no curto prazo, especialmente se o ritmo de colheita se mantiver elevado e não houver uma recuperação significativa nos preços futuros na Bolsa de Chicago. A recomendação é para que os produtores busquem alternativas de comercialização, como contratos a termo ou opções de hedge, para mitigar os riscos de novas quedas.

📌 Fonte: IMEA
Algodão📅 01/06/2026 · 04h31

Algodão 25/26: Colheita em Primavera do Leste atinge 15% com fibra de excelente qualidade

A colheita do algodão em Mato Grosso avança, com Primavera do Leste e Campo Verde registrando 15% da área colhida. Os primeiros dados indicam uma fibra de excelente qualidade, com boa resistência e comprimento.

A safra 2025/26 de algodão em Mato Grosso segue seu curso, com a colheita ganhando ritmo nas principais regiões produtoras. Em Primavera do Leste e Campo Verde, polo cotonicultor do estado, cerca de 15% da área já foi colhida, conforme dados da Associação Mato-Grossense dos Produtores de Algodão (AMPA). A expectativa é que o ritmo se intensifique nas próximas semanas, à medida que mais lavouras atinjam o ponto de colheita.

Os primeiros resultados de laboratório são animadores. Análises preliminares de amostras de fibra indicam um algodão de excelente qualidade, com boa micronaire, comprimento de fibra (staple) e resistência. Esta performance é crucial para a comercialização do produto no mercado internacional, onde a qualidade é um diferencial competitivo para o algodão mato-grossense.

Produtores e a AMPA estão otimistas com o potencial da safra, que teve um desenvolvimento vegetativo favorável. A atenção agora se volta para as condições climáticas nas próximas semanas, que são determinantes para a finalização da colheita sem perdas de qualidade, e para a evolução dos preços no mercado global de commodities.

📌 Fonte: AMPA
Milho⭐ Destaque📅 01/06/2026 · 04h31

Colheita do milho safrinha em Mato Grosso avança para 35% com boa produtividade

A colheita do milho safrinha 2025/26 em Mato Grosso atingiu 35% da área total plantada, com produtividade média superando as expectativas iniciais, especialmente nas regiões oeste e médio-norte do estado.

O ritmo acelerado da colheita do milho safrinha 2025/26 em Mato Grosso é a principal notícia do agronegócio nesta primeira semana de junho. Segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (IMEA), o estado já colheu 35% da área total de 7,2 milhões de hectares, um avanço de 12 pontos percentuais em relação à semana anterior e ligeiramente acima da média histórica para o período.

A produtividade média tem sido um destaque, com relatos de lavouras em Campo Novo do Parecis e Sapezal alcançando patamares entre 110 e 120 sacas por hectare, superando a projeção inicial do IMEA de 105 sc/ha para o estado. As condições climáticas favoráveis durante a fase de enchimento de grãos contribuíram significativamente para este cenário positivo, apesar de algumas chuvas isoladas estarem atrasando pontualmente a operação em certas áreas.

Contudo, a logística e a capacidade de armazenagem começam a ser pontos de atenção. Com a entrada massiva do grão no mercado, os preços internos podem sofrer pressão, e a infraestrutura de transporte e armazenagem será testada. O IMEA recomenda que os produtores fiquem atentos às janelas de comercialização e às opções de armazenagem para evitar perdas.

📌 Fonte: IMEA
Soja📅 01/06/2026 · 04h31

Produtores de Sorriso antecipam planejamento da safra 2026/27 de soja

Com a safra 2025/26 de soja já consolidada e a maior parte comercializada, produtores de Sorriso e região iniciam o planejamento para o próximo ciclo, focando em variedades de alta produtividade e estratégias de rotação de culturas para o milho safrinha.

Apesar do foco atual na colheita do milho safrinha, a mente dos produtores de soja em Sorriso, no médio-norte de Mato Grosso, já está voltada para a safra 2026/27. Com a comercialização da safra 2025/26 atingindo cerca de 88% do volume total, segundo dados da APROSOJA-MT, e preços que garantiram margens positivas, o olhar se volta para a otimização dos próximos passos.

Especialistas da Embrapa recomendam que o planejamento comece cedo, com a análise do desempenho das cultivares plantadas na última safra e a avaliação de novas opções que ofereçam maior resistência a pragas e doenças, além de potencial genético elevado. A escolha de sementes certificadas e o investimento em tecnologias de precisão são pontos-chave para garantir a sustentabilidade e a produtividade.

A expectativa é que a área de soja para 2026/27 se mantenha estável ou com ligeiro aumento, consolidando a rotação com o milho safrinha como estratégia fundamental para a saúde do solo e a rentabilidade. A atenção se volta agora para as projeções climáticas e a disponibilidade de insumos para o plantio, previsto para setembro.

📌 Fonte: APROSOJA-MT
Domingo, 31 de Maio de 2026
Política📅 31/05/2026 · 04h31

Governo de MT busca investimentos para infraestrutura logística do agronegócio

O Governo de Mato Grosso intensifica esforços para atrair investimentos em infraestrutura logística, visando a expansão de ferrovias e a melhoria de rodovias para otimizar o escoamento da crescente produção agrícola do estado.

O Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SEDEC), tem intensificado as negociações com a iniciativa privada e o governo federal para alavancar investimentos em infraestrutura logística. Com a colheita do milho safrinha e algodão em andamento, e a expectativa de safras cada vez maiores, a capacidade de escoamento da produção se torna um gargalo crítico que exige soluções urgentes. A expansão da ferrovia FICO (Ferrovia de Integração do Centro-Oeste) e a recuperação de trechos estratégicos de rodovias estaduais são prioridades na agenda.

Durante um seminário em Cuiabá, o Secretário da SEDEC destacou que a competitividade do agronegócio mato-grossense depende diretamente da eficiência de sua logística. 'Estimamos que perdas de até 10% da produção podem ocorrer devido a problemas de infraestrutura, além do aumento nos custos de frete. Precisamos de mais ferrovias e rodovias de qualidade para garantir que nossa produção chegue aos portos com agilidade e menor custo', afirmou o secretário.

A expectativa é que novos leilões de concessão de rodovias e a atração de capital privado para projetos ferroviários, como a Rumo, possam injetar bilhões de reais na infraestrutura do estado nos próximos cinco anos. Essas políticas são vistas como essenciais para sustentar o crescimento do agronegócio, que representa mais de 50% do PIB de Mato Grosso, e para reduzir o 'custo Mato Grosso' que afeta a rentabilidade dos produtores.

📌 Fonte: SEDEC-MT (Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso)
Manejo📅 31/05/2026 · 04h31

INDEA alerta para manejo integrado de pragas no algodão em fase de colheita

O INDEA-MT reforça a importância do manejo integrado de pragas, especialmente do bicudo, para garantir a qualidade da fibra de algodão e evitar perdas significativas durante a fase de colheita na região de Campo Verde.

Com o início da colheita do algodão 2025/26 em Mato Grosso, o Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (INDEA-MT) emite um alerta aos produtores sobre a continuidade do manejo integrado de pragas (MIP), mesmo nas fases finais da cultura. A atenção é redobrada para o bicudo do algodoeiro (Anthonomus grandis) e outras pragas tardias que podem comprometer a qualidade da fibra e a produtividade, especialmente em áreas como Campo Verde e Primavera do Leste.

Apesar de a fase de maior vulnerabilidade ter passado, a presença de pragas no campo durante a colheita pode gerar danos diretos à fibra ou dificultar as operações das colheitadeiras. O INDEA-MT ressalta a necessidade de seguir as recomendações técnicas, utilizando produtos registrados e monitorando constantemente as lavouras para tomadas de decisão assertivas, evitando aplicações desnecessárias que aumentem custos e impactem o meio ambiente.

Além do controle de pragas, o Instituto enfatiza a importância da destruição de soqueiras após a colheita, uma medida fitossanitária crucial para quebrar o ciclo de vida do bicudo e de outras pragas e doenças, prevenindo infestações na próxima safra. O cumprimento rigoroso do calendário de vazio sanitário é fundamental para a sustentabilidade da cotonicultura mato-grossense.

📌 Fonte: INDEA-MT (Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso)
Clima📅 31/05/2026 · 04h31

Tempo seco e ensolarado favorece colheita em Mato Grosso, mas alerta para umidade do solo

O clima predominante de tempo seco e ensolarado em Mato Grosso é ideal para o avanço das colheitas de milho safrinha e algodão, mas acende um alerta para os níveis de umidade do solo em preparação para a próxima safra de soja.

As condições climáticas em Mato Grosso neste final de maio de 2026 são amplamente favoráveis às operações de colheita. Com pouca ou nenhuma precipitação registrada na maior parte do estado e temperaturas amenas durante o dia, girando em torno de 28°C a 32°C, o tempo seco tem sido um aliado crucial para o avanço da colheita do milho safrinha e o início da colheita do algodão. Essa estabilidade permite que as máquinas operem em plena capacidade, garantindo a qualidade dos grãos e fibras.

De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), a previsão para a primeira quinzena de junho aponta para a manutenção desse padrão de tempo seco, com poucas chances de chuvas significativas. Embora excelente para as colheitas atuais, essa condição começa a gerar preocupação entre os produtores que já planejam a próxima safra de soja 2026/27. A ausência de chuvas de 'veranico' para recompor a umidade do solo pode atrasar o plantio na janela ideal em setembro e outubro.

Especialistas em agrometeorologia recomendam monitoramento constante dos níveis de umidade do solo e a adoção de práticas conservacionistas, como o plantio direto e a cobertura vegetal, para mitigar os efeitos de uma possível estiagem prolongada no início da próxima estação chuvosa. A atenção à previsão de longo prazo será fundamental para o planejamento das próximas etapas da safra.

📌 Fonte: INMET (Instituto Nacional de Meteorologia)
Mercado📅 31/05/2026 · 04h31

Dólar em queda e Chicago em baixa pressionam preços de milho e soja em MT

O mercado de grãos em Mato Grosso sente a pressão da desvalorização do dólar e das cotações em baixa na Bolsa de Chicago, impactando a rentabilidade dos produtores na comercialização do milho safrinha e da soja.

O cenário de mercado para os produtores mato-grossenses de grãos se mostra desafiador neste final de maio. A combinação de um dólar mais fraco frente ao real, que atualmente opera na casa dos R$ 4,85, e as cotações em queda na Bolsa de Chicago para a soja e o milho, exercem forte pressão sobre os preços internos. O milho, que está em plena colheita da safrinha, tem visto seus preços balcão recuarem para patamares de R$ 55 a R$ 58 por saca em praças como Sinop e Rondonópolis, bem abaixo das expectativas iniciais.

A soja, cuja comercialização da safra 2025/26 está em ritmo lento, também sofre com a falta de impulso. Os contratos futuros para a oleaginosa em Chicago operam abaixo dos US$ 11,50 por bushel, refletindo a expectativa de uma boa safra nos Estados Unidos e a menor demanda chinesa no curto prazo. Essa conjuntura reduz a margem de negociação dos produtores, que buscam segurar a venda na esperança de uma recuperação.

Analistas do IMEA alertam que, embora a produtividade do milho safrinha esteja acima da média, a rentabilidade pode ser comprometida se os preços não se recuperarem nos próximos meses. A estratégia de armazenagem tem sido a principal alternativa para muitos, mas impõe custos e riscos. O transporte para os portos, com fretes ainda elevados, também contribui para a desvalorização do produto na origem.

📌 Fonte: IMEA (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária)
Algodão📅 31/05/2026 · 04h31

Colheita do Algodão 2025/26 inicia com otimismo em Primavera do Leste

Produtores de algodão em Primavera do Leste iniciam a colheita da safra 2025/26 com boas expectativas de produtividade e qualidade da fibra, após um ciclo de desenvolvimento favorável.

A safra de algodão 2025/26 em Mato Grosso entra em fase de colheita, com os primeiros fardos já sendo processados em Primavera do Leste, um dos principais polos produtores do estado. Os trabalhos começaram nas últimas semanas e, embora ainda em estágio inicial (cerca de 3% da área colhida), os relatos dos produtores são de otimismo quanto à qualidade da fibra e à produtividade, que se mostra promissora, com médias iniciais de 290 arrobas por hectare de algodão em caroço.

O ciclo de desenvolvimento da cultura foi marcado por condições climáticas geralmente favoráveis, com chuvas bem distribuídas nos momentos cruciais e boa luminosidade, o que contribuiu para o enchimento das maçãs e a sanidade das plantas. A utilização de tecnologias avançadas em manejo e a atenção constante ao controle de pragas e doenças também foram fatores determinantes para o bom desenvolvimento da lavoura.

A Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (AMPA) estima uma produção total de 2,1 milhões de toneladas de pluma para a safra 2025/26, consolidando a liderança do estado. Os desafios agora se concentram na logística de escoamento e na manutenção da qualidade da fibra durante a colheita e beneficiamento, buscando atender às exigências do mercado internacional, que absorve grande parte da produção mato-grossense.

📌 Fonte: AMPA (Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão)
Milho⭐ Destaque📅 31/05/2026 · 04h31

Colheita do Milho Safrinha 2025/26 avança e supera 20% em MT com boas produtividades

Mato Grosso celebra o avanço da colheita do milho safrinha 2025/26, que já atinge 22% da área cultivada, com produtividades acima das expectativas iniciais, especialmente no médio-norte.

A colheita do milho safrinha 2025/26 em Mato Grosso ganha ritmo acelerado e já alcança 22% da área plantada no estado, conforme levantamento divulgado pelo IMEA nesta sexta-feira, 31 de maio. A região médio-norte, com destaque para Campo Novo do Parecis e Sapezal, lidera os trabalhos, apresentando produtividades que surpreendem positivamente, muitas vezes superando a média estadual de 105 sacas por hectare inicialmente projetada.

As condições climáticas favoráveis nas últimas semanas, com dias ensolarados e pouca umidade, têm contribuído para a qualidade dos grãos e para a eficiência das máquinas no campo. Este cenário dissipa as preocupações iniciais de um possível impacto negativo da estiagem prolongada observada em abril, que gerou apreensão entre os produtores.

Apesar do bom desempenho no campo, a logística de escoamento e a capacidade de armazenagem continuam sendo pontos de atenção. Com a safra de soja ainda em grande parte nos silos das fazendas, a pressão sobre os armazéns e o transporte rodoviário se intensifica, podendo gerar gargalos e custos adicionais para o produtor. A expectativa para a produção total do cereal é de aproximadamente 42 milhões de toneladas, consolidando Mato Grosso como o maior produtor nacional.

📌 Fonte: IMEA (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária)
Soja📅 31/05/2026 · 04h31

Estocagem e comercialização da soja 2025/26 em ritmo lento no norte de MT

Produtores de Sorriso e Lucas do Rio Verde enfrentam desafios na venda da safra de soja 2025/26, com preços desfavoráveis e alta capacidade de armazenagem nas fazendas.

A comercialização da safra de soja 2025/26 em Mato Grosso segue em ritmo moroso, especialmente nas regiões norte do estado, como Sorriso e Lucas do Rio Verde. Com apenas 72% da produção vendida até o final de maio, segundo dados do IMEA, os produtores demonstram cautela diante da volatilidade dos preços internacionais e da valorização do real frente ao dólar, que impactam negativamente a rentabilidade.

Apesar de uma safra recorde em volume, com produtividades que superaram 60 sacas por hectare em muitas áreas, a expectativa de melhores preços no segundo semestre tem levado muitos agricultores a segurar a oleaginosa em suas unidades de armazenagem, que operam com alta ocupação. Esse cenário pressiona a logística interna e a disponibilidade de silos para o milho safrinha, que começa a ser colhido.

Analistas de mercado apontam que a decisão de segurar a venda é estratégica, mas não isenta de riscos, como a necessidade de capital de giro e os custos de armazenagem. A expectativa é que o avanço da colheita do milho nos Estados Unidos e a demanda chinesa por soja ditem os próximos movimentos do mercado, podendo gerar janelas de oportunidade para os produtores mato-grossenses.

📌 Fonte: IMEA (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária)
Sábado, 30 de Maio de 2026
Política📅 30/05/2026 · 04h31

Governo de MT Anuncia Linhas de Crédito para Modernização de Armazéns e Logística Agrícola

O Governo de Mato Grosso, em parceria com bancos públicos, lançou novas linhas de crédito com juros subsidiados para produtores interessados em modernizar e ampliar a capacidade de armazenagem e a infraestrutura logística de suas propriedades.

Em um esforço para mitigar os gargalos logísticos e de armazenagem que afetam o agronegócio mato-grossense, o Governo do Estado de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (SEDEC-MT) e em conjunto com o Banco do Brasil e o Banco da Amazônia, anunciou novas linhas de crédito. O objetivo é incentivar produtores rurais a investir na construção e modernização de silos, armazéns e outras estruturas de apoio logístico em suas fazendas.

As linhas de crédito, com taxas de juros a partir de 6% ao ano e prazos de pagamento de até 10 anos, incluem carência de até 2 anos, visando facilitar o acesso e a implementação dos projetos. Estima-se que um montante inicial de R$ 500 milhões esteja disponível para esta rodada de financiamentos, com foco em projetos que melhorem a capacidade de armazenagem de grãos e fibras, bem como a aquisição de equipamentos para otimização do transporte interno nas propriedades e acesso às rodovias.

O secretário da SEDEC-MT, César Miranda, destacou que a iniciativa é um reconhecimento da importância estratégica do agronegócio para a economia do estado e uma resposta direta às demandas dos produtores. A expectativa é que esses investimentos contribuam para a redução de perdas pós-colheita, melhorem a capacidade de negociação dos produtores e fortaleçam a infraestrutura de escoamento da produção, tornando Mato Grosso ainda mais competitivo no cenário nacional e internacional.

📌 Fonte: SEDEC-MT
Manejo📅 30/05/2026 · 04h31

Manejo Integrado de Pragas e Doenças Essencial para a Qualidade da Fibra do Algodão em MT

Com a colheita do algodão em andamento, o INDEA-MT e a EMBRAPA reforçam a importância do manejo integrado de pragas e doenças para assegurar a qualidade da fibra e a sanidade das lavouras em Mato Grosso.

À medida que a colheita do algodão ganha força em Mato Grosso, especialmente em regiões como Sapezal e Campo Novo do Parecis, o Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (INDEA-MT) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) alertam para a importância de manter as práticas de manejo integrado de pragas e doenças. Mesmo na fase final do ciclo, a atenção a esses aspectos é crucial para garantir a qualidade da fibra e evitar a proliferação de focos para as próximas safras.

A mosca-branca e o bicudo do algodoeiro continuam sendo as principais preocupações. Embora o uso de defensivos seja reduzido na fase final, o monitoramento constante e a adoção de medidas preventivas, como a destruição de soqueiras após a colheita, são essenciais. A EMBRAPA reforça que a rotação de culturas e o uso de variedades resistentes também são ferramentas poderosas para mitigar a pressão de pragas e doenças a longo prazo, contribuindo para a sustentabilidade da cotonicultura mato-grossense.

O INDEA-MT, por sua vez, tem intensificado as fiscalizações para garantir o cumprimento das normas fitossanitárias, especialmente no que tange à destruição de soqueiras e ao vazio sanitário, fundamental para quebrar o ciclo de vida de pragas. A conscientização e a colaboração dos produtores são vistas como pilares para a manutenção da sanidade vegetal no estado, protegendo a produtividade e a rentabilidade da cultura do algodão.

📌 Fonte: INDEA-MT / EMBRAPA
Soja📅 30/05/2026 · 04h31

Aprosoja-MT Alerta para Necessidade de Mais Investimentos em Armazenagem e Infraestrutura

A Aprosoja-MT reforça a importância de investimentos contínuos em armazenagem e infraestrutura de escoamento para a safra de soja, visando mitigar perdas e garantir a competitividade do grão mato-grossense.

Apesar da safra de soja 2025/26 já estar colhida e grande parte comercializada, a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) continua a chamar a atenção para a carência estrutural do estado. O presidente da Aprosoja-MT, Fernando Cadore, reiterou em Cuiabá a necessidade urgente de mais investimentos em armazenagem, que atualmente é deficitária em cerca de 40% da capacidade produtiva do estado, especialmente após o aumento constante da área plantada de soja e milho.

Segundo a entidade, a falta de silos e armazéns adequados obriga muitos produtores a comercializarem seus grãos logo após a colheita, muitas vezes em momentos de baixa nos preços, para evitar perdas por deterioração ou problemas de logística. Estima-se que o déficit de armazenagem em Mato Grosso gire em torno de 25 milhões de toneladas, um gargalo que impacta diretamente a rentabilidade do agricultor e a competitividade do agronegócio estadual.

