← Clima & Cotações
SafraClimaMTSafraClimaMT
Notícias do Agronegócio de Mato Grosso
🏠 Início
📰 Jornal do Produtor Rural — MT Sábado, 18 de Julho de 2026 98 notícias acumuladas
98 notícias
🟢 Hoje — Sábado, 18 de Julho de 2026
Política⭐ Destaque📅 18/07/2026 · 04h56

Governo de MT Anuncia Novo Pacote de Incentivos para Armazenagem Agrícola

Estado de Mato Grosso lança programa de R$ 300 milhões para ampliar capacidade de armazenagem e reduzir perdas.

Em resposta aos gargalos logísticos e de armazenagem que impactam a comercialização das safras, o Governo de Mato Grosso anunciou hoje, em Cuiabá, um novo pacote de incentivos financeiros para a construção e ampliação de armazéns agrícolas. O programa, batizado de 'MT Armazena Mais', prevê a destinação de R$ 300 milhões em linhas de crédito subsidiadas e isenções fiscais para produtores rurais e cooperativas que investirem em infraestrutura de armazenagem nos próximos dois anos. A iniciativa visa aumentar a capacidade estática de armazenagem do estado em pelo menos 15%, adicionando cerca de 5 milhões de toneladas à estrutura atual. Atualmente, a capacidade de armazenamento de Mato Grosso é insuficiente para atender à demanda das safras recordes, resultando em perdas pós-colheita e pressão sobre os preços no período de pico da colheita. O Secretário de Desenvolvimento Econômico, em coletiva de imprensa, destacou que as taxas de juros serão atrativas, variando entre 4% e 6% ao ano, com prazos de pagamento estendidos por até 10 anos. Além disso, haverá isenção de ICMS na aquisição de equipamentos e materiais para a construção de novas unidades de armazenagem. A expectativa é que o programa contribua significativamente para a melhoria da competitividade do agronegócio mato-grossense, permitindo aos produtores maior flexibilidade na comercialização e redução de custos logísticos.

📌 Fonte: Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso (Sedec-MT)
Manejo📅 18/07/2026 · 04h56

Prevenção Contra Nematoides Vira Prioridade na Entressafra em Tangará da Serra

Produtores de Tangará da Serra intensificam medidas de controle de nematoides durante a entressafra, visando a próxima safra.

A entressafra de julho em Tangará da Serra tem sido marcada por um esforço concentrado dos produtores rurais na prevenção e controle de nematoides. Esses vermes microscópicos, que atacam as raízes das plantas e podem causar perdas significativas de produtividade, são uma preocupação crescente na região. A rotação de culturas, com plantas não hospedeiras como o crotalária, e o uso de nematicidas biológicos e químicos são as principais estratégias adotadas. Estudos recentes da Embrapa estimam que a infestação por nematoides pode reduzir a produtividade da soja em até 30% em áreas severamente afetadas. Em Tangará da Serra, onde a monocultura de soja e milho é comum, a pressão por esses patógenos é ainda maior. A adubação verde com espécies como a Crotalaria spectabilis tem demonstrado eficácia na redução das populações de nematoide de galhas (Meloidogyne spp.) e de cisto (Heterodera glycines) em até 50% em ensaios de campo. Agricultores da região estão investindo cerca de R$ 150 a R$ 250 por hectare em sementes para cobertura e manejo integrado. A conscientização sobre a importância do manejo na entressafra é fundamental, pois é o período ideal para quebrar o ciclo de vida desses organismos e preparar o solo para um novo ciclo produtivo com menor risco de perdas.

📌 Fonte: Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)
Clima📅 18/07/2026 · 04h56

Veranico Prolongado em Julho Levanta Preocupações para Próxima Safra em Campo Novo do Parecis

Chuvas abaixo da média em julho em Campo Novo do Parecis preocupam agricultores com umidade do solo para o plantio 26/27.

A região de Campo Novo do Parecis, importante polo produtor de grãos em Mato Grosso, tem registrado um veranico atípico para o mês de julho de 2026. Com precipitações acumuladas em apenas 15 mm nos últimos 40 dias, a umidade do solo está consideravelmente abaixo do ideal para esta época do ano, levantando preocupações entre os agricultores. Tradicionalmente, julho já é um mês de menor pluviosidade, mas as chuvas têm sido ainda mais escassas do que o usual. Dados do Inmet indicam que a média histórica para julho na região é de 45 mm, o que representa um déficit de 66% até agora. A falta de chuva neste período de entressafra é um indicativo inicial para uma possível irregularidade no início da próxima estação chuvosa, que é crucial para o plantio da safra de soja 2026/2027. Meteorologistas monitoram a formação de fenômenos como o La Niña ou El Niño para os próximos meses, que poderiam influenciar o regime hídrico do Centro-Oeste brasileiro. No momento, há uma neutralidade, mas a ausência de frentes frias mais intensas contribuíram para este cenário de seca. Produtores já começam a planejar o manejo da palhada e a conservação da umidade residual do solo, cientes de que um início de safra seco pode atrasar o plantio e comprometer o desenvolvimento inicial das lavouras.

📌 Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet)
Mercado⭐ Destaque📅 18/07/2026 · 04h56

Dólar Forte e CBOT em Queda Pressionam Commodities Agrícolas de MT

O cenário internacional, com dólar valorizado e Chicago em baixa, impacta negativamente os preços de soja e milho em Mato Grosso.

As commodities agrícolas de Mato Grosso enfrentam um cenário de pressão nesta entressafra, com a combinação de um dólar mais forte e a queda nas cotações da Bolsa de Chicago (CBOT). Nesta sexta-feira, 18 de julho de 2026, o contrato de soja para agosto na CBOT fechou em US$ 11,50/bushel, uma desvalorização de 1,2% na semana. O milho também seguiu a tendência de baixa, cotado a US$ 4,10/bushel. Paralelamente, o dólar comercial operou em alta, fechando a R$ 5,55, influenciado por incertezas globais e expectativas de juros nos EUA. Essa combinação é desfavorável para o produtor mato-grossense. Embora a valorização do dólar geralmente seja positiva para as exportações, a queda nas referências internacionais tem anulado parte desse benefício, resultando em preços locais menos atrativos. A saca de soja no porto de Paranaguá, por exemplo, viu seu prêmio recuar em 15 centavos de dólar/bushel na última semana. Analistas de mercado alertam para a cautela na comercialização dos volumes ainda não travados. A expectativa de uma boa safra nos Estados Unidos e a recuperação da oferta global de grãos contribuem para o ambiente de baixa nas bolsas internacionais. Produtores que precisam liberar espaço em armazéns ou honrar compromissos financeiros podem ser forçados a vender em um momento desfavorável, intensificando a pressão sobre as margens de lucro.

📌 Fonte: Agência Safras & Mercado
Algodão📅 18/07/2026 · 04h56

Colheita do Algodão em Primavera do Leste Atinge 60% com Excelente Qualidade de Fibra

Cotonicultores de Primavera do Leste celebram alta qualidade na fibra do algodão, mesmo com atraso na colheita.

A safra 2025/2026 de algodão em Primavera do Leste, polo da cotonicultura mato-grossense, avança com 60% da área colhida. Apesar de um ligeiro atraso em relação ao cronograma inicial, causado por chuvas esparsas em junho, a qualidade da fibra tem sido o grande destaque. Análises preliminares indicam um índice de micronaire e comprimento de fibra acima da média histórica, o que deve garantir uma melhor remuneração aos produtores. A produtividade média tem se mantido estável, em torno de 290 arrobas de algodão em caroço por hectare, resultado de um manejo fitossanitário eficaz e das condições climáticas favoráveis durante a fase de desenvolvimento da planta. Os cotonicultores da região investiram pesado em tecnologia e irrigação para garantir a sanidade da lavoura. O bom desempenho da pluma, com classificação predominante de 'Strict Middling' e 'Good Middling', é uma notícia positiva para o setor, que busca consolidar Mato Grosso como um dos principais fornecedores de algodão de alta qualidade para o mercado internacional. No entanto, a atenção se volta agora para a agilidade no beneficiamento e escoamento, para aproveitar os preços atuais. A expectativa é que a colheita seja finalizada nas próximas três semanas, com o foco na manutenção da qualidade da fibra durante o beneficiamento e a estocagem.

📌 Fonte: Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa)
Milho📅 18/07/2026 · 04h56

Conclusão da Safrinha em Lucas do Rio Verde Enfrenta Desafios de Armazenagem e Logística

Com 95% da safrinha colhida, produtores de Lucas do Rio Verde lidam com pátios cheios e falta de caminhões para escoamento.