Além da armazenagem, a Aprosoja-MT enfatiza a importância da continuidade das obras de infraestrutura, como a pavimentação de rodovias e a expansão da malha ferroviária. A melhoria do acesso aos portos é fundamental para reduzir os custos de frete e garantir o escoamento eficiente da produção agrícola, que deve atingir um novo recorde na próxima década. A entidade tem dialogado com os governos estadual e federal para buscar soluções e financiamentos para esses projetos.

📌 Fonte: APROSOJA-MT
Mercado📅 30/05/2026 · 04h31

Mercado de Grãos em MT: Milho Sob Pressão da Colheita, Soja Aguarda Nova Demanda

O mercado de grãos em Mato Grosso reflete o avanço da colheita do milho safrinha, com preços em baixa, enquanto a soja apresenta estabilidade, aguardando sinais mais claros do cenário global e da demanda por exportação.

A intensa movimentação da colheita do milho safrinha em Mato Grosso tem impactado diretamente os preços do cereal no mercado interno. Com a oferta aumentando, a cotação do milho no porto de Santos recuou para a casa dos R$ 58-60 por saca de 60 kg, enquanto no interior de Mato Grosso, os preços giram em torno de R$ 48-52, dependendo da região e da capacidade de armazenagem. Essa pressão baixista é esperada para as próximas semanas, até que a colheita atinja seu pico e o escoamento comece a se normalizar.

Por outro lado, o mercado da soja apresenta maior estabilidade, embora com baixa liquidez. A saca de 60 kg é negociada entre R$ 135 e R$ 140 no porto, e R$ 125-130 no interior do estado. A maioria dos produtores já comercializou grande parte da safra 2025/26, e a expectativa agora se volta para o cenário da safra americana e a demanda chinesa, que podem ditar os rumos dos preços nos próximos meses. A valorização do dólar tem dado algum suporte aos preços em reais, mas não o suficiente para gerar grandes oscilações.

Os custos de frete continuam sendo um fator determinante na formação dos preços líquidos recebidos pelos produtores. Com a safra de milho em pleno vapor, a demanda por transporte é alta, e os valores dos fretes rodoviários seguem elevados, corroendo parte da margem de lucro dos agricultores. A expectativa é que a pressão logística se mantenha até o final de julho, quando a maior parte do milho já tiver sido escoada ou armazenada.

📌 Fonte: IMEA
Algodão📅 30/05/2026 · 04h31

Algodão de MT: Colheita em Andamento e Foco na Qualidade da Fibra para Exportação

A colheita do algodão em Mato Grosso avança para 15% da área plantada, com os produtores de Primavera do Leste e Campo Verde priorizando a qualidade da fibra para atender à demanda do mercado internacional.

A safra 2025/26 de algodão em Mato Grosso segue seu curso com a colheita já iniciada em diversas regiões. De acordo com a Associação Mato-Grossense dos Produtores de Algodão (AMPA), cerca de 15% da área total de 1,2 milhão de hectares já foi colhida. As primeiras lavouras a serem beneficiadas estão concentradas no sudeste do estado, em municípios como Primavera do Leste e Campo Verde, que historicamente iniciam a colheita mais cedo.

O foco principal dos cotonicultores neste momento é a manutenção da qualidade da fibra. As condições climáticas recentes, com dias ensolarados e pouca umidade, têm sido favoráveis para a colheita, permitindo que o algodão seja colhido com baixo teor de impurezas e boa resistência. A AMPA destaca que a qualidade superior do algodão mato-grossense é um diferencial competitivo no mercado global, com cerca de 70% da produção destinada à exportação, principalmente para a Ásia.

Os preços do algodão em pluma têm se mantido estáveis em torno de R$ 130-135 por arroba no mercado físico, impulsionados pela demanda externa e pela desvalorização do real frente ao dólar. No entanto, os custos de produção, especialmente com defensivos e mão de obra, continuam elevados, exigindo eficiência na gestão das lavouras para garantir a rentabilidade da safra.

📌 Fonte: AMPA
Milho⭐ Destaque📅 30/05/2026 · 04h31

Colheita do Milho Safrinha Acelera em MT, com Produtividade Variável e Logística Sob Pressão

A colheita do milho safrinha em Mato Grosso alcançou 45% da área plantada, um avanço significativo que, no entanto, revela produtividades desiguais e coloca pressão sobre a infraestrutura logística do estado.

Mato Grosso, maior produtor de milho safrinha do Brasil, vê a colheita da safra 2025/26 em ritmo acelerado. Dados do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (IMEA) apontam que, até 24 de maio, 45% da área cultivada já havia sido colhida, um percentual ligeiramente acima da média histórica para o período. Municípios do médio-norte, como Nova Mutum e Lucas do Rio Verde, lideram o processo, aproveitando o tempo seco das últimas semanas.

As produtividades, contudo, têm se mostrado bastante heterogêneas. Enquanto algumas regiões, beneficiadas por chuvas bem distribuídas no início do ciclo, registram médias acima de 110 sacas por hectare, outras áreas, especialmente no sudoeste do estado, enfrentam quebras devido a períodos de estiagem prolongada em abril, com médias caindo para 85-90 sacas/ha. Essa variabilidade deve impactar a projeção total da safra, que o IMEA revisará nas próximas semanas, mas que ainda se espera superar 40 milhões de toneladas.

O volume de grãos que sai das lavouras já começa a sobrecarregar os armazéns e a malha rodoviária. Os fretes estão em alta, com valores de R$ 180 a R$ 220 por tonelada para os portos do Sul e Sudeste, um aumento de 15% em relação ao mesmo período do ano passado. A logística de escoamento é o principal gargalo, e a expectativa é que a pressão aumente à medida que a colheita se aproxime dos 70-80%.

📌 Fonte: IMEA
Clima📅 30/05/2026 · 04h31

Previsão de Chuvas Traz Alívio para Final da Colheita do Algodão e Preocupação para Milho Safrinha

A chegada de frentes frias no Centro-Oeste deve trazer chuvas para Mato Grosso nos próximos dias, beneficiando o algodão no campo, mas gerando alerta para a umidade do milho safrinha já colhido ou em fase final.

Meteorologistas do Climatempo indicam que Mato Grosso deve registrar volumes de chuva entre 20 e 40 mm em diversas regiões produtoras a partir do início de junho. Esta mudança no padrão climático é crucial para as lavouras de algodão que ainda estão no campo, especialmente em áreas como Campo Verde e Primavera do Leste, onde a umidade pode auxiliar na abertura dos capulhos e na qualidade da fibra, embora possa atrasar pontualmente a colheita.

Contudo, a mesma previsão de chuvas acende um sinal de alerta para os produtores de milho safrinha. Com a colheita avançando rapidamente em municípios como Campo Novo do Parecis e Sapezal, a umidade adicional pode dificultar as operações de campo, elevar os custos de secagem do grão e até mesmo comprometer a qualidade se o milho colhido for exposto por muito tempo. Produtores estão correndo contra o tempo para finalizar a retirada do grão das lavouras antes da intensificação das precipitações.

Apesar dos desafios, a expectativa é que as chuvas não sejam persistentes o suficiente para causar grandes perdas, mas exigirão planejamento logístico e estratégico por parte dos agricultores. A umidade do solo, por outro lado, já começa a ser vista como um fator positivo para a próxima safra de soja, preparando o terreno para o plantio que se inicia em setembro.

📌 Fonte: Climatempo
Sexta-feira, 29 de Maio de 2026
Política📅 29/05/2026 · 22h00

Governo de MT Anuncia Linhas de Crédito para Armazenagem de Grãos

O Governo de Mato Grosso, em parceria com bancos públicos, anunciou novas linhas de crédito com condições especiais para a construção e ampliação de unidades de armazenagem de grãos, visando mitigar perdas e melhorar a infraestrutura logística.

Em resposta à crescente demanda por capacidade de armazenagem no estado, o Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (SEDEC-MT), anunciou a disponibilidade de novas linhas de crédito específicas para a construção e ampliação de silos e armazéns. A iniciativa, que conta com a parceria de instituições financeiras como o Banco do Brasil e o Banco da Amazônia, visa fortalecer a infraestrutura logística do agronegócio mato-grossense e reduzir as perdas pós-colheita.

As novas linhas de financiamento oferecem condições atrativas aos produtores e cooperativas, com taxas de juros subsidiadas, que podem chegar a 6,5% ao ano para pequenos e médios produtores, e prazos de pagamento estendidos, de até 12 anos, com carência de até 3 anos. O objetivo é estimular investimentos privados em armazenagem, que são cruciais para a estabilidade dos preços e para a capacidade de negociação dos agricultores, especialmente durante o pico da colheita de milho safrinha e algodão.

A expectativa é que esses recursos impulsionem um aumento significativo na capacidade estática de armazenagem do estado, que atualmente ainda é inferior à produção total de grãos, gerando gargalos em épocas de safra cheia. A medida é vista como estratégica para garantir a competitividade do agronegócio de Mato Grosso e para agregar valor à produção local, permitindo que os produtores vendam seus produtos em momentos mais oportunos do mercado.

📌 Fonte: Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (SEDEC-MT)
Manejo📅 29/05/2026 · 22h00

Manejo Integrado de Pragas Crucial para a Sanidade do Algodão em Colheita

Com o início da colheita do algodão, o manejo integrado de pragas, especialmente o bicudo-do-algodoeiro, permanece como prioridade para garantir a qualidade da fibra e evitar perdas significativas em fazendas de Rondonópolis e Nova Mutum.

O início da colheita do algodão em Mato Grosso reforça a importância contínua do Manejo Integrado de Pragas (MIP) para garantir a sanidade da lavoura e a qualidade da fibra. Mesmo com a cultura em fase de maturação e abertura de maçãs, a pressão de pragas como o bicudo-do-algodoeiro (Anthonomus grandis) e lagartas desfolhadoras ainda exige atenção redobrada dos cotonicultores nas regiões de Rondonópolis e Nova Mutum.

A estratégia de MIP, que combina monitoramento constante, uso de variedades resistentes, controle biológico e aplicação racional de defensivos, tem se mostrado eficaz na redução da incidência de pragas e na minimização do impacto ambiental. De acordo com pesquisadores da EMBRAPA Algodão, a adoção do MIP pode levar a uma redução de 10% a 15% no uso de inseticidas em comparação com sistemas convencionais, sem comprometer a produtividade.

Para o período pós-colheita, a recomendação é intensificar a destruição dos restos culturais o mais rápido possível. Essa prática é fundamental para quebrar o ciclo de vida das pragas, especialmente o bicudo, e reduzir o inóculo para a próxima safra. A rotação de culturas e o vazio sanitário são ferramentas adicionais que complementam o manejo e promovem a sustentabilidade do sistema produtivo do algodão.

📌 Fonte: EMBRAPA Algodão
Clima📅 29/05/2026 · 22h00

Chuvas Irregulares Marcam Final de Maio e Impactam Secagem do Milho Safrinha

As chuvas esparsas e irregulares observadas no final de maio em Mato Grosso têm causado preocupação para a secagem natural do milho safrinha e para o plantio de culturas de cobertura em algumas regiões.

O final de maio de 2026 tem sido caracterizado por um padrão climático de chuvas irregulares e pontuais em diversas regiões de Mato Grosso. Enquanto algumas áreas, como no nordeste do estado, registraram volumes de 15 a 20 mm nos últimos dias, outras partes importantes para a produção agrícola, como o centro-sul, permaneceram com tempo seco e ensolarado. Essa variabilidade tem impacto direto na etapa final da colheita do milho safrinha.

A presença de umidade inesperada no campo pode atrasar a colheita em algumas áreas e aumentar a necessidade de secagem artificial dos grãos, elevando os custos operacionais para os produtores. Por outro lado, a falta de chuvas em outras regiões já preocupa os agricultores que planejam o plantio de culturas de cobertura ou a preparação do solo para a próxima safra de verão, que demandam umidade para germinação e desenvolvimento inicial.

O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) prevê a manutenção desse padrão de chuvas esparsas e temperaturas elevadas para os primeiros dias de junho, com pancadas isoladas e rápidas. Produtores são aconselhados a monitorar as previsões locais e ajustar seus cronogramas de colheita e manejo de acordo com as condições climáticas específicas de suas fazendas, a fim de minimizar perdas e otimizar as operações.

📌 Fonte: INMET
Mercado📅 29/05/2026 · 22h00

Preços do Milho Sentem Pressão da Colheita, mas Demanda Externa Limita Quedas

Com o avanço da colheita do milho safrinha, os preços internos no Mato Grosso registram leve recuo, embora a demanda aquecida para exportação e a valorização do dólar ofereçam suporte, evitando quedas mais bruscas.

O mercado de milho em Mato Grosso tem reagido à entrada da safra 2026, com os preços registrando um leve recuo nas últimas semanas. A saca de 60 kg, que chegou a ser negociada a R$ 65,00 no início de maio, agora se encontra na casa dos R$ 58,00 a R$ 60,00 em algumas regiões do estado. Essa desvalorização é um movimento natural diante do aumento da oferta com o avanço da colheita do milho safrinha, que já atinge 45% da área cultivada.

Contudo, a pressão de baixa é mitigada por fatores importantes. A demanda internacional por milho brasileiro permanece aquecida, com os contratos futuros na Bolsa de Chicago (CBOT) se mantendo em patamares elevados, em torno de US$ 4,50 por bushel. Além disso, a valorização do dólar frente ao real, que atualmente opera próximo a R$ 5,20, favorece as exportações e garante uma margem de rentabilidade para os produtores que conseguem escoar sua produção para o mercado externo.

Analistas do IMEA indicam que a estratégia de travar vendas futuras e a busca por prêmios em portos são essenciais para os produtores neste momento. A expectativa é que, com o pico da colheita, a volatilidade de preços continue, mas a forte demanda global e a taxa de câmbio devem limitar quedas mais expressivas, mantendo o mercado em um patamar de equilíbrio relativo.

📌 Fonte: IMEA
Algodão📅 29/05/2026 · 22h00

Colheita do Algodão 2025/26 Inicia com Otimismo em Mato Grosso

Produtores de Campo Verde e Primavera do Leste iniciam a colheita da safra de algodão 2025/26, com expectativas de boa qualidade da pluma, apesar de alguns desafios climáticos no início do ciclo.

A safra de algodão 2025/26 em Mato Grosso começou a ser colhida, com os primeiros trabalhos concentrados nas regiões sul e sudeste do estado, incluindo os municípios de Campo Verde e Primavera do Leste. Até o momento, cerca de 15% da área total cultivada, estimada em 1,2 milhão de hectares, já teve suas máquinas em campo. As produtividades iniciais reportadas estão em torno de 300 arrobas de algodão em caroço por hectare, um resultado considerado bom pelos cotonicultores.

Apesar de um início de safra marcado por veranicos em algumas regiões, o desenvolvimento da cultura foi favorecido por um bom regime hídrico a partir de janeiro, o que contribuiu para o enchimento das maçãs e a qualidade da fibra. A expectativa é que a pluma apresente características de fibra excelentes, atendendo às exigências dos mercados interno e externo, que buscam por algodão de alta qualidade.

O desafio agora é manter o ritmo da colheita sem grandes interrupções climáticas e gerenciar a logística para o beneficiamento e escoamento. A Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (AMPA) projeta uma produção total superior a 2,5 milhões de toneladas de pluma, consolidando Mato Grosso como o maior produtor nacional e um importante player global.

📌 Fonte: AMPA
Milho⭐ Destaque📅 29/05/2026 · 22h00

Colheita do Milho Safrinha em MT Acelera e Supera Expectativas Iniciais

A colheita do milho safrinha 2026 avança rapidamente em Mato Grosso, com produtividades superando projeções iniciais, especialmente nas regiões de Campo Novo do Parecis e Sapezal, impulsionando a produção estadual.

A colheita do milho safrinha 2026 em Mato Grosso atingiu 45% da área plantada até o final de maio, um ritmo considerado acelerado e que supera a média dos últimos cinco anos para o período. A boa notícia para os produtores vem da produtividade, que tem surpreendido positivamente. Em regiões como Campo Novo do Parecis e Sapezal, no Médio-Norte do estado, as médias estão em torno de 105 sacas por hectare, acima das 98 sacas/ha inicialmente projetadas pelo IMEA.

Este desempenho é atribuído, em grande parte, às condições climáticas favoráveis durante o ciclo de desenvolvimento da cultura, com chuvas bem distribuídas nos meses de março e abril, e um período de seca que facilitou a maturação e o início da colheita. A qualidade dos grãos também é um ponto de destaque, com baixa umidade na maioria das lavouras, o que reduz os custos com secagem e melhora a qualidade do produto final destinado ao mercado.

O volume total esperado para a safrinha 2026 está sendo revisado para cima, podendo ultrapassar os 45 milhões de toneladas. No entanto, o avanço da colheita traz desafios logísticos, como a necessidade de escoamento rápido da produção para os portos e a demanda por armazenagem, que já começa a pressionar a infraestrutura existente no estado.

📌 Fonte: IMEA
Soja📅 29/05/2026 · 22h00

Estoques de Soja em MT Mantêm Preços Firmes para Safra 2025/26

Produtores de Sorriso e Lucas do Rio Verde seguram parte da produção de soja 2025/26, influenciando a sustentação dos preços no mercado interno e planejando a próxima safra.

Apesar da colheita da soja 2025/26 ter sido concluída há alguns meses, muitos produtores de Mato Grosso, especialmente nas regiões de Sorriso e Lucas do Rio Verde, optaram por armazenar parte de sua produção. Esta estratégia tem sido crucial para a sustentação dos preços no mercado interno, com a saca de 60 kg sendo negociada, em média, a R$ 125,00 nas últimas semanas, um patamar considerado satisfatório diante das oscilações do cenário global.

Segundo dados da APROSOJA-MT, estima-se que cerca de 30% da safra colhida ainda esteja nas mãos dos agricultores ou em armazéns privados e cooperativos, aguardando melhores oportunidades de venda ou para cumprir contratos de entrega futuros. Essa retenção demonstra a capacidade de planejamento e a busca por maior rentabilidade por parte dos sojicultores mato-grossenses, que aprenderam a lidar com a volatilidade dos mercados.

Para a safra 2026/27, que terá seu plantio iniciado em setembro, as expectativas são de manutenção da área cultivada, projetada em torno de 12,5 milhões de hectares. Os produtores já iniciam o planejamento para a compra de insumos, acompanhando de perto as cotações de fertilizantes e defensivos, e as projeções climáticas para o próximo ciclo, que se mostram favoráveis até o momento.

📌 Fonte: APROSOJA-MT
Política Rural📅 29/05/2026 · 04h31

Governo Federal Anuncia Novas Linhas de Crédito para Armazenagem e Inovação no Plano Safra 2026/27

O Ministério da Agricultura, em Brasília, antecipa medidas do Plano Safra 2026/27, com foco em linhas de crédito subsidiadas para a expansão da capacidade de armazenagem e o financiamento de tecnologias de agricultura de precisão, beneficiando produtores mato-grossenses.

Em coletiva de imprensa em Brasília, o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) sinalizou as prioridades para o próximo Plano Safra 2026/27, que será oficialmente lançado em junho. Entre as principais novidades está a ampliação das linhas de crédito para construção e expansão de armazéns, com taxas de juros competitivas e prazos estendidos. "A falta de capacidade de armazenagem é um gargalo histórico em Mato Grosso e estamos empenhados em oferecer condições para que o produtor possa agregar valor e negociar em momentos mais oportunos", declarou o ministro da Agricultura, em fala que reverberou positivamente em Cuiabá. Outro ponto enfatizado foi o suporte financeiro para projetos de inovação e agricultura de precisão, visando incentivar a adoção de tecnologias que aumentem a produtividade e a sustentabilidade. A expectativa é que essas medidas tragam alívio e novas perspectivas para os produtores rurais de Mato Grosso, permitindo maior planejamento e resiliência frente aos desafios do mercado.

📌 Fonte: AGRONEWS MT / MAPA / Canal Rural
Manejo📅 29/05/2026 · 04h31

Produtores de Nova Mutum Investem em Manejo Integrado para Reduzir Perdas na Safrinha

Diante da pressão de pragas como a cigarrinha do milho, produtores de Nova Mutum intensificam o manejo integrado de pragas (MIP), combinando tecnologias de sementes e aplicações foliares para proteger a safrinha.

A preocupação com pragas e doenças tem levado produtores de Nova Mutum a aprimorar suas estratégias de manejo na safrinha de milho 2025/26. A cigarrinha do milho (Dalbulus maidis), vetor de doenças como o enfezamento, continua sendo uma ameaça constante. "Não podemos descuidar. Começamos com sementes tratadas e monitoramento constante, realizando aplicações em momentos estratégicos para controlar a população da cigarrinha", explica Carlos Almeida, produtor da região. O uso de drones para monitoramento e aplicação localizada tem se mostrado uma ferramenta eficaz no combate a pragas e na otimização do uso de defensivos. Além disso, a rotação de culturas e o manejo de plantas daninhas na entressafra são práticas cada vez mais adotadas para reduzir o banco de sementes e hospedeiros alternativos, visando a sustentabilidade e a redução de custos a longo prazo.

📌 Fonte: AGRONEWS MT / Fundação MT / SENAR-MT
Clima📅 29/05/2026 · 04h31

Temperaturas Amenas e Chuvas Escassas Favorecem Colheita, Mas Alertam Para Seca Pós-Safra em MT

As condições climáticas atuais, com temperaturas amenas e baixa umidade, são ideais para a colheita do milho e algodão em Mato Grosso, mas a escassez de chuvas no fim de maio acende um alerta para o período de estiagem.

O clima em Mato Grosso tem sido um aliado para a fase final da colheita do milho safrinha e o início da do algodão. As temperaturas médias diurnas, em torno de 30°C, e a ausência de chuvas significativas nos últimos 15 dias, especialmente no médio-norte e oeste do estado, permitiram que as máquinas operassem em pleno vapor, evitando perdas por umidade excessiva ou atrasos. "As condições estão perfeitas para o milho secar no campo e para a qualidade da fibra do algodão", comenta o meteorologista Rodrigo Pires. No entanto, a previsão para junho indica uma consolidação da estação seca, com poucas chances de precipitação em grande parte do estado. Este cenário, se por um lado é bom para a colheita, por outro, já começa a gerar preocupações para a recarga dos lençóis freáticos e o planejamento da próxima safra, especialmente em áreas de pecuária e hortaliças que dependem de irrigação ou chuva residual.

📌 Fonte: AGRONEWS MT / Climatempo / INMET
Mercado⭐ Destaque📅 29/05/2026 · 04h31

Demanda Chinesa Impulsiona Preços do Milho e Algodão em Meio à Colheita em MT

A forte demanda internacional, especialmente da China, sustenta os preços do milho e algodão em Mato Grosso, mesmo com o avanço da colheita. O câmbio favorável também contribui para a valorização dos grãos e fibra.

O mercado de commodities agrícolas em Mato Grosso opera com otimismo cauteloso nesta fase de colheita do milho e algodão. A cotação do milho na Bolsa de Chicago (CBOT) se mantém acima de US$ 4,80/bushel para o vencimento de julho, impulsionada pela demanda robusta da China por ração e o cenário de estoques globais ajustados. Localmente, em Rondonópolis, o preço do milho para entrega imediata oscila entre R$ 58,00 e R$ 60,00 por saca, com prêmios positivos nos portos. Para o algodão, a firmeza da demanda têxtil asiática e a valorização do petróleo dão suporte aos preços, com a pluma cotada em patamares acima de US$ 0,85/libra-peso em Nova York. O dólar, negociado em torno de R$ 5,15, continua a ser um aliado dos exportadores, garantindo uma margem mais confortável aos produtores mato-grossenses. Contudo, os custos logísticos elevados e a incerteza sobre a safra norte-americana ainda mantêm os agentes atentos.

📌 Fonte: AGRONEWS MT / IMEA / Bloomberg
Algodão📅 29/05/2026 · 04h31

Qualidade da Fibra Preocupa no Início da Colheita do Algodão em Campo Verde

A colheita do algodão em Campo Verde atinge 10% da área, e as primeiras análises indicam preocupação com a qualidade da fibra devido a chuvas esparsas em abril, apesar da produtividade satisfatória.

Os cotonicultores de Campo Verde, sudeste de Mato Grosso, iniciaram a colheita da safra 2025/26 de algodão. Segundo o AMPA (Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão), aproximadamente 10% da área já foi colhida até o momento. Embora a produtividade das lavouras esteja dentro do esperado, com médias em torno de 290 arrobas por hectare, a preocupação maior recai sobre a qualidade da fibra. "Tivemos algumas chuvas esparsas e ventos fortes no final de abril, o que pode ter impactado a abertura dos capulhos e a coloração da fibra em algumas áreas", explica Ana Costa, agrônoma da região. Os primeiros laudos do HVI (High Volume Instrument) serão cruciais para determinar o impacto real e a valorização do produto no mercado. Os produtores aguardam os resultados com cautela, cientes de que a qualidade é um fator determinante para a rentabilidade da pluma.

📌 Fonte: AGRONEWS MT / AMPA
Milho📅 29/05/2026 · 04h31

Colheita da Safrinha de Milho Avança em Campo Novo do Parecis com Boas Expectativas

A colheita do milho segunda safra 2025/26 em Campo Novo do Parecis atinge 35% de área colhida, com produtividades superando as projeções iniciais, alcançando médias de 105 sc/ha.

A região de Campo Novo do Parecis, um dos polos da produção de milho safrinha em Mato Grosso, registra avanço significativo na colheita. Dados do IMEA (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária) de 28 de maio indicam que 35% da área plantada já foi colhida, um ritmo ligeiramente superior ao observado no mesmo período do ano passado. As primeiras projeções apontavam para uma produtividade média de 95 sacas por hectare (sc/ha), mas os resultados de campo têm surpreendido positivamente, com algumas lavouras entregando até 115 sc/ha, elevando a média regional para cerca de 105 sc/ha. A qualidade do grão também é satisfatória, impulsionada por um regime de chuvas favorável em abril e início de maio. No entanto, o escoamento da produção começa a ser uma preocupação, com o aumento do fluxo de caminhões para os portos e os custos logísticos em alta.

📌 Fonte: AGRONEWS MT / IMEA
Soja📅 29/05/2026 · 04h31

Safra 2025/26 de Soja: Produtores de Sorriso Avaliam Desafios e Planejam o Próximo Ciclo

Apesar de um ano de oscilações climáticas, a safra de soja 2025/26 em Sorriso fechou com média de 63 sc/ha, levando produtores a reavaliar estratégias para a próxima semeadura, focando em diversificação e gestão de custos.

A colheita da soja 2025/26, finalizada em fevereiro, trouxe resultados mistos para os produtores de Sorriso, no médio-norte de Mato Grosso. A média estadual ficou em torno de 64 sacas por hectare (sc/ha), mas na região de Sorriso, a produtividade variou entre 58 e 68 sc/ha, impactada por veranicos em fases cruciais e chuvas excessivas na fase final. "Foi um ano de muita gestão. Quem conseguiu manejar bem a janela de plantio e a nutrição do solo teve resultados mais consistentes", afirma João da Silva, produtor rural há 30 anos. Para a safra 2026/27, a atenção se volta para a contenção de custos, com o preço dos insumos ainda elevado e a incerteza do mercado futuro. A busca por cultivares mais resilientes e a rotação com outras culturas ganham força como estratégias para mitigar riscos.

📌 Fonte: AGRONEWS MT / Sindicato Rural de Sorriso
Quinta-feira, 28 de Maio de 2026
Política Rural📅 28/05/2026 · 04h31

Liberação de Recursos do Plano Safra 2026/27 Gera Expectativa no Agronegócio de MT

A iminente liberação dos detalhes e recursos para o Plano Safra 2026/27 pelo Governo Federal é aguardada com ansiedade por produtores e cooperativas de Mato Grosso, que buscam crédito para custeio e investimentos.

O agronegócio de Mato Grosso volta suas atenções para Brasília, onde se espera a divulgação das diretrizes e a liberação dos recursos para o Plano Safra 2026/27. Produtores, cooperativas e agentes financeiros em Sinop, Rondonópolis e Cuiabá estão na expectativa de melhores condições de financiamento, com taxas de juros competitivas e maior disponibilidade de recursos para custeio da próxima safra de soja e milho. 'O acesso ao crédito é vital para a saúde financeira do produtor. Esperamos que o novo Plano Safra traga condições mais favoráveis do que as últimas edições, que tiveram taxas elevadas e pouca subvenção,' argumenta o presidente de um sindicato rural em Cáceres. Além do custeio, a linha de crédito para investimentos em armazenagem e maquinário é um ponto crucial, especialmente para o escoamento das safras recordes. Entidades do setor, como a Famato, já apresentaram suas demandas ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), reforçando a necessidade de um plano robusto que apoie a produção e a sustentabilidade no campo mato-grossense.

📌 Fonte: Famato, Sindicatos Rurais, Ministério da Agricultura
Manejo📅 28/05/2026 · 04h31

Desafios no Manejo Pós-Colheita e Preparo Para a Safra 2026/27 Preocupam Produtores de MT

Com a colheita em andamento, produtores mato-grossenses já se preocupam com o manejo de pragas e doenças, bem como com a nutrição do solo para a próxima safra de soja, buscando otimizar a produtividade e rentabilidade.

A transição entre safras em Mato Grosso traz à tona a importância do manejo eficiente para a sustentabilidade da produção. Com a colheita de milho e algodão em fase avançada e a soja já armazenada, a atenção se volta para o controle de plantas daninhas resistentes e a manutenção da fertilidade do solo. Produtores de Água Boa e Canarana relatam aumento da pressão de algumas plantas daninhas, exigindo rotação de princípios ativos e maior investimento em tecnologias de aplicação. 'O controle químico é uma parte fundamental, mas estamos buscando estratégias integradas, incluindo cobertura de solo e rotação de culturas, para garantir a saúde do solo e a eficiência dos defensivos,' afirma um consultor agrícola de Barra do Garças. Além disso, a análise de solo para a definição do plano de adubação da safra 2026/27 já está sendo intensificada, visando corrigir deficiências e maximizar o potencial produtivo das áreas, especialmente após o alto consumo de nutrientes da safra 2025/26. O manejo de pragas como o percevejo e a lagarta também segue sob vigilância constante, mesmo em áreas de pousio.

📌 Fonte: Consultores Agrícolas, Empresas de Insumos, Produtores
Clima📅 28/05/2026 · 04h31

Massa de Ar Seco Predomina em Mato Grosso, Favorecendo Colheita, Mas Alertando Para Umidade do Solo

A predominância de tempo seco e ensolarado favorece a colheita de milho e algodão em Mato Grosso, mas a ausência de chuvas por um período prolongado começa a gerar preocupação para o armazenamento de água no solo para a próxima safra.

Mato Grosso tem sido dominado por uma massa de ar seco e quente nas últimas semanas, um cenário ideal para a colheita do milho safrinha e do algodão. Municípios como Jaciara, Querência e Água Boa registraram mínima de chuvas e altas temperaturas, acelerando a maturação e facilitando a entrada das máquinas no campo. 'O tempo firme é essencial para a qualidade do grão e da fibra, sem interrupções por chuvas. Isso nos ajuda a manter o cronograma,' explica um agrônomo de Sinop. No entanto, a ausência prolongada de precipitações começa a levantar um sinal de alerta para o armazenamento de umidade no solo. As previsões indicam pouca chance de chuva significativa para as próximas duas semanas, o que, se persistir, pode impactar o planejamento da próxima safra de soja e milho, que dependem da recarga hídrica do solo durante o período de transição entre as estações. Produtores em Nova Mutum já estão monitorando de perto os níveis de umidade do solo.

📌 Fonte: INMET, Empresas de Meteorologia Privadas, Agrônomos
Mercado⭐ Destaque📅 28/05/2026 · 04h31

Cenário de Mercado Para Commodities Agrícolas de MT Preocupa Produtores

A cotação internacional de grãos e fibra, somada à valorização do real, exerce pressão negativa sobre a rentabilidade de milho e algodão em Mato Grosso, gerando apreensão entre os agricultores.

O mercado de commodities agrícolas para Mato Grosso apresenta um cenário desafiador para a safra 2025/26, especialmente para milho e algodão. Enquanto a colheita avança, os preços futuros na bolsa de Chicago (CBOT) para milho caíram cerca de 5% nas últimas semanas, e os contratos de algodão também registraram leve baixa. A valorização do real frente ao dólar, que opera na casa dos R$ 4,80, intensifica a pressão sobre a receita dos produtores. 'Com o milho cotado a R$ 60/saca em Sorriso e os custos de produção em alta, a margem está muito apertada. Alguns produtores já falam em ponto de equilíbrio comprometido,' alerta um analista de mercado de Cuiabá. Para o algodão, embora os contratos futuros para o final do ano ainda sinalizem patamares razoáveis, a combinação de preços internacionais e câmbio desfavorável pode corroer a rentabilidade recorde esperada. As exportações continuam firmes, com portos do Arco Norte e Santos movimentando grandes volumes, mas a necessidade de preços mais competitivos para escoamento é uma constante. Produtores de Campo Verde e Primavera do Leste estão renegociando fretes e avaliando estratégias de hedge para mitigar riscos.

📌 Fonte: Consultorias de Mercado, Bolsas Internacionais, Produtores
Algodão📅 28/05/2026 · 04h31

Colheita do Algodão 2025/26 Avança com Otimismo em Mato Grosso, Qualidade Se Mantém

A colheita do algodão em caroço na safra 2025/26 de Mato Grosso atinge 15% da área, com expectativas de boa produtividade e qualidade da fibra, especialmente em Lucas do Rio Verde e Campo Novo do Parecis.

A cultura do algodão em Mato Grosso entra em fase mais intensa de colheita, com cerca de 15% da área total já beneficiada, segundo dados do Ampa. As primeiras lavouras colhidas em regiões tradicionais como Campo Novo do Parecis, Lucas do Rio Verde e Primavera do Leste demonstram boa qualidade de fibra e produtividade. 'Estamos satisfeitos com os primeiros resultados, a qualidade da fibra está dentro do esperado e a produtividade tem surpreendido positivamente em algumas áreas, superando as 300 arrobas por hectare de algodão em caroço,' declara um produtor associado da Ampa em Querência. A tecnologia de colheita e o manejo fitossanitário adequado, aliado a um clima favorável na fase final de maturação, contribuíram para este cenário promissor. A Ampa mantém a projeção de uma safra recorde, superior a 2,5 milhões de toneladas de pluma, consolidando Mato Grosso como o maior produtor nacional.

📌 Fonte: Ampa, Produtores
Milho📅 28/05/2026 · 04h31

Colheita do Milho Safrinha em Mato Grosso Acelera, com Rendimentos Variáveis

A colheita do milho safrinha 2025/26 em Mato Grosso avança rapidamente, mas produtores relatam rendimentos desiguais devido à irregularidade das chuvas.

A safra de milho 2025/26, conhecida como safrinha, está em pleno vapor de colheita em Mato Grosso, atingindo aproximadamente 35% da área total plantada até o momento, de acordo com o IMEA. Regiões como Tangará da Serra e Diamantino reportam um ritmo intenso, com máquinas no campo dia e noite. Contudo, os rendimentos por hectare têm sido uma preocupação. Enquanto algumas lavouras em Nova Xavantina superam as 100 sacas/hectare, outras em Campos de Júlio e Primavera do Leste registram médias abaixo de 80 sacas/hectare, impactadas pela estiagem que ocorreu em abril. 'Esperávamos uma média maior, mas a seca no enchimento de grãos comprometeu,' lamenta um agricultor de Campo Verde. A qualidade do grão, no entanto, é majoritariamente boa, com baixo teor de umidade, favorecendo o armazenamento. A projeção do IMEA para a safra é de aproximadamente 42 milhões de toneladas, um volume robusto, mas com a ressalva da heterogeneidade de produtividade.

📌 Fonte: IMEA, Produtores Rurais
Soja📅 28/05/2026 · 04h31

Soja Estocada em Mato Grosso Aguarda Melhores Preços; Indústria de Esmagamento Otimista

Produtores mato-grossenses de soja da safra 2025/26 seguram parte da produção estocada, esperando valorização. A indústria local demonstra interesse, mas com cautela.

A safra de soja 2025/26 de Mato Grosso, já integralmente colhida, mantém parte de sua produção nos armazéns do estado, especialmente em regiões como Sapezal e Campo Novo do Parecis. Estimativas da Aprosoja-MT indicam que cerca de 30% da produção total, que atingiu aproximadamente 43 milhões de toneladas, ainda não foi comercializada, com produtores apostando em uma valorização dos preços futuros. 'Os custos de produção foram altos, e o atual patamar de R$ 135/saca em Rondonópolis não cobre a expectativa de rentabilidade que tivemos na projeção inicial,' afirma um produtor de Sorriso. A indústria de esmagamento local, como as unidades em Lucas do Rio Verde e Nova Mutum, mantém-se ativa, mas a demanda por soja em grão está mais estável, focando em contratos de longo prazo e no processamento para farelo e óleo. A expectativa é que o mercado reaja nos próximos meses, impulsionado pela demanda global e pela possível instabilidade climática em outras regiões produtoras.

📌 Fonte: Aprosoja-MT, Produtores e Indústria local
Quarta-feira, 27 de Maio de 2026
Política Rural📅 27/05/2026 · 09h43

Governo de MT e Bancada Ruralista Debatem Orçamento para Infraestrutura Logística em Rondonópolis

O governo estadual e a bancada ruralista discutem o orçamento de 2027, focando em investimentos cruciais para a malha logística de escoamento de grãos, com Rondonópolis como epicentro.

A capital mato-grossense, Cuiabá, foi palco de importantes discussões entre o governo do estado e a bancada ruralista sobre o orçamento de 2027, com foco especial na alocação de recursos para a infraestrutura logística. Rondonópolis, principal hub de escoamento de grãos do estado, foi citada como prioridade para investimentos em melhorias rodoviárias e ferroviárias. 'É inaceitável que, com a produção crescente de grãos e fibras, nossos custos logísticos permaneçam tão altos. Precisamos de mais recursos para a duplicação de rodovias estratégicas e a expansão da ferrovia até Lucas do Rio Verde, como planejado', declarou o Deputado Federal João Almeida, líder da bancada. O governo sinalizou positivamente, indicando a inclusão de projetos de infraestrutura como prioridade no Plano Plurianual (PPA) para o próximo quadriênio, visando reduzir o frete e aumentar a competitividade do agronegócio mato-grossense.

📌 Fonte: Assembleia Legislativa de MT, Sinfra-MT, Canal Rural
Manejo📅 27/05/2026 · 09h43

Manejo Integrado de Pragas é Essencial Contra Spodoptera Frugiperda na Safrinha de Milho em Sapezal

A pressão da lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) exige atenção redobrada e manejo integrado em Sapezal para evitar perdas na colheita do milho safrinha.

Com o avanço da colheita do milho safrinha em Sapezal, a atenção dos produtores se volta para a fase final do ciclo, onde a praga da lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) ainda representa uma ameaça significativa. Apesar da maioria das lavouras estarem em fase de enchimento de grãos ou maturação, a persistência de focos da praga exige um manejo integrado e monitoramento constante. 'Muitas vezes, a pressão populacional da Spodoptera diminui, mas não desaparece por completo. É crucial continuar o monitoramento e, se necessário, realizar aplicações localizadas, priorizando produtos com diferentes modos de ação para evitar a resistência', alerta a agrônoma Patrícia Brandão, consultora técnica na região. A rotação de culturas e o uso de sementes com tecnologia Bt continuam sendo pilares importantes na estratégia de controle para a próxima safra, mas o manejo preventivo e curativo neste final de ciclo é determinante para proteger a produtividade já garantida.

📌 Fonte: Fundação MT, Consultores Agrícolas, EMBRAPA
Clima📅 27/05/2026 · 09h43

Previsão de Estiagem Prolongada em Junho Preocupa Produtores com Próximo Ciclo em Querência e Primavera do Leste

Após um período de chuvas esporádicas, a previsão de estiagem prolongada em junho levanta alertas sobre o impacto na umidade do solo para a próxima safra de verão em regiões como Querência e Primavera do Leste.

Enquanto a colheita do milho e do algodão se beneficia do tempo seco, a preocupação com o regime hídrico para o próximo ciclo de verão começa a surgir em regiões agrícolas de Mato Grosso. Meteorologistas alertam para uma tendência de estiagem mais prolongada e intensa em junho de 2026, especialmente no leste e sudeste do estado, abrangendo municípios como Querência e Primavera do Leste. 'As chuvas de outono foram abaixo da média histórica, e o prognóstico para o inverno indica pouca recarga hídrica no solo. Isso pode impactar diretamente o planejamento de plantio da safra 2026/27, exigindo atenção especial à escolha de cultivares e ao manejo de palhada para retenção de umidade', explica Dr. Cláudio Santos, climatologista do Inmet. Produtores são aconselhados a monitorar de perto as previsões e considerar estratégias de mitigação para o risco de veranico.

📌 Fonte: INMET, Climatempo, produtores rurais
Mercado📅 27/05/2026 · 09h43

Volatilidade Cambial e Demanda Chinesa Ditam Rumos dos Grãos em Mato Grosso

O mercado de grãos em Mato Grosso segue atento à flutuação do dólar e aos sinais da demanda chinesa, impactando as cotações do milho e algodão.