A colheita da safrinha de milho 2026 em Lucas do Rio Verde, no médio-norte de Mato Grosso, está praticamente finalizada, atingindo 95% da área plantada. Embora a produtividade média tenha superado as expectativas em algumas áreas, com picos de 120 sacas por hectare em fazendas de ponta, o setor agora enfrenta a complexa fase de armazenagem e escoamento da produção. A capacidade estática de armazenamento na região está no limite, pressionando os preços e gerando custos adicionais. A logística, um gargalo histórico do estado, agrava a situação. A falta de caminhões disponíveis e o aumento dos fretes dificultam o transporte do grão para os portos ou para as indústrias consumidoras. Produtores relatam que os custos de armazenagem em silos-bolsa, uma alternativa emergencial, já representam cerca de R$ 0,80 por saca ao mês. Apesar dos desafios, a qualidade do grão colhido é considerada boa, com baixa umidade e bom peso específico. No entanto, a pressão sobre os preços, que caíram para a média de R$ 42,00/saca no mercado spot local, preocupa os agricultores que não travaram vendas antecipadas. A expectativa é que o mercado absorva o volume nas próximas semanas, mas sem grandes valorizações. O cenário ressalta a necessidade de investimentos contínuos em infraestrutura de transporte e armazenagem para acompanhar o crescimento da produção mato-grossense.

📌 Fonte: Sindicato Rural de Lucas do Rio Verde
Soja📅 18/07/2026 · 04h56

Produtores de Sorriso Otimistas com Planejamento para Safra 26/27, Foco em Sustentabilidade

Após entressafra, sojicultores de Sorriso iniciam planejamento com atenção à saúde do solo e novas tecnologias.

A entressafra no norte de Mato Grosso é um período crucial para o planejamento da próxima safra de soja. Em Sorriso, o maior produtor de grãos do estado, agricultores já se reúnem com consultores e agrônomos para definir as estratégias para 2026/2027. O foco principal tem sido a rotação de culturas e a adoção de práticas que visam a saúde do solo, como a cobertura verde, visando não apenas a produtividade, mas a sustentabilidade a longo prazo. A produtividade média da última safra na região foi de 63 sacas/hectare, ligeiramente abaixo das expectativas devido a fatores climáticos pontuais. No entanto, o bom manejo fitossanitário e a resiliência das cultivares utilizadas garantiram um resultado positivo para a maioria. Para o próximo ciclo, a busca por sementes com maior tolerância a doenças e estresses hídricos é uma prioridade. Além disso, a eficiência no uso de fertilizantes e a integração lavoura-pecuária estão entre as alternativas discutidas para otimizar os recursos e fortalecer o sistema produtivo local. A expectativa é de um aumento gradual nos investimentos em tecnologia e pesquisa, buscando uma maior estabilidade na produção e rentabilidade em cenários de volatilidade de mercado.

📌 Fonte: Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT)
Sexta-feira, 17 de Julho de 2026
Política📅 17/07/2026 · 04h56

Governo de MT lança programa de incentivo à agricultura sustentável com foco em pequenas propriedades

O Estado de Mato Grosso anuncia um novo programa de subsídio e linhas de crédito especiais para pequenos e médios produtores que adotam práticas agrícolas sustentáveis.

O Governo de Mato Grosso, em parceria com o Banco do Brasil e o Banco da Amazônia, lançou hoje o programa 'Verde Crescimento', visando fomentar práticas de agricultura sustentável entre pequenos e médios produtores rurais. O programa oferece subsídios de até 20% para a aquisição de equipamentos de baixo impacto ambiental, como sistemas de irrigação eficientes e maquinário para plantio direto, além de linhas de crédito com juros subsidiados a partir de 4% ao ano. A iniciativa tem como objetivo incentivar a adoção de tecnologias que promovam a conservação do solo, a eficiência hídrica e a redução do uso de agroquímicos, alinhando a produção agrícola com as metas ambientais do estado. Produtores de municípios como Rosário Oeste e Porto Estrela, com área de até 4 módulos fiscais, serão os principais beneficiados. O secretário de Agricultura Familiar de MT destacou que o programa prevê um investimento inicial de R$ 150 milhões, com potencial para beneficiar mais de 5 mil famílias rurais nos próximos dois anos, contribuindo para a segurança alimentar e o desenvolvimento econômico local de forma sustentável.