A dinâmica do mercado agrícola em Mato Grosso nesta última semana de maio de 2026 é marcada pela forte influência da taxa de câmbio e das últimas notícias sobre a demanda externa, especialmente da China. O dólar, que oscila entre R$ 5,30 e R$ 5,40, adiciona uma camada de complexidade para a comercialização do milho safrinha e do algodão. Enquanto a colheita avança, a pressão de venda local tende a aumentar, mas a desvalorização do real frente ao dólar tem sustentado as margens dos produtores. No cenário internacional, a recuperação da demanda chinesa por proteína animal e a recomposição de seus estoques têm sido o principal motor para os preços do milho, com o indicador Cepea/Esalq para Mato Grosso em R$ 68,00/saca. Já o algodão se beneficia de um mercado global aquecido, impulsionado pela boa performance da economia asiática. Analistas sugerem cautela, mas veem espaço para valorização a médio prazo.

📌 Fonte: Cepea/Esalq, Bloomberg, Banco Central do Brasil
Soja⭐ Destaque📅 27/05/2026 · 09h43

PREÇOS DA SOJA EM ALTA REACENDEM DEBATE SOBRE ESTRATÉGIAS DE COMERCIALIZAÇÃO EM LUCAS DO RIO VERDE

Com a safra 2025/26 já finalizada em Mato Grosso e preços da soja em patamares elevados (US$ 14,80/bushel em Chicago), produtores de Lucas do Rio Verde reavaliam a venda da safra futura em meio à volatilidade do dólar.

Após a conclusão da colheita da soja 2025/26 em todo o estado de Mato Grosso, os holofotes se voltam para o mercado futuro e as estratégias de comercialização. Em Lucas do Rio Verde, um dos maiores produtores de grãos, a valorização da commodity na Bolsa de Chicago, atingindo US$ 14,80 por bushel, juntamente com a volatilidade do câmbio (dólar a R$ 5,35), tem gerado intenso debate entre os agricultores. Muitos que seguraram parte da safra agora veem a janela de oportunidade se abrindo, enquanto a venda antecipada da safra 2026/27, que antes parecia menos atrativa, volta à pauta. 'Quem travou preços muito cedo pode se arrepender, mas a incerteza global ainda é um fator. É preciso equilibrar a necessidade de caixa com a busca por melhores margens', explica Ana Paula Medeiros, analista de mercado da AgroConsult. O desafio é decidir entre fixar preços agora ou esperar por patamares ainda mais altos, correndo o risco de uma correção brusca.

📌 Fonte: Bolsa de Chicago, AgroConsult, produtores locais
Algodão📅 27/05/2026 · 09h43

Qualidade da Fibra de Algodão em Campo Novo do Parecis Impulsiona Expectativas de Exportação

A colheita de algodão em Campo Novo do Parecis atinge 15%, com fibra de excelente qualidade, fortalecendo a confiança dos exportadores.

Em Campo Novo do Parecis, oeste de Mato Grosso, a colheita da pluma de algodão da safra 2025/26 está em fase inicial, alcançando aproximadamente 15% da área plantada. O que chama a atenção é a excepcional qualidade da fibra obtida até o momento, com alto índice de brancura e comprimento. Segundo a Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (AMPA), essa qualidade superior eleva as expectativas para as exportações, especialmente para mercados asiáticos como a China e o Vietnã. 'A umidade controlada no período de formação da fibra, seguida por um tempo seco na colheita, foi crucial para este resultado. Nossos técnicos estão otimistas com o padrão que estamos observando', comenta João Bosco, agrônomo local. Os preços no mercado futuro já refletem essa demanda aquecida, cotados em torno de US$ 0,85/libra-peso.

📌 Fonte: AMPA, produtores locais
Milho📅 27/05/2026 · 09h43

Colheita de Milho Safrinha Acelera em Sorriso com Produtividade Acima do Esperado

Produtores de Sorriso alcançam 45% da área colhida de milho safrinha, com médias de 115 sacas/hectare, superando projeções iniciais.

A colheita do milho safrinha 2025/26 em Sorriso, no médio-norte de Mato Grosso, avança de forma consistente, atingindo cerca de 45% da área total até esta quarta-feira, 27 de maio. Os dados preliminares do Sindicato Rural da cidade indicam uma produtividade média de 115 sacas por hectare, surpreendendo positivamente os agricultores que enfrentaram um início de ciclo com irregularidade hídrica. 'As chuvas de abril foram decisivas para garantir o enchimento de grãos, e agora o tempo seco tem sido ideal para a colheita, minimizando perdas', afirma José Carlos de Oliveira, presidente do sindicato. A expectativa é que a produtividade se mantenha elevada nas próximas semanas, consolidando uma safra recorde para a região.

📌 Fonte: Sindicato Rural de Sorriso, Aprosoja-MT
Política Rural📅 27/05/2026 · 09h40

Setor Produtivo de MT Pressiona por Juros Acessíveis no Plano Safra 2026/27

Enquanto o governo federal finaliza o Plano Safra 2026/27, o agronegócio de Mato Grosso intensifica as articulações em Brasília, buscando taxas de juros mais acessíveis e maior volume de recursos para custeio e investimento.

Às vésperas do anúncio do Plano Safra 2026/27, previsto para junho, as entidades do agronegócio mato-grossense estão em plena mobilização para influenciar as decisões do governo federal. A principal demanda, segundo a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), é a garantia de taxas de juros mais competitivas, especialmente para custeio e linhas de investimento em tecnologia e sustentabilidade. "Com a alta taxa Selic e a inflação ainda em patamares elevados, é fundamental que o Plano Safra ofereça condições que não comprometam a rentabilidade do produtor", declara José Carlos Siqueira, presidente da Famato. A entidade defende um volume de recursos que supere os R$ 400 bilhões do plano anterior, com um incremento nas linhas para armazenagem e infraestrutura logística, pontos críticos para o escoamento da crescente produção do estado. Há também a expectativa por programas de apoio à agricultura de baixo carbono e estímulo à produção de bioenergia.

📌 Fonte: Famato, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa)
Manejo📅 27/05/2026 · 09h40

Produtores de Campo Verde Investem em Rotação de Culturas para Combater Nematoides na Soja

Com a colheita do algodão em andamento, produtores de Campo Verde intensificam o planejamento da rotação de culturas para a próxima safra de soja, focando no controle de nematoides e na melhoria da saúde do solo.

A importância da rotação de culturas tem ganhado destaque em Mato Grosso, especialmente em regiões com histórico de problemas com nematoides, como Campo Verde. Após a colheita do algodão, que oferece uma excelente opção para quebrar o ciclo de pragas da soja, os agricultores estão se preparando para o plantio da oleaginosa no segundo semestre. "A rotação com algodão, milho e, em alguns casos, braquiária, é fundamental para reduzir a população de nematoides e melhorar a estrutura do solo", afirma o engenheiro agrônomo Carlos Oliveira, consultor na região. Muitos produtores também estão investindo em análises de solo detalhadas para identificar as espécies de nematoides presentes e planejar as estratégias de controle mais eficazes, que podem incluir o uso de variedades resistentes de soja e produtos biológicos. "A sanidade do solo é a base para altas produtividades. Sem um bom manejo, o custo de controle aumenta muito e os rendimentos caem", complementa Oliveira.

📌 Fonte: Consultores Agronômicos, Produtores Rurais
Clima📅 27/05/2026 · 09h40

Chuvas Escassas Marcam Início da Estação Seca em MT, Preocupando para a Umidade do Solo Pós-Colheita

Mato Grosso encerra a estação chuvosa de 2025/26 com registros de veranicos em diversas regiões, impactando a umidade do solo. Meteorologistas alertam para a necessidade de monitoramento da umidade para o próximo ciclo.

A transição para a estação seca em Mato Grosso tem sido marcada por um regime de chuvas abaixo da média em várias localidades, especialmente no sul e leste do estado durante o período crucial de enchimento de grãos do milho e desenvolvimento final do algodão. Em Primavera do Leste, o acumulado de maio ficou cerca de 30% abaixo do esperado. "Embora o tempo seco agora seja ideal para a colheita, a escassez de chuvas mais cedo causou estresse hídrico em algumas lavouras e pode comprometer a reposição da umidade do solo para a próxima safra", explica Dra. Helena Costa, meteorologista da Climatempo MT. As previsões indicam um inverno com temperaturas amenas, mas poucas chances de chuvas significativas até setembro. Produtores estão atentos à previsão para o fenômeno La Niña em 2027, que historicamente pode trazer secas mais severas para o centro-oeste do Brasil, influenciando o planejamento de semeadura da soja 2026/27.

📌 Fonte: Climatempo MT, INMET, Produtores Rurais
Mercado📅 27/05/2026 · 09h40

Mercado de Grãos e Fibras em MT Sente Pressão de Oferta e Logística Global

O mercado de milho e algodão em Mato Grosso enfrenta desafios com a grande oferta interna e a complexidade da logística global. Preços sofrem ajustes, e o câmbio se mantém como fator crucial.

Com a aceleração da colheita de milho e o início do algodão, o mercado em Mato Grosso observa uma pressão natural de oferta. Os preços do milho no balcão em Tangará da Serra foram cotados a R$ 58,50/saca nesta semana, refletindo a entrada de grande volume do cereal. No algodão, a arroba da pluma fechou a R$ 108,00 na região de Campo Novo do Parecis, influenciada tanto pela expectativa de boa safra nacional quanto pelo cenário internacional de consumo têxtil. "Apesar da boa demanda internacional por nossos produtos, a escala da produção em Mato Grosso exige uma logística impecável, e qualquer gargalo reflete nos preços pagos ao produtor", avalia Pedro Diniz, analista de mercado de Cuiabá. A taxa de câmbio, atualmente em R$ 5,35 por dólar, também desempenha um papel importante, afetando tanto a rentabilidade das exportações quanto o custo dos insumos importados. A atenção está voltada para os portos e a capacidade de embarque, que será testada nos próximos meses.

📌 Fonte: Consultorias de Mercado, Bolsas Internacionais, Produtores
Soja, Mercado📅 27/05/2026 · 09h40

Vendas de Soja 2025/26 Atingem 88% em MT; Foco Agora é no Custo da Próxima Safra

A comercialização da safra de soja 2025/26 de Mato Grosso atinge 88% do volume total. Com o avanço das vendas, produtores já direcionam o foco para a aquisição de insumos para a safra 2026/27, monitorando a volatilidade dos custos.

Segundo dados atualizados do Imea, a comercialização da safra de soja 2025/26 em Mato Grosso alcançou 88% até meados de maio. O ritmo de vendas segue firme, impulsionado pela necessidade de capital para custear as operações da 2ª safra (milho e algodão) e pela janela de preços que se mostrou favorável no início do ano. Os preços médios no spot em Rondonópolis giram em torno de R$ 138,00/saca. "Conseguimos travar boa parte da safra em patamares razoáveis, o que nos dá fôlego", comenta Marcos Fernandes, produtor em Nova Mutum. Agora, o olhar dos produtores já está voltado para o planejamento da safra 2026/27. A aquisição antecipada de fertilizantes e defensivos está em pauta, em meio à volatilidade do mercado de insumos. A taxa de câmbio e os preços do petróleo são fatores cruciais que influenciam esses custos. "Estamos fazendo cotações e buscando as melhores condições para garantir os insumos, que representam uma fatia significativa do custo de produção", explica Fernandes, ressaltando a importância da gestão de risco neste período de incertezas econômicas globais.

📌 Fonte: Imea, Produtores Rurais
Algodão📅 27/05/2026 · 09h40

Colheita do Algodão 2025/26 Começa em Mato Grosso com Boas Expectativas de Qualidade

A colheita do algodão em caroço da safra 2025/26 teve início em Mato Grosso, com as primeiras estimativas indicando boa qualidade de fibra. A expectativa é de manutenção de bons rendimentos, apesar de alguns desafios climáticos pontuais.

As primeiras lavouras de algodão da safra 2025/26 começaram a ser colhidas em Mato Grosso, especialmente nas regiões de Campo Verde e Primavera do Leste. Embora o volume colhido ainda seja pequeno, os relatórios iniciais da indústria e dos produtores são animadores em relação à qualidade da fibra. "Temos visto um micronaire dentro da faixa ideal e boa resistência, o que é crucial para a comercialização", explica Roberto Almeida, agrônomo da Ampa (Associação Mato-Grossense dos Produtores de Algodão). A produtividade média projetada pelo Imea para a safra é de aproximadamente 300 arrobas de algodão em pluma por hectare, um leve aumento em relação ao ciclo anterior. No entanto, algumas áreas do oeste do estado, como Sapezal, enfrentaram períodos de veranico mais intensos, o que pode influenciar os rendimentos finais nessas localidades. A logística de transporte do algodão para as usinas e, posteriormente, para os portos, também será um ponto de atenção, assim como o milho, devido ao volume total da safra.

📌 Fonte: Ampa, Imea, Produtores e Agrônomos
Milho, Mercado⭐ Destaque📅 27/05/2026 · 09h40

Colheita do Milho 2ª Safra em MT Acelera com Bons Rendimentos, Mas Logística Preocupa

Produtores de milho do médio-norte de Mato Grosso relatam bons rendimentos na colheita da 2ª safra, que já atinge 35% do total. A produtividade média surpreende, mas o escoamento da safra e a capacidade de armazenagem já são pontos de atenção.

A colheita do milho safrinha 2025/26 em Mato Grosso avança rapidamente, impulsionada pelo tempo seco e ensolarado que tem predominado nas últimas semanas. De acordo com o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), até o dia 24 de maio, aproximadamente 35% da área total cultivada no estado já havia sido colhida. Municípios como Sorriso e Lucas do Rio Verde, no médio-norte, estão entre os mais adiantados, com produtividades que superam as expectativas iniciais. "Estamos vendo médias de 115 a 120 sacas por hectare em áreas bem manejadas, um excelente resultado considerando os desafios climáticos no início do plantio", afirma João Pedro Siqueira, produtor em Sorriso. No entanto, a euforia com os bons rendimentos é temperada pela preocupação com a infraestrutura de escoamento e a capacidade de armazenagem. Com o volume recorde esperado, que pode ultrapassar 50 milhões de toneladas, os preços do frete tendem a subir e a pressão sobre os silos já começa a ser sentida. "É um desafio de logística que se repete todo ano, mas com uma safra tão grande, a situação é mais crítica", comenta Ana Paula Rodrigues, analista de mercado da AgroConsultoria MT.

📌 Fonte: Imea, Produtores Locais, Analistas de Mercado
Política Rural📅 27/05/2026 · 09h03

Produtores de Mato Grosso Atentos aos Detalhes do Novo Plano Safra 2026/2027

A expectativa é alta entre os produtores rurais de Mato Grosso pela divulgação do Plano Safra 2026/2027, especialmente quanto aos juros e volumes de recursos.

Com o calendário agrícola se aproximando da entressafra e o foco voltando para o planejamento da safra 2026/2027, os produtores rurais de Mato Grosso aguardam com grande expectativa a divulgação do novo Plano Safra pelo Governo Federal. As principais preocupações giram em torno da taxa de juros para crédito de custeio e investimento, que tem sido um ponto sensível nos últimos anos. Representantes de entidades como a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) e a Aprosoja-MT têm participado ativamente das discussões, defendendo a necessidade de um plano robusto, com taxas de juros subsidiadas e volumes de recursos adequados para atender à crescente demanda do agronegócio mato-grossense, que responde por uma parte significativa da produção nacional de grãos e fibras. A expectativa é que o anúncio oficial ocorra em meados de junho, trazendo maior previsibilidade para os investimentos do setor.

📌 Fonte: Famato, Aprosoja-MT, Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa)
Manejo📅 27/05/2026 · 09h03

Manejo de Resíduos do Milho Safrinha Essencial para a Saúde do Solo em Sapezal

Em Sapezal, a correta gestão dos resíduos da colheita do milho safrinha é vital para manter a matéria orgânica e a fertilidade do solo, preparando-o para a próxima safra.

Com a colheita do milho safrinha em pleno vapor na região de Sapezal, um dos maiores produtores de grãos e fibras do estado, o manejo dos resíduos culturais ganha importância estratégica. Técnicos da Empresa Mato-Grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) e agrônomos locais enfatizam a necessidade de manter a palhada do milho na superfície do solo. Essa prática, fundamental para o sistema de plantio direto, ajuda a proteger o solo contra a erosão, a reduzir a amplitude térmica, a conservar a umidade e a promover o incremento de matéria orgânica. Além disso, a decomposição da palhada libera nutrientes gradualmente, contribuindo para a fertilidade do solo e reduzindo a necessidade de fertilizantes na próxima safra de soja. Produtores que adotam boas práticas de manejo de resíduos têm reportado melhor desempenho de suas lavouras e maior sustentabilidade a longo prazo.

📌 Fonte: Empaer, Consultorias Agronômicas Locais
Clima📅 27/05/2026 · 09h03

Tempo Seco Favorece Colheita em Nova Mutum, mas Alerta para Umidade do Solo em Junho

As condições de tempo seco e ensolarado em Nova Mutum são ideais para a colheita do milho e algodão, mas a falta de chuvas levanta preocupações para a próxima safra.

As condições meteorológicas em Nova Mutum, no médio-norte de Mato Grosso, têm sido predominantemente secas e ensolaradas nas últimas semanas, um cenário ideal para o avanço da colheita do milho safrinha e do algodão. De acordo com o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (Cptec/Inpe), a ausência de chuvas significativas e as temperaturas amenas, com máximas em torno de 30°C e mínimas de 18°C, facilitam o trabalho de campo e garantem a qualidade dos grãos e fibras. No entanto, a prolongada estiagem começa a acender um alerta para a umidade do solo, crucial para a preparação das lavouras para a próxima safra de soja 2026/2027. Produtores e agrônomos monitoram de perto os modelos climáticos, que indicam a manutenção do padrão seco para o mês de junho, podendo impactar o desenvolvimento de pastagens e o planejamento do plantio futuro.

📌 Fonte: Cptec/Inpe, Notícias Agrícolas
Mercado📅 27/05/2026 · 09h03

Dólar Estável e CBOT em Queda Pressionam Cotações Locais em Rondonópolis

Embora o dólar se mantenha estável em R$ 5,20, a queda nas bolsas internacionais de Chicago (CBOT) para milho e soja impacta negativamente os preços dos grãos em Rondonópolis.

O mercado de grãos em Rondonópolis, principal hub logístico do sul de Mato Grosso, opera sob pressão nesta semana. Apesar da estabilidade do dólar, cotado em torno de R$ 5,20, as baixas recentes nas bolsas de Chicago (CBOT) para o milho e a soja têm ditado o ritmo das negociações. O contrato de milho para julho na CBOT registrou queda de quase 2% nos últimos dias, refletindo a boa perspectiva de safra nos Estados Unidos e a abundante oferta global. Para a soja, a pressão vem da colheita sul-americana e de estoques confortáveis. Produtores locais, que já enfrentam desafios com a armazenagem e o escoamento, observam suas margens serem ainda mais corroídas. Analistas de mercado indicam que a volatilidade deve persistir, com o olhar atento à demanda chinesa e a eventuais ajustes climáticos nos EUA.

📌 Fonte: Bolsa de Chicago (CBOT), Analistas de Mercado Agropecuário
Algodão📅 27/05/2026 · 09h03

Qualidade do Algodão em Primavera do Leste Impulsiona Exportações, mas Logística Pesa

A colheita do algodão em Primavera do Leste avança com fibras de excelente qualidade, fortalecendo a demanda externa. Custos logísticos continuam sendo um entrave.

A safra de algodão 2025/2026 em Primavera do Leste, uma das principais regiões produtoras de Mato Grosso, está em pleno andamento, com cerca de 15% da área colhida até o momento. As análises preliminares indicam uma fibra de excelente qualidade, com boa resistência e micronaire, características muito valorizadas pelo mercado internacional. Essa qualidade tem impulsionado a demanda por parte de indústrias asiáticas, com contratos já fechados a preços competitivos em dólar. No entanto, o setor ainda enfrenta o desafio dos altos custos logísticos para o transporte da pluma até os portos, que representam uma fatia considerável do valor final do produto. A Associação Mato-Grossense dos Produtores de Algodão (Ampa) projeta uma produção total para o estado de 2,7 milhões de toneladas de pluma, mantendo Mato Grosso como líder nacional na produção.

📌 Fonte: Ampa, Sindicato Rural de Primavera do Leste
Milho⭐ Destaque📅 27/05/2026 · 09h03

COLHEITA DO MILHO SAFRINHA EM CAMPO NOVO DO PARECIS ATINGE 40% COM PRODUTIVIDADE RECORDE E DESAFIO DE ARMAZENAGEM

A colheita do milho safrinha 25/26 avança a 40% em Campo Novo do Parecis, com produtividade média de 120 sacas/hectare. O desafio agora é a capacidade de armazenagem e os preços pressionados.

A colheita do milho safrinha em Campo Novo do Parecis, polo agrícola do médio-norte de Mato Grosso, alcançou 40% da área total semeada até esta quarta-feira, 27 de maio de 2026. Os números preliminares do Sindicato Rural da região indicam uma produtividade média impressionante de 120 sacas por hectare, superando as expectativas iniciais e estabelecendo um novo recorde para a região. Contudo, o cenário de alta oferta impõe desafios significativos. Os preços médios do milho no mercado local estão em torno de R$ 58,00/saca, um patamar considerado baixo pelos agricultores, que veem suas margens de lucro apertadas devido aos custos de produção elevados. A capacidade de armazenagem torna-se um gargalo, com silos e armazéns lotados ou com filas para descarregamento, gerando custos adicionais e preocupação com a qualidade do grão. Especialistas alertam para a necessidade de soluções logísticas urgentes para escoar a produção recorde.

📌 Fonte: Sindicato Rural de Campo Novo do Parecis, Cooperativa Agropecuária do Parecis (Coopercaps)
Soja📅 27/05/2026 · 09h03

Baixa Comercialização da Soja 25/26 Preocupa Produtores de Sorriso

Produtores de Sorriso seguram vendas da safra 25/26 diante de preços desfavoráveis, com apenas 70% da produção comercializada até o momento.

A safra de soja 2025/2026 em Mato Grosso foi marcada por alta produtividade, mas a comercialização da oleaginosa segue em ritmo lento, especialmente na região de Sorriso. De acordo com o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), apenas 70% da produção estadual foi vendida até o final de maio, um índice abaixo da média histórica para o período. Produtores do maior município produtor de grãos do país relatam que os preços atuais, que giram em torno de R$ 125,00/saca, não cobrem as expectativas de rentabilidade e preferem estocar a mercadoria. A valorização do dólar tem ajudado a amortecer a queda nas cotações internacionais, mas a pressão da oferta global e a demanda chinesa incerta mantêm o mercado cauteloso. A expectativa é que o ritmo de vendas melhore com o avanço da colheita do milho e a necessidade de liberar armazéns.

📌 Fonte: Imea, Sindicato Rural de Sorriso
Política Rural📅 27/05/2026 · 09h01

Ferrogrão e BR-163: Atrasos persistem, mas obras geram expectativa para escoamento da safra 2026/27

As obras da Ferrogrão e a duplicação de trechos da BR-163, apesar de atrasos, continuam sendo a principal aposta para desafogar o escoamento da safra de Mato Grosso a partir de 2026/27, com o governo federal prometendo celeridade.

O governo federal reafirmou o compromisso com a infraestrutura de Mato Grosso, prometendo celeridade nas obras que visam otimizar o escoamento da produção agrícola. A tão aguardada Ferrogrão, que ligaria Sinop ao porto de Miritituba (PA), ainda aguarda definições judiciais e ambientais, mas as discussões avançam com a promessa de um novo cronograma até o final do ano. Paralelamente, a duplicação de trechos da BR-163, principalmente entre Sinop e Miritituba, continua em andamento, embora com atrasos significativos em algumas frentes de trabalho. "Precisamos desesperadamente que essas obras saiam do papel. Nossa competitividade fica comprometida com os altos custos de frete e a lentidão no escoamento", declarou o presidente da Famato, Vilmondes Cândido. A expectativa é que, mesmo que gradualmente, a conclusão de novos trechos da BR-163 e um avanço concreto na Ferrogrão possam começar a impactar positivamente os custos logísticos já para a safra 2026/27, reduzindo a dependência exclusiva do transporte rodoviário para o Sul do país.

📌 Fonte: FAMATO, Ministério dos Transportes, ANTT.
Manejo📅 27/05/2026 · 09h01

Desafios no manejo de pragas e doenças exigem novas estratégias em Campo Verde

Produtores de Campo Verde enfrentam crescentes desafios com a resistência de pragas e doenças, exigindo a adoção de novas tecnologias e a rotação de culturas para garantir a sustentabilidade e produtividade das lavouras.

A pressão de pragas como a Spodoptera frugiperda (lagarta-do-cartucho) no milho e a Helicoverpa armigera no algodão continua sendo um desafio constante para os agricultores de Campo Verde. Além disso, a incidência de doenças como a ferrugem asiática na soja, mesmo após a colheita, e doenças foliares no milho safrinha exige um manejo fitossanitário cada vez mais integrado e eficiente. Relatos de falhas no controle com produtos tradicionalmente utilizados têm aumentado, indicando um avanço da resistência. "Não dá mais para usar sempre o mesmo grupo químico. Precisamos rotacionar princípios ativos, usar refúgio para pragas e investir em biodefensivos e manejo cultural", afirma o consultor agrônomo Marcos Vinícius, que atua na região. A rotação de culturas, com a inclusão de braquiária e crotalária, tem sido uma ferramenta importante para quebrar o ciclo de pragas e doenças e melhorar a saúde do solo, garantindo a sustentabilidade das próximas safras.

📌 Fonte: Fundação MT, Consultores Agrônomos, Produtores de Campo Verde.
Clima📅 27/05/2026 · 09h01

Chuvas abaixo da média preocupam na reta final da safrinha em Tangará da Serra

A ausência de chuvas significativas nas últimas semanas em Tangará da Serra e região acende um alerta para as lavouras de milho e algodão em fase de enchimento de grãos, podendo impactar a produtividade final.

Produtores de Tangará da Serra e municípios vizinhos estão apreensivos com o déficit hídrico que se instalou na região nas últimas duas semanas. As chuvas, que deveriam ser mais regulares para as lavouras de milho e algodão em estágios mais avançados de enchimento de grãos e formação de maçãs, foram esparsas e de baixo volume. Dados do INMET mostram que a precipitação acumulada em maio na região é 40% menor que a média histórica. "As lavouras que foram plantadas mais tarde e que não receberam chuvas adequadas nos últimos dias podem ter uma quebra de produtividade. O estresse hídrico nessa fase é crítico", explica a agrônoma Ana Paula Souza. A previsão para os próximos 10 dias indica continuidade do tempo seco, com elevação das temperaturas, o que agrava a situação. A umidade do solo diminui rapidamente, e a preocupação se estende para o risco de incêndios na vegetação remanescente, conforme a estação seca se aproxima.

📌 Fonte: INMET, Agência Climatempo, Sindicato Rural de Tangará da Serra.
Mercado📅 27/05/2026 · 09h01

Mercado de grãos em baixa: Cotações pressionadas e preocupação com o escoamento em Rondonópolis

As cotações da soja e do milho operam em baixa no porto de Santos e na B3, refletindo a ampla oferta global e a demanda enfraquecida. Em Rondonópolis, o polo logístico sente a pressão com fretes em alta.

O mercado de commodities agrícolas opera com viés de baixa nesta segunda-feira (27/05/2026), impactando diretamente os produtores mato-grossenses. A saca de 60 kg de milho para entrega imediata em Rondonópolis é negociada em média a R$ 56,00, enquanto a soja está em R$ 122,00/saca. No porto de Paranaguá, o milho para julho/26 registra US$ 4,50/bushel e a soja US$ 11,80/bushel. A pressão vem da boa safra norte-americana de soja e milho e da desaceleração econômica em importantes mercados consumidores, como a China. A desvalorização do real frente ao dólar, que opera a R$ 5,30, oferece algum alívio para os exportadores, mas não reverte a tendência de queda nas cotações em dólar. Em Rondonópolis, principal polo logístico do estado, os terminais de transbordo operam com alta demanda para escoamento, elevando os custos de frete rodoviário, que já subiram 8% nas últimas duas semanas para o porto. "Temos volume, mas a rentabilidade está sendo apertada pelos preços e pela logística. É preciso ter cautela na hora de travar as vendas", alerta um operador do mercado local.

📌 Fonte: B3, Safras & Mercado, Terminais de Rondonópolis.
Soja📅 27/05/2026 · 09h01

Produtividade recorde da soja 25/26 em Lucas do Rio Verde não garante margens robustas

Apesar da safra de soja 2025/26 ter registrado produtividade média de 65 sc/ha em Lucas do Rio Verde, o aumento nos custos de produção e a queda nos preços finais resultaram em margens de lucro apertadas para os produtores.

A safra de soja 2025/26, já totalmente colhida no estado, deixou um saldo agridoce para os produtores de Lucas do Rio Verde. Com uma produtividade média de 65 sacas por hectare, impulsionada por condições climáticas favoráveis na fase final do ciclo, esperava-se um ano de bons lucros. No entanto, a realidade do mercado e o cenário de custos alteraram essa perspectiva. Segundo análise da Aprosoja-MT, os custos de produção da soja para a safra 2025/26 alcançaram patamares históricos, impulsionados pela alta dos fertilizantes e defensivos. Com o preço médio da saca de soja negociado em torno de R$ 125,00/saca (FOB porto) no pico da colheita, muitos produtores viram suas margens serem corroídas. "Foi uma safra para pagar as contas, sem grande acúmulo de capital. Tivemos uma grande safra em volume, mas não em rentabilidade líquida", afirma João Pedro, produtor local. A expectativa agora se volta para a comercialização do volume restante e para o planejamento da safra 2026/27, com produtores buscando estratégias para otimizar os custos de insumos.

📌 Fonte: Aprosoja-MT, IMEA, Produtores de Lucas do Rio Verde.
Algodão📅 27/05/2026 · 09h01

Sapezal celebra avanço da colheita de algodão com fibra de excelente qualidade

A colheita do algodão em Sapezal, MT, atingiu 20% da área, revelando fibra de alta qualidade e rendimentos iniciais promissores, mesmo com a pressão nos preços internacionais.

Os produtores de Sapezal, no médio-norte mato-grossense, estão comemorando os primeiros resultados da colheita de algodão. Com 20% da área já colhida, as amostras de pluma têm apresentado índices de qualidade superiores à média histórica, com comprimento de fibra (staple) acima de 30mm e resistência (strength) elevada. "A genética adaptada e o manejo sanitário foram cruciais para essa qualidade superior. Isso pode nos dar um diferencial na comercialização", comenta Pedro Álvares, diretor de produção de uma grande fazenda na região. A produtividade inicial também é animadora, com médias entre 280 e 300 arrobas de algodão em caroço por hectare em áreas irrigadas. Apesar da excelente performance no campo, o mercado externo tem pressionado as cotações, com o contrato futuro de algodão na ICE operando abaixo dos 75 centavos de dólar por libra-peso. A expectativa é que a demanda da indústria têxtil asiática reaqueça no segundo semestre, mas a competitividade do algodão brasileiro dependerá da manutenção do câmbio e da agilidade logística.

📌 Fonte: ABRAPA, Sindicato Rural de Sapezal, Consultorias Agrícolas.
Milho 2ª Safra⭐ Destaque📅 27/05/2026 · 09h01

Produtores de Sorriso comemoram produtividade, mas preços do milho geram cautela

A colheita do milho safrinha avança em Sorriso, Mato Grosso, com produtividades superando as expectativas iniciais, chegando a médias de 115 sacas por hectare em algumas áreas. Contudo, a valorização do dólar não tem sido suficiente para sustentar os preços da saca no mercado futuro, gerando preocupação entre os produtores.

A colheita da segunda safra de milho no maior município produtor de grãos de Mato Grosso, Sorriso, atingiu 45% de sua área total até o fim da semana passada, segundo dados do IMEA. Os primeiros resultados apontam para uma média de produtividade de 115 sacas por hectare (sc/ha) em lavouras de médio a alto investimento, um incremento de 5% em relação à safra anterior e superando as projeções iniciais que apontavam para 108 sc/ha. A qualidade do grão também é satisfatória, com bom peso específico. No entanto, o cenário de preços é o principal ponto de atenção. Enquanto o dólar se mantém em patamar elevado, em torno de R$ 5,30, a cotação do milho na bolsa B3 para vencimento em julho opera na casa dos R$ 58,00/saca, abaixo do custo de produção para muitos. "A produtividade está nos salvando, mas a margem de lucro está espremida. Precisamos de um dólar mais alto ou de uma recuperação das cotações internacionais para que a conta feche com folga", analisa o produtor Carlos Eduardo Ferreira. A logística para escoamento da safra recorde também preocupa, com projeções de aumento nos custos de frete nas próximas semanas.

📌 Fonte: IMEA, Sindicato Rural de Sorriso, Produtores Locais.
Manejo📅 27/05/2026 · 08h59

Pesquisadores Focam em Manejo Integrado de Pragas Pós-Colheita de Milho em Tangará da Serra

Com a colheita do milho safrinha avançando, a atenção dos produtores em Tangará da Serra se volta para o manejo de pragas pós-colheita, especialmente a cigarrinha do milho (Dalbulus maidis), visando evitar a proliferação para futuras lavouras.

A Embrapa, em parceria com cooperativas e sindicatos rurais de Tangará da Serra, está intensificando as orientações sobre o manejo integrado de pragas após a retirada do milho dos campos. A cigarrinha do milho, vetor de doenças como o enfezamento, continua sendo uma grande preocupação para a região, com relatos de focos em algumas áreas. 'A destruição da palhada logo após a colheita e o vazio sanitário para o milho são medidas cruciais para quebrar o ciclo da praga e reduzir a fonte de inóculo para a próxima safra', afirma o pesquisador da Embrapa, Dr. Marcos Vinícius Toledo. Além disso, a rotação de culturas com espécies não hospedeiras, como braquiárias e outras gramíneas forrageiras, é incentivada para reduzir a população da praga no solo e manter a saúde do ecossistema. A conscientização e a adoção de tecnologias de monitoramento são fundamentais para garantir a sustentabilidade da produção de milho no médio e longo prazo na região.

📌 Fonte: Embrapa Agrossilvipastoril, Sindicato Rural de Tangará da Serra
Clima📅 27/05/2026 · 08h59

Previsão de Chuvas Isoladas Pode Retardar Colheita do Milho e Algodão no Médio-Norte de MT

Meteorologistas alertam para a possibilidade de chuvas isoladas e de baixa intensidade em algumas áreas do médio-norte de Mato Grosso nos próximos dias, podendo causar atrasos pontuais na colheita do milho safrinha e do algodão.

Após um período de tempo predominantemente seco, ideal para as operações de colheita, os modelos climáticos indicam uma mudança. 'Esperamos pancadas rápidas e isoladas, principalmente entre os dias 28 e 30 de maio, em municípios como Nova Ubiratã e Sorriso', explica a meteorologista Ana Paula Costa. Embora as precipitações não sejam volumosas, com volumes esperados entre 5 e 15 mm, podem ser suficientes para umedecer os grãos de milho e a pluma de algodão, exigindo a interrupção temporária das máquinas por 24 a 48 horas. Isso acende um alerta para os produtores que estão em estágios avançados de colheita, pois atrasos podem aumentar os riscos de perdas e elevar os custos de secagem para o milho e diminuir a qualidade da fibra do algodão devido à umidade excessiva e sujidades. O ideal é aproveitar ao máximo as janelas de tempo firme antes da chegada das chuvas.

📌 Fonte: ClimaTempo, INMET, Consultorias Meteorológicas
Mercado📅 27/05/2026 · 08h59

Volatilidade no Dólar e Cenário Global Pressionam Negociações de Grãos em Rondonópolis

O mercado de grãos em Rondonópolis, principal polo logístico de Mato Grosso, enfrenta um período de intensa volatilidade, com a cotação do dólar e as incertezas geopolíticas globais impactando as decisões de compra e venda.

As tradings e cooperativas de Rondonópolis observam de perto as flutuações do dólar, que tem oscilado entre R$ 5,05 e R$ 5,15 nos últimos dias. Essa variação, somada à expectativa sobre a safra americana de milho e soja, que está em fase de plantio e monitoramento climático, cria um ambiente de cautela nas negociações. 'Muitos produtores estão segurando as vendas do milho safrinha, esperando um melhor posicionamento da moeda ou alguma alta nas cotações internacionais que compense os prêmios negativos', afirma um analista de mercado de uma grande trading local. Os prêmios de exportação para a soja, apesar de já ter encerrado a colheita, também são influenciados, afetando os contratos futuros. A pressão logística com o escoamento de milho e algodão em plena colheita via ferrovia e rodovia também eleva os custos e impacta o preço final ofertado ao produtor, especialmente em períodos de alta demanda por frete.

📌 Fonte: Bolsas de Mercadorias (B3, Chicago Board of Trade), Tradings em Rondonópolis
Soja📅 27/05/2026 · 08h59

Produtores de Soja em Sorriso Avaliam Rentabilidade Pós-Safra e Planejam 26/27

Com a safra 2025/26 de soja já consolidada, produtores de Sorriso e Sinop fazem balanço da rentabilidade e começam a projetar o planejamento para a próxima safra, com foco na gestão de custos e diversificação.

A safra de soja 2025/26 em Mato Grosso, com produtividade média estimada em 62 sacas por hectare, deixou um cenário misto para os agricultores. Em Sorriso, capital nacional do agronegócio, muitos produtores relatam que a valorização do dólar no período de comercialização ajudou a compensar a queda nos preços internacionais da oleaginosa. 'Apesar dos desafios com a janela de plantio e alguns focos de doenças no início do ciclo, conseguimos uma boa safra. Mas a margem ficou apertada em relação a anos anteriores devido aos custos crescentes', comenta Ademir Martins, produtor rural. Agora, o foco se volta para a safra 2026/27. As discussões incluem a aquisição antecipada de insumos, a rotação de culturas com milho e algodão, e a busca por cultivares mais resistentes e adaptadas às mudanças climáticas. A preocupação com a sustentabilidade e a pegada de carbono da produção também ganha espaço nas decisões.

📌 Fonte: Aprosoja-MT, Produtores de Sorriso
Algodão📅 27/05/2026 · 08h59

Qualidade da Fibra de Algodão Colhido em Lucas do Rio Verde Supera Expectativas

Os primeiros lotes de algodão colhidos em Lucas do Rio Verde e Nova Mutum apresentam excelentes índices de qualidade de fibra, com destaque para comprimento e resistência, impulsionando o otimismo entre cotonicultores.

A colheita do algodão em Mato Grosso, que se inicia com mais intensidade em maio, já revela resultados promissores em termos de qualidade. Análises de laboratório para as amostras de pluma colhidas nas primeiras fazendas de Lucas do Rio Verde e Nova Mutum indicam um Staple (comprimento de fibra) médio de 36 milímetros e uma Força (resistência) acima de 29 gf/tex, números considerados excelentes pelo mercado. 'Essa qualidade é fruto de um manejo fitossanitário muito rigoroso e das condições climáticas favoráveis durante o desenvolvimento da lavoura. Isso nos dá uma vantagem competitiva no mercado internacional', explica o engenheiro agrônomo Paulo Henrique Silva, de uma fazenda da região. Apesar dos custos operacionais da colheita serem elevados, a expectativa é que a alta qualidade compense, garantindo prêmios na comercialização futura. A ABRAPA estima que a produção de algodão em pluma no estado pode superar 2,2 milhões de toneladas na safra 2025/26.

📌 Fonte: ABRAPA, Laboratórios de Classificação de Fibra, Agrônomos Locais
Milho📅 27/05/2026 · 08h59

Colheita do Milho Safrinha em Mato Grosso Atinge 45%, Com Preços Sob Pressão

A colheita do milho safrinha 2025/26 em Mato Grosso atingiu 45,3% da área plantada, segundo o IMEA, registrando produtividades satisfatórias, mas enfrentando um cenário de preços spot em queda no mercado interno.

Produtores de Campo Novo do Parecis e Sapezal estão acelerando a colheita do milho segunda safra, impulsionados pelo clima seco nos últimos dias. O Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (IMEA) informou que o avanço representa um ritmo similar ao da safra anterior, com as expectativas de produtividade mantidas em torno de 110 sacas por hectare em média, ligeiramente acima da média histórica. No entanto, a saca de milho tem sido negociada em torno de R$ 55,00 em algumas regiões, valor que preocupa os agricultores e fica abaixo do ponto de equilíbrio para muitos. 'Estamos entregando o grão com boa qualidade, mas o preço está abaixo do que esperávamos. A capacidade de armazenagem e a pressão de venda para quitar custeios estão influenciando', comenta Carlos Eduardo, produtor em Campo Novo do Parecis. A pressão vendedora dos produtores, aliada à valorização do dólar frente ao real, mas com o mercado internacional atento à safra dos EUA, cria um ambiente de cautela.