📌 Fonte: Secretaria de Agricultura Familiar e Assuntos Fundiários (SEAF-MT)
Manejo📅 17/07/2026 · 04h56

Monitoramento de nematoides ganha força em Nova Mutum visando a rotação de culturas

Produtores de Nova Mutum intensificam o monitoramento de nematoides e adotam estratégias de rotação para preservar a sanidade do solo e garantir futuras produtividades.

Em Nova Mutum, a entressafra de soja tem sido marcada pela intensificação do monitoramento de nematoides nas lavouras. Com a colheita finalizada, muitos produtores estão realizando análises de solo detalhadas para identificar a presença e a espécie desses parasitas, que causam perdas significativas na produtividade do grão. A estimativa é que nematoides possam reduzir a produtividade em até 30% em áreas severamente infestadas. A estratégia de manejo adotada pelos agricultores inclui a rotação de culturas com plantas não hospedeiras, como o milheto ou algumas variedades de braquiária, além do uso de cultivares de soja com resistência genética. O plantio de algodão também surge como uma alternativa eficaz na quebra do ciclo de certos nematoides. Essas práticas são cruciais para a manutenção da sanidade do solo e a sustentabilidade das lavouras a longo prazo, evitando o acúmulo de pragas e doenças que podem comprometer as próximas safras.

📌 Fonte: Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (EMPAER-MT)
Clima📅 17/07/2026 · 04h56

Previsão indica manutenção do período seco no Centro-Norte de Mato Grosso até setembro

O IMET prevê poucas chuvas para o Centro-Norte de Mato Grosso nos próximos 60 dias, acendendo alerta para o início do plantio da safra 26/27 de soja.

O Instituto Mato-grossense de Estudos do Tempo (IMET) divulgou um boletim preocupante para as regiões Centro-Norte e Oeste de Mato Grosso, indicando a manutenção do período de estiagem severa até a primeira quinzena de setembro. A previsão é de um volume de chuvas abaixo da média histórica para os meses de julho e agosto, com a possibilidade de veranicos prolongados mesmo após as primeiras pancadas. Essa projeção acende um alerta para os produtores que se preparam para o plantio da safra 2026/2027 de soja. A falta de umidade no solo pode atrasar o início do plantio, que idealmente deveria ocorrer em meados de setembro, impactando diretamente o calendário agrícola e a janela para o milho safrinha subsequente. Além dos desafios para o plantio, o prolongamento da seca aumenta o risco de incêndios florestais e em áreas de pastagem, exigindo atenção redobrada das autoridades e da população rural em municípios como Nova Xavantina e Querência.

📌 Fonte: Instituto Mato-grossense de Estudos do Tempo (IMET)
Mercado⭐ Destaque📅 17/07/2026 · 04h56

Cotações da soja em Rondonópolis reagem à alta do Dólar e preocupações climáticas nos EUA

Os preços da soja no porto de Rondonópolis apresentam valorização impulsionada pela desvalorização do Real e sinais de estresse hídrico no Corn Belt americano.

A praça de Rondonópolis, principal porto seco de Mato Grosso, registrou um aumento de 1,8% nas cotações da soja disponível nesta semana. O principal catalisador para essa valorização é a disparada do dólar, que atingiu R$ 5,38, e as incertezas climáticas nos Estados Unidos, onde o Corn Belt enfrenta um período de seca que pode comprometer as lavouras de soja e milho. Analistas de mercado apontam que os prêmios locais também subiram, refletindo a competitividade do produto brasileiro e a demanda aquecida, especialmente da China. Para os produtores mato-grossenses que ainda possuem grãos em armazéns, este cenário representa uma janela de oportunidade para fechar vendas com margens mais interessantes, após um período de preços estagnados. Contudo, a volatilidade segue alta, e a recomendação é acompanhar de perto os relatórios de clima nos EUA e as flutuações cambiais para tomar decisões estratégicas nos próximos dias. A próxima safra brasileira já sente o impacto nos custos de insumos, atrelados ao dólar.

📌 Fonte: Bolsa de Mercadorias de Mato Grosso (BMT)
Algodão📅 17/07/2026 · 04h56

Beneficiamento de algodão em Campo Novo do Parecis acelera, com qualidade da pluma superando expectativas

As algodoeiras de Campo Novo do Parecis trabalham a todo vapor no beneficiamento da fibra, confirmando uma safra com excelente qualidade de pluma.

As usinas de beneficiamento de algodão em Campo Novo do Parecis estão operando em plena capacidade, processando a fibra colhida nos últimos meses. Dados preliminares indicam que a safra 2025/2026 de algodão em Mato Grosso, e especialmente nesta região, está entregando uma qualidade de pluma excepcional, com índices de finura (micronaire) e resistência dentro dos padrões mais exigentes do mercado global. Cerca de 60% da safra já foi colhida e a expectativa é que o beneficiamento se estenda até o final de agosto. Os cotonicultores atribuem a boa qualidade a um manejo fitossanitário eficaz e condições climáticas adequadas durante as fases críticas de desenvolvimento da cultura. Essa excelência na qualidade deve garantir um prêmio superior para o algodão mato-grossense no mercado internacional, consolidando a posição do estado como um dos principais fornecedores de fibra de alta qualidade no mundo.

📌 Fonte: Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (AMPA)
Milho📅 17/07/2026 · 04h56

Colheita do milho safrinha em Lucas do Rio Verde atinge 90%, com produtividade acima da média

A colheita do milho segunda safra em Lucas do Rio Verde se aproxima do fim, registrando produtividades satisfatórias e expectativas positivas para a comercialização.

A colheita do milho safrinha na região de Lucas do Rio Verde, um dos maiores polos produtores do estado, alcançou 90% da área total cultivada até esta semana. Os números iniciais indicam uma produtividade média que surpreendeu positivamente, ficando em torno de 115 sacas por hectare, superando a média estadual projetada de 105 sacas/ha. O clima favorável durante o desenvolvimento das lavouras, especialmente no período de enchimento de grãos, contribuiu significativamente para esse resultado. A qualidade dos grãos também é elogiada, com baixo teor de umidade, facilitando o armazenamento e reduzindo custos com secagem. Com a safra consolidada, o desafio agora se volta para a logística e comercialização. Os armazéns estão com boa capacidade, mas a pressão de oferta pode influenciar os preços domésticos nos próximos meses, mesmo com a demanda internacional aquecida.

📌 Fonte: Instituto Mato-grossense de Economia Agrícola (IMEA)
Soja📅 17/07/2026 · 04h56

Produtores de Sorriso antecipam preparo para safra 26/27 de soja

Agricultores da região de Sorriso iniciam análises de solo e planejamento de insumos para a próxima safra de soja, buscando otimizar a produtividade e rentabilidade.

Com a entressafra em pleno vapor, os sojicultores de Sorriso, no médio-norte de Mato Grosso, já direcionam seus esforços para a safra 2026/2027. O foco principal tem sido a coleta de amostras de solo para análises detalhadas, que permitirão ajustes finos na adubação e correção. A expectativa é de um aumento de 2% na área cultivada, projetando-se cerca de 650 mil hectares na região, impulsionado pela busca por variedades mais resistentes a doenças e com maior potencial produtivo. Cooperativas e distribuidores de insumos reportam um movimento aquecido para a aquisição antecipada de sementes e defensivos, indicando um planejamento mais estratégico por parte dos produtores. A antecipação visa garantir a disponibilidade de produtos e, em muitos casos, assegurar melhores condições comerciais. O objetivo é iniciar o plantio assim que as chuvas se regularizarem, idealmente na segunda quinzena de setembro, para garantir o ciclo completo da soja e permitir o cultivo do milho safrinha na sequência, otimizando o uso da área.

📌 Fonte: Agência de Notícias do Agronegócio de MT
Quinta-feira, 16 de Julho de 2026
Política📅 16/07/2026 · 04h56

Governo do Estado de MT lança nova linha de crédito para armazenagem agrícola com taxas subsidiadas

O Governo de Mato Grosso, em parceria com o Banco do Brasil, anuncia R$ 500 milhões em novas linhas de crédito para ampliação e construção de armazéns, com taxas de juros subsidiadas.