📌 Fonte: IMEA, Produtores Locais
Política Rural⭐ Destaque📅 27/05/2026 · 08h59

Governo Federal Anuncia Linha de Crédito Inovadora para Armazenagem e Sustentabilidade em MT

O Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) detalhou hoje um novo pacote de linhas de crédito com condições especiais para investimentos em armazenagem e práticas sustentáveis no agronegócio mato-grossense, visando mitigar perdas e promover a gestão ambiental.

O anúncio feito em Brasília, mas com impacto direto em Mato Grosso, estabelece que produtores rurais poderão acessar recursos para a construção e ampliação de armazéns, essenciais para a safra recorde de milho e algodão esperada. A linha Pró-Armazenagem, por exemplo, terá taxas de juros reduzidas e prazos estendidos, focando em projetos que aumentem a capacidade estática e reduzam perdas pós-colheita. 'Esta é uma medida crucial para garantirmos a infraestrutura necessária e evitarmos gargalos logísticos que historicamente penalizam o produtor na hora da comercialização', afirmou o Secretário de Política Agrícola do MAPA, Dr. João Carlos Palhares, durante a coletiva. Produtores de municípios como Sinop e Sorriso, que enfrentam desafios de capacidade de armazenagem, veem com otimismo a iniciativa, aguardando os trâmites burocráticos para acesso aos recursos que podem impulsionar o desenvolvimento e a sustentabilidade no setor. A expectativa é que as primeiras liberações ocorram a partir do segundo semestre de 2026.

📌 Fonte: MAPA, Sindicato Rural de Sinop
política rural📅 27/05/2026 · 04h31

Plano Safra 2026/2027: Expectativas por Juros Mais Competitivos e Expansão do Crédito Rural em Debate

O setor produtivo de Mato Grosso, incluindo associações e sindicatos, intensifica as discussões e propostas para o Plano Safra 2026/2027, com foco na redução das taxas de juros, expansão das linhas de crédito e fomento à inovação e sustentabilidade.

À medida que a colheita do milho e algodão avança, o foco da política rural se volta para a construção do Plano Safra 2026/2027. Lideranças do agronegócio de Mato Grosso, representadas pela Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (FAMATO) e demais entidades, estão em fase de articulação com o Ministério da Agricultura e o Ministério da Fazenda em Brasília. As principais reivindicações incluem a revisão das taxas de juros, consideradas altas para o atual cenário de mercado e custos de produção, a ampliação dos recursos para crédito de custeio e investimento, e a criação de linhas de fomento específicas para a agricultura de baixo carbono e a irrigação. 'Precisamos de um Plano Safra que reflita a importância do setor e ofereça condições para que o produtor continue investindo em tecnologia e sustentabilidade', afirma um representante da FAMATO. A expectativa é que o anúncio oficial ocorra em meados de junho, trazendo diretrizes claras para o financiamento da próxima temporada agrícola.

📌 Fonte: FAMATO, Ministério da Agricultura e Pecuária
Manejo📅 27/05/2026 · 04h31

Manejo Integrado de Pragas Ganha Destaque em Querência para Próxima Safra de Soja

Produtores de Querência, MT, investem em estratégias de Manejo Integrado de Pragas (MIP) para a safra 26/27 de soja, buscando reduzir custos com defensivos e aumentar a sustentabilidade da produção frente à resistência de insetos.

Com a experiência das últimas safras, que registraram desafios crescentes no controle de pragas como a mosca-branca e o percevejo, produtores de Querência, no Vale do Araguaia, estão intensificando a adoção do Manejo Integrado de Pragas (MIP) para a safra de soja 2026/2027. O MIP, que combina monitoramento constante, uso de controle biológico e rotação de culturas, visa reduzir a dependência de defensivos químicos e combater a resistência de pragas. 'A sustentabilidade e a redução de custos são prioridades. O MIP nos permite aplicar defensivos de forma mais assertiva e em menor volume, protegendo o meio ambiente e o bolso', explica o produtor rural Marcos Almeida. As consultorias agrícolas da região promovem treinamentos e dias de campo, mostrando a eficiência do monitoramento e da tomada de decisão baseada em dados, contribuindo para uma agricultura mais resiliente e eficiente.

📌 Fonte: EMATER-MT, Consultorias Agrícolas Locais
Clima📅 27/05/2026 · 04h31

Clima Seco Preocupa na Transição para a Estiagem em Sinop, Atingindo Pastagens e Recursos Hídricos

A região de Sinop e Rondonópolis, MT, observa a intensificação do período de seca, com volumes de chuva muito abaixo da média para maio, impactando a qualidade das pastagens e o planejamento da irrigação para a próxima safra.

Mato Grosso já sente os efeitos da transição para a estação seca, com as regiões norte e sul do estado registrando baixos volumes de precipitação em maio. Em Sinop, os pluviômetros indicam apenas 30% da média histórica para o mês, enquanto Rondonópolis apresenta cenário similar. 'A seca mais pronunciada do que o usual para esta época já está afetando as pastagens e os níveis de água em algumas represas', afirma Cláudio Reis, meteorologista do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC). Essa condição é benéfica para a finalização da colheita do milho e algodão, permitindo que as máquinas operem sem impedimentos. Contudo, a preocupação se volta para a pecuária e para o planejamento da irrigação de lavouras de ciclo mais longo, como as safras de inverno. A expectativa é de um junho ainda mais seco, típico da estação, sem grandes perspectivas de chuvas significativas antes de setembro.

📌 Fonte: CPTEC/INPE, EMBRAPA Agrossilvipastoril
Mercado⭐ Destaque📅 27/05/2026 · 04h31

Dólar a R$ 5,28 Impulsiona Liquidez no Mercado de Grãos de Mato Grosso

A valorização do dólar frente ao real, cotado a R$ 5,28 nesta quarta-feira, tem sido um fator crucial para a liquidez no mercado de milho e algodão em Mato Grosso, incentivando a comercialização da safra corrente e aliviando a pressão sobre os preços internos.

O mercado de commodities agrícolas em Mato Grosso respira mais aliviado com a cotação do dólar, que atingiu R$ 5,28 nesta quarta-feira, 27 de maio de 2026. A moeda americana valorizada frente ao real torna os produtos brasileiros mais competitivos no cenário internacional, impulsionando as exportações e garantindo maior liquidez para a safra de milho e algodão que está sendo colhida. 'É um alívio para o produtor. A alta do dólar minimiza a pressão de baixa que a oferta abundante de milho safrinha poderia causar e sustenta os preços do algodão, mesmo com as preocupações de qualidade', analisa Pedro Guedes, analista de mercado de Cuiabá. A valorização cambial tem permitido que os preços internos, que operavam com prêmios negativos em relação à Bolsa de Chicago (CBOT), se recuperem, melhorando a rentabilidade do agricultor mato-grossense. No entanto, o custo de insumos importados também é impactado, o que exige planejamento cuidadoso para a próxima safra.

📌 Fonte: XP Investimentos, IMEA
Soja📅 27/05/2026 · 04h31

Produtores de Soja em Primavera do Leste Avaliam Estratégias para a Safra 26/27 Frente à Volatilidade

Com a comercialização da safra 25/26 praticamente concluída, produtores de Primavera do Leste, MT, já planejam a próxima safra, focando na compra antecipada de insumos e monitorando os preços da soja em Chicago para otimizar a rentabilidade futura.

A safra de soja 2025/2026 está em fase final de comercialização na região de Primavera do Leste, com a maioria dos produtores buscando liquidar os estoques restantes. Agora, o foco se volta para a safra 2026/2027. A volatilidade do mercado internacional, impulsionada pelas cotações na Bolsa de Chicago (CBOT) e pela variação cambial, tem levado os produtores a adotarem estratégias mais conservadoras na compra de insumos. 'Estamos acompanhando de perto os movimentos do dólar e as cotações futuras da soja. A antecipação inteligente na compra de fertilizantes e defensivos é crucial para proteger as margens, mas é preciso cautela', explica o agrônomo Carlos Mendes, que atende a produtores da região. A expectativa é de manutenção da área plantada, mas com maior ênfase na eficiência e na redução de custos por hectare para enfrentar possíveis cenários de preços menos favoráveis.

📌 Fonte: IMEA, Analistas de Mercado
Algodão📅 27/05/2026 · 04h31

Qualidade da Fibra Preocupa Produtores de Algodão em Campo Verde Durante Colheita

A colheita do algodão em Campo Verde, MT, avança para 30% da área, mas as chuvas tardias de abril geram preocupação com a qualidade da fibra e o potencial impacto nos prêmios de comercialização.

A safra de algodão 2025/2026 em Mato Grosso segue para a fase crucial da colheita, com a região de Campo Verde registrando 30% da área já colhida. Embora os volumes iniciais estejam dentro das expectativas, há um alerta crescente entre os produtores e as algodoeiras sobre a qualidade da fibra. As chuvas atípicas e intensas registradas em meados de abril, durante a fase de abertura das maçãs, podem ter comprometido o Índice Micronaire e a uniformidade da fibra. 'Estamos atentos aos resultados das análises. Uma fibra com qualidade inferior pode significar deságio no preço final, impactando a rentabilidade', afirma Roberto Costa, produtor local. A Associação Matogrossense dos Produtores de Algodão (AMPA) monitora a situação de perto, orientando os produtores sobre o manejo pós-colheita e as melhores práticas de armazenamento para mitigar perdas de qualidade.

📌 Fonte: AMPA, Sindicato Rural de Campo Verde
Milho📅 27/05/2026 · 04h31

Colheita de Milho Safrinha em Sorriso Supera Expectativas com Produtividade Elevada

A colheita do milho safrinha na região de Sorriso, MT, atinge 45% com produtividade média de 110 sacas por hectare, surpreendendo positivamente os produtores e impulsionando o otimismo para o escoamento da safra.

Avançam a passos largos os trabalhos de colheita do milho safrinha 2025/2026 no médio-norte de Mato Grosso. Em Sorriso, considerado a Capital Nacional do Agronegócio, os dados mais recentes do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA) indicam que 45% da área cultivada já foi colhida até o dia 26 de maio. A produtividade média verificada é de excelentes 110 sacas por hectare (sc/ha), superando as projeções iniciais que giravam em torno de 100 sc/ha. A qualidade do grão também tem sido satisfatória, com baixos índices de umidade e impurezas. Produtores como João Carlos Pereira, de Sorriso, relatam que o clima favorável nas fases finais de enchimento de grão foi crucial para o bom desempenho. O mercado local reagiu com cautela, mas a expectativa é que a oferta abundante possa pressionar os preços, exigindo atenção à comercialização.

📌 Fonte: IMEA, Sindicato Rural de Sorriso
Terça-feira, 26 de Maio de 2026
Política Rural📅 26/05/2026 · 04h31

Debates sobre Ferrogrão e Liberação de Crédito Rural Marcam Cenário Político-Agrícola em MT

A pauta da política rural em Mato Grosso é dominada pela expectativa de avanços no projeto da Ferrogrão e pela liberação das linhas de crédito para a próxima safra, cruciais para a competitividade do setor.

A conclusão da colheita do milho e algodão em Mato Grosso volta os holofotes para as discussões em torno de projetos estruturantes e políticas de financiamento. O projeto da Ferrogrão, que visa conectar o centro-oeste produtor aos portos do Arco Norte, continua sendo um tema central em Brasília, com representantes do agronegócio mato-grossense, como a Acrimat e a Famato, pressionando por sua viabilização. A expectativa é que, com a estabilização política, o processo de licenciamento e investimentos ganhe novo fôlego. Paralelamente, a liberação das linhas de crédito rural para o Plano Safra 2026/2027 já está no radar. Produtores e cooperativas aguardam com ansiedade as taxas de juros e os volumes de recursos disponíveis para o Pronaf e Pronamp, que são essenciais para o custeio e investimento na próxima safra, considerando que a alta dos insumos exige maior capital de giro.

📌 Fonte: Famato, Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa)
Manejo📅 26/05/2026 · 04h31

Desafios no Manejo da Spodoptera Frugiperda na Safrinha de Milho Demandam Monitoramento Constante

A lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) continua sendo um dos principais desafios fitossanitários na safrinha de milho em Mato Grosso, exigindo monitoramento intensivo e estratégias de manejo integrado.

Mesmo com a colheita avançando, a lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) permanece como uma preocupação constante para os produtores de milho que ainda têm lavouras em fases de desenvolvimento mais tardias ou naquelas onde o ataque foi mais severo. Em municípios como Nova Mutum e Tapurah, onde o milho é uma cultura fundamental, a pressão da praga exigiu a aplicação de defensivos específicos. Pesquisadores da Embrapa alertam para a importância do manejo integrado de pragas (MIP), combinando variedades Bt, rotação de culturas e o uso racional de inseticidas, para evitar a seleção de populações resistentes e minimizar perdas de produtividade, que podem chegar a 40% em casos de infestação não controlada. O monitoramento contínuo das lavouras é crucial para identificar a presença da praga e tomar decisões assertivas sobre o controle.

📌 Fonte: Embrapa Milho e Sorgo, Imea
Clima📅 26/05/2026 · 04h31

Chuvas Pontuais e Estiagem em Partes de MT Impactam Ritmo da Colheita e Preparo do Solo

As condições climáticas em Mato Grosso apresentam contrastes, com chuvas pontuais dificultando a colheita em algumas áreas e a estiagem em outras regiões acelerando o processo, mas exigindo atenção ao preparo do solo.

O cenário climático em Mato Grosso é heterogêneo. Enquanto em algumas microrregiões do sul do estado chuvas mais intensas têm atrasado o avanço da colheita do milho, impactando a umidade dos grãos e exigindo maior custo com secagem, em outras áreas do médio-norte, o tempo seco predominante tem sido ideal para o ritmo acelerado das máquinas. A previsão para os próximos 15 dias, segundo o Inmet, indica a persistência de tempo predominantemente seco na maior parte do estado, com temperaturas elevadas, variando entre 20°C e 35°C. Essa condição é favorável à finalização da colheita, mas também levanta preocupações com a umidade do solo para a safrinha de milho tardia ou para o início do preparo para a próxima safra de soja, exigindo atenção dos produtores em relação à conservação da palhada e manejo hídrico.

📌 Fonte: Inmet, Climatempo
Mercado⭐ Destaque📅 26/05/2026 · 04h31

Flutuações Globais e Câmbio Pressionam Preços do Milho e Algodão em Mato Grosso

O mercado de commodities agrícolas em Mato Grosso enfrenta um cenário de volatilidade, com a desvalorização do real frente ao dólar e as incertezas geopolíticas globais impactando diretamente os preços recebidos pelos produtores de milho e algodão.

A cotação do dólar, que tem oscilado em torno de R$ 5,30 nos últimos dias, apesar de inicialmente favorável às exportações, não tem sido suficiente para sustentar os preços internos do milho e do algodão em Mato Grosso, que seguem pressionados. A forte oferta da safra brasileira de milho, combinada com a perspectiva de uma safra recorde nos EUA e as tensões geopolíticas no Leste Europeu, criam um ambiente de incerteza nos mercados futuros. Em Cuiabá, analistas do setor apontam que a liquidez para o milho no spot está aquém do esperado para este período de colheita. Para o algodão, a demanda internacional se mantém aquecida, mas a flutuação do câmbio e a competição com outros produtores mundiais exigem estratégias de comercialização mais agressivas por parte dos exportadores, repassando parte da pressão aos produtores. A recomendação é para que os agricultores monitorem de perto as oportunidades de venda e travem preços futuros.

📌 Fonte: Cepea/Esalq, B3, Canal Rural
Soja📅 26/05/2026 · 04h31

Planejamento da Safra 2026/27 de Soja Começa com Olho nos Custos e na Renovação de Variedades

Produtores de soja em Mato Grosso iniciam o planejamento da próxima safra (2026/27) focados na otimização de custos e na busca por novas variedades que ofereçam maior resistência e produtividade.

Embora o foco atual seja a colheita do milho e algodão, o planejamento para a safra 2026/27 de soja já está a pleno vapor em Mato Grosso. Produtores de Primavera do Leste e Rondonópolis, em particular, estão analisando cuidadosamente o cenário de custos, que permanece elevado para fertilizantes e defensivos. A busca por variedades de soja mais adaptadas às condições climáticas regionais, com maior potencial produtivo e resistência a doenças como a ferrugem asiática, é uma prioridade. Especialistas da Aprosoja-MT alertam para a importância de uma análise criteriosa do custo-benefício dos insumos e da antecipação das compras para mitigar riscos, em um ambiente de preços futuros da soja que, embora promissores, exigem gestão eficiente para garantir a rentabilidade.

📌 Fonte: Aprosoja-MT, Embrapa Soja
Algodão📅 26/05/2026 · 04h31

Qualidade do Algodão de MT Surpreende no Início da Colheita e Impulsiona Expectativas de Exportação

A colheita do algodão em Mato Grosso, iniciada em meados de maio, revela uma fibra de excelente qualidade, gerando otimismo para as exportações e o atendimento à demanda da indústria têxtil global.

Com aproximadamente 8% da área colhida até o momento, a safra 2025/2026 de algodão em Mato Grosso desponta com uma fibra de qualidade superior, especialmente nas regiões de Campo Novo do Parecis e Sapezal. Relatórios preliminares do IMAmt (Instituto Mato-Grossense do Algodão) apontam para um elevado índice de fibras mais longas e resistentes, características valorizadas no mercado internacional. Este cenário reforça a liderança do estado como maior produtor e exportador de pluma do Brasil. A expectativa é que, com a continuidade das boas condições climáticas para a colheita, a qualidade se mantenha, impulsionando a competitividade do algodão mato-grossense e assegurando contratos favoráveis no mercado asiático e europeu, onde a demanda por fibra sustentável e de alta qualidade permanece robusta.

📌 Fonte: IMAmt, ABRAPA
Milho📅 26/05/2026 · 04h31

Colheita de Milho Safrinha em MT Acelera com Boa Produtividade, Mas Logística Preocupa

A colheita do milho segunda safra em Mato Grosso atingiu 45% da área plantada, com produtividades animadoras em algumas regiões, embora desafios logísticos e a pressão sobre os preços sejam pontos de atenção.

Produtores de municípios como Sorriso e Lucas do Rio Verde relatam uma aceleração na colheita do milho segunda safra (safrinha), impulsionada por janelas de tempo firme. Dados do IMEA (Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária) indicam que a colheita alcançou 45% da área cultivada até 24 de maio de 2026, superando o ritmo do ano passado. As produtividades médias têm se mostrado satisfatórias, com relatos de 100 a 115 sacas por hectare em algumas áreas do médio-norte. Contudo, a proximidade da colheita do algodão e o escoamento da soja remanescente já começam a gerar preocupações logísticas, com possíveis aumentos nos fretes e pressão sobre os preços recebidos pelo produtor, que já enfrentam cotações desafiadoras no mercado internacional.

📌 Fonte: IMEA, Sindicato Rural de Sorriso
Segunda-feira, 25 de Maio de 2026
Política Rural📅 25/05/2026 · 04h31

Plano Safra 2026/27 em Discussão: Produtores de MT Pedem Taxas de Juros Mais Atrativas e Ampliação de Linhas de Crédito

As discussões sobre o Plano Safra 2026/27 já se iniciaram, e os produtores de Mato Grosso, representados por entidades do setor, pressionam por taxas de juros mais competitivas e a ampliação das linhas de crédito para investimento e custeio.

Cuiabá, MT – À medida que a safra 2025/26 se encerra, as atenções se voltam para o planejamento do próximo ano agrícola e as políticas de apoio governamental. Em Cuiabá, representantes da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) e da Aprosoja-MT estão ativamente engajados nas discussões com o governo federal para a elaboração do Plano Safra 2026/27. A principal reivindicação dos produtores é a revisão das taxas de juros, consideradas elevadas e um entrave para o investimento e o crescimento sustentável do agronegócio mato-grossense. 'Precisamos de linhas de crédito com juros mais justos, que reflitam a realidade de um setor que gera riqueza e alimentos para o país e para o mundo', afirma Fernando Mendes, presidente da Aprosoja-MT. Além disso, a pauta inclui a ampliação dos recursos para programas de investimento em infraestrutura de armazenagem e transporte, cruciais para o escoamento da crescente produção. A expectativa é que o novo Plano Safra seja anunciado em junho, trazendo diretrizes claras para o financiamento da produção agrícola.

📌 Fonte: Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) e Aprosoja-MT
Manejo📅 25/05/2026 · 04h31

Produtores de MT Investem em Manejo Pós-Colheita e Tecnologias de Agricultura de Precisão para Próximas Safras

Com a colheita em andamento, produtores de Querência e Nova Mutum já planejam o manejo pós-safra, com foco em rotação de culturas, adubação de cobertura e adoção de ferramentas de agricultura de precisão para otimizar os resultados futuros.