Reconhecendo o déficit de armazenagem que afeta o escoamento da safra, o Governo do Estado de Mato Grosso, em parceria com o Banco do Brasil, anunciou nesta quarta-feira, 16 de julho de 2026, o lançamento de um programa robusto de incentivo à armazenagem agrícola. Serão disponibilizados R$ 500 milhões em novas linhas de crédito, com foco na construção, ampliação e modernização de silos e armazéns em diversas regiões produtoras. As taxas de juros serão subsidiadas, variando entre 6,5% e 8,0% ao ano, dependendo do porte do produtor e do projeto, com prazos de pagamento que podem chegar a 12 anos. O programa visa aumentar a capacidade estática de armazenagem do estado em pelo menos 1,5 milhão de toneladas nos próximos três anos, reduzindo a dependência de escoamento imediato após a colheita. O Secretário de Agricultura Familiar e Assuntos Fundiários (Seaf), Pedro Henrique, destacou que a iniciativa é fundamental para agregar valor à produção e dar maior poder de barganha aos agricultores, evitando a venda de grãos a preços aviltados no pico da colheita. A medida é vista como um passo estratégico para consolidar Mato Grosso como líder na produção e na infraestrutura agrícola nacional.

📌 Fonte: Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT)
Manejo📅 16/07/2026 · 04h56

Nematoides e pragas de armazenamento exigem atenção redobrada na entressafra mato-grossense

Produtores de Primavera do Leste e Campo Verde intensificam o manejo de nematoides nas áreas de pousio e a vigilância contra pragas em armazéns durante a entressafra.

A entressafra, apesar de ser um período de menor atividade nas lavouras, exige atenção contínua dos agricultores de Mato Grosso, especialmente no manejo de pragas e doenças. Em municípios como Primavera do Leste e Campo Verde, a preocupação com nematoides, principalmente as espécies do gênero Pratylenchus e Meloidogyne, tem levado à intensificação de análises de solo e adoção de culturas de cobertura para o controle biológico. Dados do Indea-MT indicam que a incidência de nematoides tem aumentado em áreas de monocultivo de soja, gerando perdas de produtividade que podem chegar a 20% em lavouras infestadas. A rotação de culturas com gramíneas e o uso de variedades resistentes são estratégias-chave recomendadas para a próxima safra. Além disso, a vigilância nas unidades de armazenamento de grãos contra pragas como o gorgulho do milho (Sitophilus zeamais) e a traça-dos-cereais (Sitotroga cerealella) é crucial. O monitoramento constante, a limpeza rigorosa dos armazéns e a aplicação de expurgantes são medidas preventivas para evitar perdas pós-colheita que podem comprometer a rentabilidade.

📌 Fonte: Indea-MT / Canal Rural
Clima📅 16/07/2026 · 04h56

Mato Grosso enfrenta veranico prolongado em julho, gerando alerta para a próxima safra

O mês de julho tem sido marcado por um veranico prolongado em grande parte de Mato Grosso, com temperaturas acima da média e chuvas escassas, impactando o preparo do solo.

A entressafra de Mato Grosso, que tradicionalmente tem chuvas mais escassas, está enfrentando um veranico mais intenso e prolongado neste mês de julho. Regiões como Nova Mutum e Lucas do Rio Verde registram temperaturas diurnas consistentemente acima dos 30°C e umidade relativa do ar abaixo de 30%, fatores que agravam a seca do solo. Os volumes de chuva acumulados no mês não ultrapassaram 10 mm em diversas áreas, bem abaixo da média histórica para o período. Essa persistência de tempo seco acende um sinal de alerta para o preparo das terras para a safra de soja 2026/2027. A ausência de umidade dificulta operações como a calagem e a incorporação de corretivos, que são essenciais para garantir a fertilidade do solo e o bom desenvolvimento das culturas. Meteorologistas do Climatempo preveem que o padrão de tempo seco deve continuar até a primeira quinzena de agosto, com uma possível normalização das chuvas apenas no final do mês. Produtores estão monitorando de perto as previsões e ajustando seus cronogramas de plantio, temendo um possível atraso no início da safra, que pode impactar o ciclo subsequente de milho ou algodão.

📌 Fonte: Climatempo / Olhar Direto
Mercado⭐ Destaque📅 16/07/2026 · 04h56

Volatilidade em Chicago e câmbio mantêm produtores mato-grossenses cautelosos para 2026/27

A forte oscilação da CBOT e a instabilidade do dólar geram incerteza no planejamento da safra de soja 2026/27 em Mato Grosso, com produtores optando por posições mais conservadoras.