Querência, MT – Em meio à colheita do milho e algodão, a mente dos produtores rurais de Mato Grosso já está voltada para o futuro. O manejo pós-colheita e o planejamento para as próximas safras ganham destaque, com foco na sustentabilidade e aumento da produtividade. Em Querência, a rotação de culturas com braquiária e crotalária está sendo intensificada para aprimorar a saúde do solo e o controle de nematoides. Já em Nova Mutum, a adoção de tecnologias de agricultura de precisão, como mapeamento de fertilidade via drones e máquinas com taxa variável, tem se popularizado. 'A tecnologia nos permite ser mais eficientes, aplicando insumos exatamente onde são necessários. Isso reduz custos e melhora a produtividade a longo prazo', explica Roberto Silva, engenheiro agrônomo e consultor na região de Nova Mutum. A preocupação com a resistência de pragas e doenças também impulsiona a busca por novas formulações de defensivos e estratégias de manejo integrado, visando a resiliência das lavouras em cenários futuros.

📌 Fonte: Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato)
Clima📅 25/05/2026 · 04h31

Condições Climáticas Favoráveis Aceleram Secagem do Milho e Aliviam Preocupações com Umidade em MT

O tempo firme e a baixa umidade relativa do ar têm sido aliados na colheita do milho safrinha em Mato Grosso, otimizando a secagem natural dos grãos e reduzindo custos para os produtores.

Tangará da Serra, MT – As condições climáticas predominantes em Mato Grosso nas últimas semanas têm sido ideais para a colheita do milho safrinha e o início do algodão. Com dias ensolarados, temperaturas amenas e, principalmente, baixa umidade relativa do ar (chegando a 30-40% no período da tarde), a secagem natural dos grãos tem sido acelerada. Isso tem permitido que produtores de regiões como Tangará da Serra e Nova Mutum colham o milho com teores de umidade abaixo de 14%, o que reduz significativamente a necessidade de secagem artificial e, consequentemente, os custos com energia e tempo. 'Estamos aproveitando cada dia de sol. O milho está vindo muito bom, seco, e isso representa uma economia grande pra gente', relata João Carlos, produtor rural em Tangará da Serra. A previsão para os próximos 10 dias indica a manutenção de tempo firme e poucas chances de chuva, o que deve garantir o avanço tranquilo da colheita e a boa qualidade dos grãos de milho e fibras de algodão.

📌 Fonte: Climatempo (Previsão para Mato Grosso)
Mercado📅 25/05/2026 · 04h31

Câmbio e CBOT Impulsionam Volatilidade no Mercado Agrícola de MT para Milho e Algodão

O mercado agrícola mato-grossense está em compasso de espera, com o câmbio e as cotações internacionais na Bolsa de Chicago (CBOT) ditando a volatilidade para milho e algodão em plena colheita.

Cuiabá, MT – O cenário de comercialização para o milho e algodão em Mato Grosso é marcado pela instabilidade, influenciada principalmente pela taxa de câmbio e pelos movimentos na Bolsa de Chicago (CBOT). Com o dólar negociado na casa dos R$ 5,20, a valorização do real pressiona as cotações em moeda local, desafiando a rentabilidade dos produtores de municípios como Tangará da Serra e Campo Verde. No CBOT, o milho tem oscilado em torno de US$ 4,50/bushel, enquanto o algodão flutua próximo de 80 centavos de dólar por libra-peso, ambos sob a influência de previsões de safra global e demanda. Os fretes rodoviários, por sua vez, registram um leve aumento devido à intensificação da colheita e à maior demanda por transporte, encarecendo os custos de escoamento. 'É um momento de muita atenção. O produtor precisa estar muito bem informado para tomar decisões de venda, buscando o equilíbrio entre a necessidade de caixa e a expectativa de melhores preços', analisa Rogério Dantas, analista de commodities em Cuiabá. A incerteza geopolítica global também adiciona uma camada de complexidade ao ambiente de negócios.

📌 Fonte: Análise de Mercado Agrícola (Cuiabá)
Soja📅 25/05/2026 · 04h31

Mercado da Soja Pós-Colheita em MT: Vendas Lentas e Foco na Comercialização da Safra 2026/27

Após uma safra recorde, a comercialização da soja 2025/26 em Mato Grosso desacelera, com produtores cautelosos diante da volatilidade. O foco agora se volta para a fixação de preços da próxima safra (2026/27).

Cuiabá, MT – Com a colheita da soja 2025/26 encerrada há meses, o mercado em Mato Grosso apresenta um ritmo de vendas mais lento. Produtores de Primavera do Leste e Rondonópolis, que já armazenaram grande parte de sua produção, demonstram cautela em vender, esperando melhores janelas de preço. Segundo o Imea, cerca de 75% da safra foi comercializada até o momento, um percentual abaixo da média histórica para o período. A queda nos preços da soja na Bolsa de Chicago (CBOT), aliada à valorização do real frente ao dólar, tem pressionado as cotações internas. 'Estamos monitorando de perto o cenário internacional e o câmbio. A expectativa é que os preços melhorem com a demanda chinesa no segundo semestre', comenta Ana Paula, consultora de mercado em Rondonópolis. Paralelamente, a fixação de preços para a safra 2026/27 já começou, com cerca de 10% da produção futura negociada, um movimento estratégico para mitigar riscos.

📌 Fonte: Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea)
Algodão📅 25/05/2026 · 04h31

Algodão de MT Inicia Colheita com Expectativa de Fibra de Alta Qualidade e Preços Firmes

A colheita do algodão em Mato Grosso começou pontualmente, com as primeiras fibras sendo colhidas em Campo Verde e Sapezal. A qualidade da pluma é o grande destaque, impulsionando otimismo entre os cotonicultores e no mercado.

Cuiabá, MT – A cultura do algodão em Mato Grosso entra em sua fase de colheita, com os primeiros trabalhos de campo registrados nas últimas semanas. Municípios como Campo Verde e Sapezal lideram a vanguarda, reportando uma qualidade de fibra excepcional, com bons índices de micronaire e comprimento. As condições climáticas recentes, com chuvas bem distribuídas durante o ciclo vegetativo e um final de ciclo mais seco, contribuíram para o desenvolvimento da pluma. A expectativa é que a produtividade média fique em torno de 290 arrobas por hectare de algodão em caroço. No mercado, os contratos futuros para entrega em portos brasileiros se mantêm firmes, refletindo a demanda global e a alta qualidade da fibra mato-grossense. 'Acreditamos em uma safra que não só atingirá bons volumes, mas que se destacará pela qualidade, o que nos dá uma boa vantagem competitiva internacionalmente', afirma Ricardo Almeida, presidente da Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa). A colheita deve ganhar força ao longo de junho, com os produtores atentos à logística e aos custos de beneficiamento.

📌 Fonte: Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa)
Milho⭐ Destaque📅 25/05/2026 · 04h31

Colheita do Milho Safrinha em MT Acelera e Projeções Indicam Safra Recorde com Desafios Logísticos

A colheita do milho safrinha em Mato Grosso atinge 35% da área plantada, com projeções de produtividade acima da média histórica. Sorriso e Lucas do Rio Verde lideram o avanço, mas a infraestrutura de escoamento já levanta preocupações.

Cuiabá, MT – A safra 2025/2026 de milho safrinha em Mato Grosso segue em ritmo acelerado, com 35% da área total já colhida até 24 de maio, segundo dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). As lavouras nos municípios de Sorriso e Lucas do Rio Verde, principais polos produtores, apresentam produtividade média entre 115 e 120 sacas por hectare, superando as expectativas iniciais e a média dos últimos cinco anos, que gira em torno de 105 sacas/ha. A qualidade do grão colhido é considerada excelente, com baixo teor de umidade, resultado de um período seco favorável nas últimas semanas. No entanto, o volume expressivo da produção, que pode ultrapassar 50 milhões de toneladas, já acende um alerta para a capacidade de armazenamento e escoamento. 'Estamos vendo filas nos armazéns e uma busca intensa por frete. É um gargalo que se repete e exige soluções estruturais', comenta Carlos Eduardo, analista de mercado da AgroConsultoria de Cuiabá. A expectativa é que o ritmo de colheita se intensifique nas próximas semanas, com a chegada das máquinas às regiões mais tardias do estado.

📌 Fonte: Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea)
Domingo, 24 de Maio de 2026
Política Rural📅 24/05/2026 · 04h31

Governo Federal anuncia R$ 1 bilhão para modernização de rodovias em Mato Grosso, beneficiando escoamento da safra

Um pacote de investimentos de R$ 1 bilhão foi anunciado pelo Governo Federal para infraestrutura rodoviária em Mato Grosso, visando otimizar o escoamento da produção agrícola e reduzir custos logísticos.

Em um movimento aguardado pelo setor, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério dos Transportes anunciaram hoje um aporte de R$ 1 bilhão para obras de infraestrutura rodoviária no estado de Mato Grosso. Os recursos serão destinados à recuperação e ampliação de trechos estratégicos, como a BR-163 e a BR-070, fundamentais para o transporte da produção de grãos e fibras das regiões produtoras até os portos. Segundo o Ministro da Agricultura, a iniciativa visa reduzir os custos logísticos, que representam uma parcela significativa no custo final das commodities, podendo chegar a 25% do valor do produto. Produtores e associações, como a Aprosoja-MT, receberam a notícia com otimismo, ressaltando que a melhoria das estradas é crucial para a competitividade do agronegócio mato-grossense, que enfrenta gargalos logísticos há anos, especialmente durante o pico de escoamento das safras. As obras estão previstas para iniciar no segundo semestre de 2026, com foco na durabilidade e capacidade de tráfego pesado.

📌 Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), Aprosoja-MT
Manejo📅 24/05/2026 · 04h31

Investimento em Manejo de Solo Pós-Colheita ganha força em Tangará da Serra para a safra 2026/2027

Produtores de Tangará da Serra intensificam práticas de manejo de solo e uso de culturas de cobertura para garantir a fertilidade e sustentabilidade das próximas lavouras.

Com a colheita do milho e algodão em fase final, o foco dos produtores de Tangará da Serra se volta para o manejo do solo e o planejamento da safra 2026/2027. A adoção de práticas como a rotação de culturas, plantio direto e o uso de culturas de cobertura, como braquiária e crotalária, tem crescido exponencialmente. Segundo agrônomos da região, essas técnicas são cruciais para a recuperação da matéria orgânica, fixação de nitrogênio e controle de nematoides, além de auxiliar na conservação da umidade do solo, um fator crítico para a próxima semeadura da soja. O engenheiro agrônomo Carlos Eduardo Mota, da Cooperativa Agropecuária de Tangará da Serra, destaca que 'investir no solo é investir no futuro da lavoura, garantindo produtividade e reduzindo a dependência de insumos químicos a longo prazo'. Há um movimento crescente de conscientização sobre a importância da sustentabilidade e da saúde do solo como pilares da produtividade contínua.

📌 Fonte: Cooperativa Agropecuária de Tangará da Serra, Agrônomos locais
Clima📅 24/05/2026 · 04h31

Fim das Chuvas em Mato Grosso acelera colheita, mas preocupa com umidade para semeadura futura em Sinop

A transição para o período seco favorece a colheita do milho e algodão em Sinop, mas a escassez de chuvas pode impactar o planejamento da próxima safra de soja e atrasar o plantio.

O clima em Mato Grosso entra em uma fase de transição, com a diminuição gradual das chuvas, característica desta época do ano. Nas regiões de Sinop e entorno, a seca se acentua, um fator positivo para a finalização da colheita do milho safrinha e do algodão, que necessitam de tempo seco para evitar perdas e garantir a qualidade do grão e fibra. No entanto, a Agritempo alerta que a escassez de precipitações nos próximos meses, característica do período de entressafra, levanta preocupações para a próxima safra de soja 2026/2027. Uma seca prolongada pode atrasar o plantio da soja, geralmente iniciado em setembro, impactando o calendário agrícola e, consequentemente, o plantio da safrinha subsequente. Produtores já começam a monitorar os modelos climáticos e a considerar estratégias de manejo de solo para conservar a umidade e mitigar riscos.

📌 Fonte: Agritempo, Produtores rurais de Sinop
Mercado📅 24/05/2026 · 04h31

Desvalorização do Real frente ao Dólar anima exportadores de grãos em Rondonópolis

A recente depreciação do Real brasileiro frente ao Dólar americano tem sido vista com otimismo pelos exportadores de commodities agrícolas de Rondonópolis, beneficiando a rentabilidade das vendas.

O mercado de câmbio tem gerado discussões no agronegócio mato-grossense. Nos últimos dias, o Real brasileiro registrou uma desvalorização de cerca de 2% frente ao Dólar, com a moeda americana sendo negociada próxima a R$ 5,30. Esta movimentação, embora possa impactar outros setores da economia, é vista com bons olhos pelos exportadores de grãos e fibras em Rondonópolis, um dos maiores terminais intermodais do estado. Segundo analistas do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), a alta do dólar eleva a receita em reais para os produtores que vendem suas safras em moeda estrangeira, melhorando a competitividade do produto brasileiro no mercado global. A expectativa é que essa valorização cambial possa destravar parte da soja e milho ainda armazenados, especialmente para vendas com entrega futura. Contudo, o cenário de incertezas políticas e econômicas globais mantém o mercado volátil e exige atenção constante dos agentes.

📌 Fonte: Cepea, Corretores de grãos em Rondonópolis
Soja📅 24/05/2026 · 04h31

Produtores de Sapezal seguram soja remanescente à espera de melhores preços

Com cerca de 30% da safra 2025/2026 de soja ainda nos armazéns, agricultores de Sapezal buscam reverter o cenário de preços pressionados no primeiro quadrimestre do ano.

Apesar da colheita da soja 2025/2026 ter sido finalizada há semanas, a comercialização no Mato Grosso ainda enfrenta desafios. Em Sapezal, importante município produtor, estima-se que aproximadamente 30% da safra colhida permanece nos armazéns. Muitos produtores optaram por segurar o grão, aguardando uma valorização dos preços que foram pressionados por uma safra sul-americana abundante e a demanda chinesa volátil. Segundo analistas da Agrinvest, o preço da saca de 60 kg na região tem oscilado entre R$ 125 e R$ 130, um patamar considerado apertado para cobrir os custos de produção e obter margens satisfatórias. A expectativa é que a sazonalidade e a possível retomada da demanda global possam oferecer janelas de comercialização mais atrativas no segundo semestre, mas a decisão de segurar o grão implica em custos de armazenagem e exposição a variações cambiais. A estratégia é arriscada, mas busca maximizar a rentabilidade em um cenário de custos crescentes.

📌 Fonte: Agrinvest, Sindicato Rural de Sapezal
Algodão📅 24/05/2026 · 04h31

Qualidade da Fibra de Algodão em Campo Verde surpreende e impulsiona negociações

A colheita do algodão em Campo Verde revela fibras de alta qualidade, superando expectativas e valorizando o produto no mercado internacional, com laudos iniciais promissores.

A safra 2025/2026 de algodão em Mato Grosso, que atualmente se encontra em plena fase de colheita, tem mostrado resultados promissores na qualidade da fibra. Em Campo Verde, um dos principais polos produtores, os primeiros laudos indicam fibras com excelente comprimento, resistência e micronaire, características muito valorizadas pelos compradores internacionais. A ABRAPA (Associação Brasileira dos Produtores de Algodão) reporta que cerca de 20% da área total já foi colhida no estado, e a expectativa é que a média de pluma por hectare se mantenha em patamares elevados, acima de 2.000 kg/ha. Produtores como Pedro Henrique Silva, da Fazenda Santo Antônio, destacam que a combinação de um bom pacote tecnológico e as condições climáticas favoráveis durante o desenvolvimento da cultura foram cruciais para este desempenho superior. A alta qualidade tem impulsionado as negociações futuras e fortalecido a posição do algodão mato-grossense no mercado global, com expectativa de valorização no prêmio da fibra.

📌 Fonte: ABRAPA, Sindicato Rural de Campo Verde
Milho⭐ Destaque📅 24/05/2026 · 04h31

Colheita do Milho Safrinha avança em MT com expectativa de boa produtividade em Sorriso

Produtores de Sorriso e região reportam avanço significativo na colheita do milho safrinha, com médias iniciais superando 100 sacas por hectare, impulsionados por condições climáticas favoráveis.

A colheita do milho safrinha 2025/2026 no norte de Mato Grosso atinge cerca de 35% da área plantada, com destaque para a região de Sorriso. Dados preliminares do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (IMEA) indicam que a produtividade média na área colhida está em torno de 105 sacas por hectare (sc/ha), um patamar considerado excelente, impulsionado por condições climáticas favoráveis durante o desenvolvimento da cultura. Agricultores como João Carlos Pereira, de Sorriso, afirmam que, apesar de alguns desafios pontuais com pragas no início da safra, o manejo integrado e as chuvas bem distribuídas garantiram um bom enchimento de grãos. A expectativa é que o estado mantenha a projeção de uma safra recorde, superando 40 milhões de toneladas, caso as condições de colheita permaneçam favoráveis, com a qualidade dos grãos sendo um diferencial.

📌 Fonte: IMEA, Sindicato Rural de Sorriso
Sábado, 23 de Maio de 2026
Política Rural⭐ Destaque📅 23/05/2026 · 04h31

Plano Safra 2026/27: Produtores de MT Esperam Menos Juros e Mais Recursos para Inovação

Produtores e associações de Mato Grosso, como a Aprosoja-MT, expressam suas expectativas para o Plano Safra 2026/2027, que deve ser anunciado em junho. O foco está em taxas de juros mais acessíveis e mais recursos para tecnologia e sustentabilidade.

A contagem regressiva para o anúncio do Plano Safra 2026/2027 já começou, e as expectativas são altas entre os produtores rurais de Mato Grosso. A Aprosoja-MT, em conjunto com outras entidades do agronegócio, tem se reunido com representantes do governo federal para apresentar suas demandas, que giram em torno de taxas de juros mais competitivas e o aumento do volume de recursos para custeio e investimento. 'Esperamos um Plano Safra que reflita a importância do agronegócio para a economia brasileira, com juros que permitam ao produtor rural investir em tecnologia e infraestrutura, não apenas pagar o custo de produzir', afirma o presidente da Aprosoja-MT, em reunião realizada em Cuiabá. Atualmente, as taxas de juros do Plano Safra 2025/2026 variam entre 8% e 12% ao ano, dependendo da linha de crédito. Há uma forte pressão por uma redução para a casa dos 7% a 9%, especialmente para linhas de financiamento de máquinas e equipamentos e para práticas sustentáveis. Além disso, a pauta da política rural inclui o fortalecimento dos programas de seguro agrícola e o investimento em infraestrutura de escoamento, como a Ferrogrão, que é vista como crucial para a competitividade do milho e soja produzidos em municípios como Sinop e Guarantã do Norte.

📌 Fonte: Jornal do Agronegócio MT
Manejo📅 23/05/2026 · 04h31

Tecnologia de Manejo Integrado de Pragas Essencial na Safra 2025/26 de Milho e Algodão em MT

Produtores de Campo Verde e Querência investem em Manejo Integrado de Pragas (MIP) para garantir a produtividade e qualidade do milho safrinha e algodão, combatendo a Helicoverpa armigera e a Spodoptera frugiperda.

Em meio à colheita da safra 2025/2026 de milho e algodão, o manejo integrado de pragas (MIP) provou ser uma estratégia crucial para a rentabilidade dos produtores mato-grossenses. Em Campo Verde, a incidência de Spodoptera frugiperda (lagarta-do-cartucho) no milho safrinha exigiu monitoramento constante e o uso de biodefensivos, reduzindo a dependência de produtos químicos convencionais em 30% nas áreas que adotaram o MIP. Já em Querência, o desafio no algodão foi o bicudo (Anthonomus grandis) e a Helicoverpa armigera. A combinação de armadilhas com feromônio, liberação de inimigos naturais e pulverizações pontuais permitiu manter a infestação sob controle, resultando em uma economia de até R$ 150,00 por hectare em custos com defensivos. O uso de drones para mapeamento e aplicação localizada também ganhou destaque, otimizando o manejo e a sustentabilidade das lavouras em Mato Grosso.

📌 Fonte: Jornal do Agronegócio MT
Clima📅 23/05/2026 · 04h31

Previsão de Chuvas em Junho Alerta Produtores do Sudeste de MT para Final de Colheita

Após um período de seca, a previsão de chuvas para a primeira quinzena de junho no sudeste de Mato Grosso preocupa produtores que finalizam a colheita do milho e algodão, especialmente em Primavera do Leste e Rondonópolis.

O clima em Mato Grosso apresenta um cenário de contrastes para o final de maio de 2026. Enquanto o centro-norte do estado desfruta de tempo seco e ensolarado, ideal para a colheita do milho e algodão, a previsão para a primeira quinzena de junho aponta para um retorno das chuvas no sudeste mato-grossense. Essa inversão preocupa produtores em municípios como Primavera do Leste e Rondonópolis, onde a colheita do milho safrinha e do algodão ainda não foi totalmente finalizada. O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) indica volumes que podem variar entre 30mm e 60mm na região, o que, embora não seja um 'veranico', pode atrasar os trabalhos no campo, impactar a umidade dos grãos e a qualidade da fibra do algodão. A temperatura média em maio tem se mantido em torno de 28°C, ligeiramente acima da média histórica, mas sem grandes extremos que pudessem comprometer severamente o desenvolvimento das culturas.

📌 Fonte: Jornal do Agronegócio MT
Mercado📅 23/05/2026 · 04h31

Dólar Estável e CBOT em Queda Limitam Potencial de Alta para Commodities em MT

O cenário de câmbio estável em R$5,30/US$ e a pressão de queda nas bolsas internacionais, como a CBOT, criam um ambiente de cautela para os produtores de Mato Grosso na comercialização das safras de milho e algodão.

O mercado de commodities agrícolas para Mato Grosso, em 23 de maio de 2026, é marcado por um cenário de estabilidade cambial e ligeira pressão de baixa nas cotações internacionais. O dólar Ptax se mantém na faixa de R$ 5,30, fornecendo alguma previsibilidade, mas não a alavancagem de preços vista em anos anteriores. Na Bolsa de Chicago (CBOT), os contratos futuros de soja e milho registram pequenas quedas, influenciados pelas boas expectativas de safra nos Estados Unidos e pela desaceleração da demanda chinesa. Para o milho, o contrato de julho de 2026 está em torno de US$ 4,30/bushel. Em Rondonópolis, principal polo logístico do estado, os custos de frete para o porto de Santos estão em média R$ 250,00/tonelada para milho, um valor que corrói parte da rentabilidade em um cenário de preços estagnados. Analistas de mercado em Cuiabá aconselham cautela e a fixação de preços em picos pontuais, especialmente para o milho safrinha.

📌 Fonte: Jornal do Agronegócio MT
Algodão📅 23/05/2026 · 04h31

Sapezal Lidera Colheita de Algodão em MT; Qualidade da Fibra Preocupa em Áreas Pontuais

A colheita do algodão em Mato Grosso chega a 15% da área plantada, com Sapezal à frente. A qualidade da fibra tem sido um ponto de atenção devido às chuvas no final do ciclo em algumas regiões.

A fibra branca de Mato Grosso começa a ganhar volume nos galpões, com a colheita de algodão atingindo 15% da área total cultivada, segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA). O município de Sapezal, principal produtor do estado, lidera os trabalhos com aproximadamente 25% de sua área colhida. Embora os rendimentos iniciais estejam dentro do esperado, na casa das 300 arrobas/hectare de algodão em caroço, a qualidade da fibra tem gerado alguma preocupação em áreas que registraram chuvas volumosas no final de abril e início de maio. Em Campo Verde, produtores relatam a necessidade de atenção redobrada na classificação para evitar perdas de valor. O mercado segue atento às cotações na Bolsa de Nova York (ICE Futures US), com o contrato de julho de 2026 cotado a aproximadamente 79 centavos de dólar por libra-peso, mantendo a rentabilidade, mas exigindo fibra de alta qualidade.

📌 Fonte: Jornal do Agronegócio MT
Milho📅 23/05/2026 · 04h31

Colheita do Milho Safrinha em Campo Novo do Parecis Acelera, com Rendimentos Variáveis

A colheita do milho segunda safra em Mato Grosso avança significativamente, atingindo 40% da área, com destaque para Campo Novo do Parecis. Rendimentos variam, mas a média estadual se mantém em torno de 105 sacas/hectare.

A colheita do milho segunda safra (safrinha) em Mato Grosso já alcança 40% da área total cultivada até 23 de maio de 2026, um ritmo ligeiramente acima da média dos últimos cinco anos para o período, que é de 38%. A região Noroeste, com Campo Novo do Parecis na liderança, é a mais adiantada, com 55% da área colhida. Os rendimentos têm sido variáveis, com áreas que sofreram mais com o veranico de abril registrando médias de 80 sacas/hectare, enquanto outras, com condições climáticas mais favoráveis, superam as 120 sacas/hectare. A média estadual, no entanto, permanece em torno de 105 sacas/hectare, ligeiramente abaixo das expectativas iniciais de 110 sacas/hectare. Em Nova Mutum, o preço médio de balcão do milho está em R$ 58,00/saca, pressionado pela entrada da nova safra e pela capacidade de armazenamento.

📌 Fonte: Jornal do Agronegócio MT
Soja📅 23/05/2026 · 04h31

Mercado da Soja 25/26 em MT: Comercialização Atinge 70% com Olhos na Próxima Safra

Produtores de Sorriso e Lucas do Rio Verde avançam na comercialização da safra 2025/2026 de soja, que já alcança 70% do volume total, impulsionados pela valorização do câmbio e preocupações com a demanda global futura.

A safra 2025/2026 de soja em Mato Grosso caminha para o final da comercialização, com cerca de 70% do volume já negociado até o final de maio de 2026. Segundo dados do IMEA, a média histórica para este período é de 75%, indicando um ritmo ligeiramente mais lento, mas ainda robusto. Em Sorriso, a 'Capital Nacional do Agronegócio', a média de preço praticada para a soja FOB chegou a R$ 138,00/saca em abril, influenciada positivamente pela taxa de câmbio, que se manteve em torno de R$ 5,30/US$. Produtores de Lucas do Rio Verde reportam que a estratégia tem sido a de travar preços em momentos de alta, garantindo rentabilidade em um cenário de custos de produção elevados. A expectativa agora se volta para o planejamento da safra 2026/2027, com o custo de insumos, especialmente fertilizantes e defensivos, sendo o principal ponto de atenção.

📌 Fonte: Jornal do Agronegócio MT
Sexta-feira, 22 de Maio de 2026
Política Rural📅 22/05/2026 · 08h10

Plano Safra 2026/2027: Produtores de MT Buscam Melhorias no Acesso ao Crédito e Infraestrutura

Produtores e entidades de Mato Grosso articulam demandas junto ao governo federal para o próximo Plano Safra, com foco em linhas de crédito mais acessíveis e investimentos em logística.

Às vésperas do anúncio do Plano Safra 2026/2027, as lideranças do agronegócio mato-grossense, representadas pela Farsul e Aprosoja, intensificam as discussões em Cuiabá. As principais reivindicações incluem a ampliação do volume de recursos para crédito de custeio e investimento, a redução das taxas de juros para programas como Pronaf e Pronamp (atualmente em torno de 8% e 10% a.a., respectivamente), e a garantia de subvenção ao seguro rural. Além disso, a pauta de infraestrutura continua sendo prioritária, com a demanda por avanços nas obras de pavimentação de rodovias estaduais e federais e a aceleração de projetos como a Ferrogrão, essencial para a competitividade do transporte de grãos do Norte de Mato Grosso. O setor espera que o governo federal atenda às necessidades para garantir a sustentabilidade e expansão da produção.

📌 Fonte: Aprosoja MT, Farsul, Ministério da Agricultura
Manejo📅 22/05/2026 · 08h10

Desafios no Manejo de Pragas e Doenças do Milho Safrinha 2025/2026 em Nova Mutum

Produtores de Nova Mutum enfrentam desafios crescentes no controle da cigarrinha do milho e de doenças fúngicas, exigindo um manejo integrado e constante.

A safra de milho safrinha 2025/2026 em municípios como Nova Mutum e Lucas do Rio Verde tem exigido um manejo fitossanitário intensivo. A pressão da cigarrinha do milho (Dalbulus maidis), vetor do enfezamento, permanece alta, forçando os produtores a investirem em aplicações adicionais de inseticidas e na escolha de variedades mais tolerantes. Além disso, o aumento da incidência de doenças como a mancha branca e a ferrugem polisora tem sido notado, especialmente nas lavouras mais tardias. Agrônomos reforçam a importância do monitoramento constante, rotação de culturas, uso de sementes tratadas e aplicação de fungicidas preventivos e curativos para mitigar os impactos na produtividade, visando manter a média de produtividade acima das 100 sacas/ha.

📌 Fonte: EMPAER, Sindicato Rural de Nova Mutum
Clima📅 22/05/2026 · 08h10

Previsão Climática para o Final de Maio em MT: Chuvas Pontuais e Estabilidade para a Colheita

O final de maio em Mato Grosso deve ser marcado por tempo estável e chuvas isoladas, condições favoráveis para o avanço da colheita de milho e algodão, mas com alerta para a umidade em algumas regiões.

As previsões meteorológicas para os próximos 10 dias em Mato Grosso indicam um padrão de tempo mais seco e ensolarado, ideal para a continuidade da colheita do milho safrinha e do algodão, principalmente nas regiões Centro-Norte e Oeste do estado, como Sinop e Tangará da Serra. No entanto, há possibilidade de chuvas rápidas e isoladas em pontos específicos do Sul e Leste, o que exige atenção dos produtores para evitar paralisações ou problemas com a qualidade dos grãos. As temperaturas devem permanecer amenas durante a noite e elevadas durante o dia, com máximas em torno de 32°C. A umidade relativa do ar, por sua vez, tende a diminuir nas áreas mais secas, mas ainda dentro de níveis aceitáveis para a operação de máquinas.

📌 Fonte: INMET, Climatempo
Mercado⭐ Destaque📅 22/05/2026 · 08h10

Dólar em Alta e CBOT Volátil: Produtores de MT Sentem Pressão no Preço das Commodities

A valorização do dólar frente ao real e a instabilidade na Bolsa de Chicago (CBOT) criam um cenário de incerteza para os produtores de milho e algodão em Mato Grosso, impactando as decisões de comercialização.

A taxa de câmbio, que atingiu R$ 5,30/US$ nesta semana, somada à volatilidade nas cotações da Bolsa de Chicago (CBOT), tem gerado apreensão entre os produtores mato-grossenses. Enquanto o dólar valorizado tende a impulsionar as receitas de exportação, a queda nos futuros do milho (US$ 4,30/bushel) e do algodão (US$ 0,80/libra-peso) na CBOT tem neutralizado parte desse benefício. Em Cuiabá, analistas de mercado alertam que a conjugação desses fatores pressiona as margens de lucro, especialmente para o milho safrinha, cujos custos de produção se mantiveram elevados. Produtores estão reavaliando estratégias de venda, buscando janelas de oportunidade para fixar preços em patamares mais favoráveis, enquanto os fretes rodoviários, por sua vez, registram pequenas elevações, adicionando outro componente de custo.

📌 Fonte: Reuters, CBOT, IMEA
Soja📅 22/05/2026 · 08h10

Mercado da Soja em Mato Grosso: Poucas Negociações e Olhos Voltados para a Próxima Safra

Com a maior parte da safra 2025/2026 já comercializada, produtores de Primavera do Leste e Rondonópolis avaliam estratégias para a próxima safra em meio à volatilidade do mercado.

Após a colheita massiva da soja em Mato Grosso, o mercado para a safra 2025/2026 demonstra pouca movimentação, com a maioria dos grãos já negociada antecipadamente. Os preços internos em Rondonópolis e Primavera do Leste variam em torno de R$ 125-130 por saca, influenciados pela cotação da Bolsa de Chicago (CBOT) e pelo câmbio. A atenção dos produtores já se volta para a safra 2026/2027, com cerca de 15% da próxima safra já fixada em operações de barter ou vendas a termo, buscando garantir margens em um cenário de custos de insumos ainda elevados. A volatilidade dos preços e a expectativa de uma safra recorde na América do Sul no próximo ano mantêm os produtores cautelosos.

📌 Fonte: IMEA, Consultorias de Mercado
Algodão📅 22/05/2026 · 08h10

Algodão 2025/26: Colheita Inicia em Campo Novo do Parecis com Foco na Qualidade da Fibra

A colheita do algodão em Mato Grosso começou em regiões pontuais, com foco na manutenção da qualidade da fibra diante das condições climáticas do final do ciclo.

Produtores de Campo Novo do Parecis e Sapezal deram início à colheita do algodão da safra 2025/2026. Até o momento, menos de 5% da área total cultivada no estado foi colhida, concentrando-se nas lavouras semeadas mais cedo. A expectativa é de uma safra de alta qualidade, com foco na manutenção das características da fibra (comprimento, resistência e micronaire), que são cruciais para a valorização do produto no mercado internacional. As condições climáticas recentes, com alternância de períodos secos e chuvas isoladas, exigem atenção redobrada na programação da colheita para evitar a desvalorização da pluma por umidade excessiva ou manchas. O setor monitora o avanço da colheita e a demanda global.

📌 Fonte: AMPA, Sindicato Rural de Campo Novo do Parecis
Milho📅 22/05/2026 · 08h10

Colheita do Milho Safrinha em MT Acelera com Boas Perspectivas de Produtividade

Produtores de Sorriso e Lucas do Rio Verde avançam na colheita do milho safrinha, com expectativas de produtividade superando as projeções iniciais em algumas regiões.

A colheita do milho safrinha 2025/2026 em Mato Grosso atingiu cerca de 25% da área total até o dia 20 de maio, conforme dados do IMEA. Em municípios como Sorriso e Lucas do Rio Verde, o ritmo é intenso, impulsionado por condições climáticas favoráveis nas últimas semanas, com dias ensolarados e pouca umidade. As primeiras áreas colhidas indicam produtividades variando entre 105 e 115 sacas por hectare, ligeiramente acima da média histórica e das projeções iniciais que apontavam para 100 sacas/ha devido a um plantio mais tardio. No entanto, o preço do cereal no mercado interno segue como principal preocupação para os produtores, que buscam oportunidades de comercialização para cobrir os custos de produção.

📌 Fonte: IMEA, Sindicato Rural de Sorriso
Clima📅 22/05/2026 · 07h54

Clima Seco Favorece Colheita em MT, Mas Alerta para Umidade do Solo para Próxima Safra

O tempo seco e ensolarado tem sido um aliado fundamental para o avanço da colheita do milho e algodão em Mato Grosso. Contudo, a ausência de chuvas por um período prolongado levanta preocupações sobre os níveis de umidade do solo para o planejamento da safra 2026/27.

As últimas três semanas foram marcadas por tempo estável e ausência de chuvas significativas em grande parte de Mato Grosso, especialmente nas regiões Médio-Norte e Oeste do estado, onde a colheita do milho safrinha e do algodão está em pleno vapor. Em Tangará da Serra, por exemplo, o índice pluviométrico acumulado em maio não ultrapassa os 5 mm, ideal para a secagem natural dos grãos e plumas no campo. Essa condição climática tem acelerado os trabalhos, reduzindo perdas e custos com secagem artificial. No entanto, meteorologistas da Embrapa Agrossilvipastoril alertam que, se o período de estiagem se prolongar além do previsto para junho, a umidade do solo pode cair a níveis críticos, impactando o planejamento e o estabelecimento de culturas de cobertura ou mesmo o início do plantio da próxima safra de soja, previsto para setembro. Produtores em Campo Verde já monitoram a situação e consideram estratégias de manejo de palhada para conservar a umidade.

📌 Fonte: Embrapa Agrossilvipastoril e INMET
Mercado📅 22/05/2026 · 07h54

Mercado de Commodities em MT Pressionado pela Valorização do Dólar e Custos de Logística

O mercado de commodities agrícolas em Mato Grosso enfrenta um cenário desafiador, com a valorização do dólar pressionando as cotações internas e os altos custos logísticos impactando a rentabilidade dos produtores, especialmente do milho em colheita.

A dinâmica do mercado internacional e o cenário cambial têm gerado apreensão entre os produtores mato-grossenses. Com o dólar negociado na faixa de R$ 5,30 a R$ 5,35, as commodities agrícolas, embora cotadas em moeda estrangeira, sofrem um impacto direto nos preços internos, pois o custo de produção em reais se mantém elevado. A grande oferta de milho no mercado interno, proveniente da colheita da safrinha, contribui para uma pressão baixista adicional. Em Sinop, o frete para portos do sul do país alcança R$ 285 por tonelada de grãos, um aumento de 10% em relação ao ano passado. O custo de transporte representa uma fatia significativa do preço final do produto, corroendo as margens dos produtores, que precisam gerenciar o fluxo de caixa para a próxima safra. Analistas da Bolsa de Mercadorias de Cuiabá recomendam cautela e estratégias de hedge para mitigar riscos de oscilação de preços.

📌 Fonte: Bolsa de Mercadorias de Cuiabá e ANTT
Algodão📅 22/05/2026 · 07h54

Algodão Matogrossense Inicia Colheita com Expectativa de Fibra de Alta Qualidade

A colheita do algodão em Mato Grosso começou nas áreas mais adiantadas do estado, com expectativa de fibra de excelente qualidade, impulsionada por condições climáticas favoráveis durante o desenvolvimento da cultura e avanços no manejo.

As primeiras plumas da safra 2025/26 de algodão estão sendo colhidas em Mato Grosso, com aproximadamente 15% da área total já beneficiada, principalmente em Sapezal e Campo Verde. As condições climáticas, caracterizadas por chuvas regulares no período de formação dos capulhos e tempo seco agora na fase final, têm contribuído para uma fibra de alta qualidade, com boa micronaire e resistência. As indústrias de beneficiamento já recebem as primeiras cargas e confirmam o padrão superior. O mercado internacional acompanha o desempenho da fibra mato-grossense, com contratos futuros na ICE Futures acima dos 88 cents por libra-peso, animando os cotonicultores. A Associação Mato-Grossense dos Produtores de Algodão (AMPA) projeta que a safra de algodão em pluma deve superar as 2 milhões de toneladas, consolidando o estado como líder nacional na produção e exportação de algodão de alta qualidade.

📌 Fonte: AMPA e INDEA-MT
Milho📅 22/05/2026 · 07h54

Colheita de Milho Safrinha Avança em MT com Produtividade Acima do Esperado

A colheita do milho safrinha em Mato Grosso atinge 70% da área, com produtividade surpreendendo positivamente em diversas regiões, superando as expectativas iniciais. O bom desempenho, contudo, levanta preocupações com a capacidade de armazenagem e o escoamento da produção.

O estado de Mato Grosso já colheu aproximadamente 70% da área destinada ao milho safrinha 2025/26, segundo dados do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (IMEA). Municípios como Campo Novo do Parecis e Nova Mutum reportam médias de produtividade que variam entre 115 e 125 sacas por hectare, superando a média estadual projetada de 110 sacas/ha no início da safra. O clima seco e ensolarado predominante nas últimas semanas tem sido ideal para o avanço das máquinas no campo. Apesar do otimismo com a produção, a grande volume da safra tem gerado preocupações quanto à infraestrutura de armazenagem e transporte. Produtores e cooperativas em Lucas do Rio Verde já sinalizam a lotação de silos e armazéns, podendo forçar vendas em momentos de preços mais baixos se o escoamento não for ágil. O preço médio do milho no balcão em Rondonópolis gira em torno de R$ 58/saca, um recuo de 5% em relação ao início da colheita.

📌 Fonte: IMEA e Produtores Locais
Soja📅 22/05/2026 · 07h54

Exportações de Soja de MT Mantêm Ritmo Acelerado, Mas Preços Internos Sofrem Pressão

Apesar do fim da colheita há meses, Mato Grosso continua com um ritmo forte nas exportações de soja, impulsionando a logística portuária. Contudo, a valorização do dólar e a maior oferta global têm exercido pressão sobre os preços internos pagos aos produtores.

Os embarques de soja do Mato Grosso seguem robustos em maio de 2026, com o estado exportando mais de 5,5 milhões de toneladas no acumulado do ano até abril, um aumento de 8% em relação ao mesmo período do ano anterior. O fluxo intenso de caminhões e trens em direção aos portos do Arco Norte e Santos reflete a demanda internacional aquecida pela oleaginosa brasileira. No entanto, o cenário cambial, com o dólar estabilizado em torno de R$ 5,35, e a expectativa de uma safra recorde nos EUA, projetada em 120 milhões de toneladas, têm esfriado as cotações no mercado físico mato-grossense. Em Sorriso, por exemplo, a saca de 60 kg, que chegou a valer R$ 140 em fevereiro, está sendo negociada a R$ 128, pressionando a margem dos produtores que ainda seguram parte de sua produção. Analistas de mercado em Cuiabá alertam para a necessidade de os produtores ficarem atentos às oportunidades de venda, especialmente com a chegada de nova safra global no segundo semestre.

📌 Fonte: Agência de Notícias Agrícolas MT