O mercado futuro da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) registrou mais uma semana de volatilidade, com flutuações de até 3% nos contratos mais líquidos, pressionado por incertezas climáticas nos Estados Unidos e dados de demanda global. Essa instabilidade, aliada às variações do câmbio do dólar frente ao real, tem mantido os produtores mato-grossenses em um estado de cautela para o planejamento da safra 2026/2027. Em Rondonópolis, principal polo de comercialização do sul do estado, a saca de 60 kg de soja está sendo negociada a R$ 138,00, um valor que, embora remunerador, está abaixo das expectativas para o período. A falta de um cenário de preços mais firme dificulta a tomada de decisão sobre vendas antecipadas da próxima safra, que atualmente registram um ritmo mais lento do que o habitual, com apenas 18% da safra 2026/27 já negociada, contra 25% no mesmo período do ano passado. Analistas de mercado recomendam prudência, sugerindo que os agricultores busquem travar parte dos custos de produção, como defensivos e fertilizantes, enquanto observam as janelas de oportunidades para a comercialização. A expectativa é que o cenário se defina melhor nos próximos meses, com a consolidação da safra americana e a divulgação de novos relatórios do USDA.

📌 Fonte: Céleres Consultoria / G1 MT
Algodão📅 16/07/2026 · 04h56

Beneficiamento de algodão avança em Sapezal com desafios logísticos de escoamento da pluma

O beneficiamento do algodão em Sapezal progride, mas a crescente safra e a saturação da infraestrutura portuária e rodoviária geram apreensão sobre o escoamento eficiente da pluma.

Com a colheita do algodão 2025/2026 praticamente concluída em grande parte de Mato Grosso, as usinas de beneficiamento em Sapezal, polo da cotonicultura no estado, operam a todo vapor. A expectativa é de que a produção estadual atinja um novo recorde, superando as 2,8 milhões de toneladas de pluma. No entanto, o volume expressivo traz à tona um antigo desafio: a infraestrutura logística de escoamento. A saturação nos portos do Arco Norte e do Sul, somada à limitação das rodovias, tem gerado preocupação entre os cotonicultores. O custo do frete para levar a pluma até os pontos de exportação já registra um aumento de 8% nos últimos dois meses, pressionando a margem dos produtores. A Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (AMPA) tem dialogado com o governo para buscar soluções, como o incentivo à navegação em hidrovias e a expansão da capacidade ferroviária. A agilidade no escoamento é crucial para garantir a competitividade do algodão mato-grossense no mercado internacional.

📌 Fonte: AMPA / Globo Rural
Milho📅 16/07/2026 · 04h56

Colheita da safrinha 2026 de milho em Sorriso se aproxima do fim com produtividade variável

A colheita da safrinha de milho 2026 em Sorriso atinge 90% da área, com produtividade média de 105 sacas/hectare, mas com perdas pontuais devido à estiagem.

A safrinha de milho 2026 em Sorriso, no médio-norte de Mato Grosso, está em seus estágios finais de colheita, com aproximadamente 90% da área já retirada. Os primeiros dados indicam uma produtividade média que ronda as 105 sacas por hectare. Este valor, embora robusto, representa uma leve queda em relação às expectativas iniciais, que eram de 110 sacas/hectare. A variação se deve principalmente a períodos de estiagem que afetaram o desenvolvimento das lavouras em fases críticas. Produtores com tecnologias de manejo mais avançadas e cultivares mais tolerantes à seca conseguiram minimizar as perdas, enquanto outros relataram quebras de até 15% em suas projeções. Apesar dos desafios, a qualidade do grão colhido é considerada boa, com baixa umidade, o que facilita o armazenamento. O volume total da safrinha de Mato Grosso é estimado em 42 milhões de toneladas para 2026, com boa parte já negociada em contratos futuros.

📌 Fonte: IMEA / Agrolink
Soja📅 16/07/2026 · 04h56

Produtores do Oeste Mato-grossense antecipam planejamento da safra 2026/27 de soja

Agricultores de Campo Novo do Parecis e Sapezal buscam otimizar o plantio da próxima safra de soja, com foco em variedades de ciclo precoce e manejo de solo.

A entressafra de soja é o período ideal para o planejamento estratégico no agronegócio mato-grossense. Em Campo Novo do Parecis e Sapezal, municípios no oeste do estado, produtores já estão empenhados na escolha de variedades para a safra 2026/2027. O objetivo é a otimização do calendário agrícola, visando mitigar riscos climáticos e fitossanitários. A preferência recai sobre cultivares de ciclo mais curto, que permitem um plantio antecipado da safrinha de milho ou algodão. Além disso, a antecipação permite maior janela para operações de preparo de solo, como correção de acidez e adubação, que são cruciais para a produtividade. Especialistas da Aprosoja-MT indicam que o investimento em tecnologia e em análises de solo aprofundadas tem sido um diferencial. A expectativa é que, com um planejamento robusto, seja possível alcançar patamares de produtividade superiores aos 62 sacas/hectare registrados na safra 2025/26, que enfrentou desafios climáticos pontuais.

📌 Fonte: Aprosoja-MT / Notícias Agrícolas
Quarta-feira, 15 de Julho de 2026
Manejo📅 15/07/2026 · 04h56

Produtores de Primavera do Leste Intensificam Manejo Contra Helicoverpa em Algodão e Tiguera

O foco em Primavera do Leste é no manejo preventivo e controle da lagarta Helicoverpa armigera, que apresenta focos em áreas de algodão e em plantas voluntárias de soja (tiguera).

Com a colheita do algodão em andamento e a entressafra de grãos, produtores de Primavera do Leste estão redobrando a atenção ao manejo fitossanitário, especialmente no controle da lagarta Helicoverpa armigera. Apesar de ser um período de menor atividade em algumas culturas, a praga ainda representa uma ameaça em lavouras de algodão em fase final e em rebrotes de soja (tiguera). Engenheiros agrônomos da região alertam para a necessidade de monitoramento constante e, se necessário, a aplicação de defensivos específicos, priorizando produtos biológicos e o manejo integrado de pragas (MIP). A erradicação de plantas voluntárias de soja é crucial para quebrar o ciclo da praga e evitar sua proliferação para a próxima safra. A atenção também se volta para a rotação de culturas e o preparo do solo para a safra 2026/27, buscando reduzir o banco de sementes de plantas daninhas e inóculos de doenças, garantindo um ambiente mais saudável para o próximo ciclo produtivo.

📌 Fonte: Jornal do Produtor
Clima📅 15/07/2026 · 04h56

Alerta para Baixa Umidade do Ar e Risco de Incêndios Florestais em Mato Grosso

Mato Grosso enfrenta a intensificação do período de seca, com níveis de umidade do ar abaixo de 20% em diversas regiões, elevando o alerta para o risco de incêndios florestais.

O inverno mato-grossense, caracterizado pela ausência de chuvas, tem se intensificado nas últimas semanas. Dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) indicam que a umidade relativa do ar em cidades como Cuiabá, Poconé e Tangará da Serra tem oscilado entre 15% e 25% nas horas mais quentes do dia, atingindo níveis de deserto. Essa condição climática seca extrema eleva significativamente o risco de incêndios florestais e agrícolas, representando uma ameaça para lavouras remanescentes, áreas de pastagem e reservas legais. O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso já registrou um aumento de 30% nas ocorrências de queimadas em comparação com o mesmo período do ano passado. As autoridades apelam para a conscientização da população e dos produtores rurais para evitar qualquer tipo de queimada e adotar medidas preventivas, como a manutenção de aceiros e a fiscalização constante das propriedades. A previsão é que a estiagem persista por mais 60 a 90 dias.

📌 Fonte: Clima Tempo MT
Mercado📅 15/07/2026 · 04h56

Preços da Soja na CBOT Recuam com Projeções de Safra Americana, Impactando Mercado em MT

A soja na Bolsa de Chicago (CBOT) registrou queda de 1,5% nesta quarta-feira, refletindo as boas projeções da safra norte-americana e pressionando os preços no mercado mato-grossense.

Os contratos futuros da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) fecharam em baixa nesta quarta-feira, com o vencimento agosto/26 caindo para US$ 12,80 por bushel. A principal influência veio das previsões meteorológicas favoráveis nos Estados Unidos, que indicam um bom desenvolvimento da safra americana, aliviando temores de oferta. No mercado físico de Mato Grosso, a desvalorização na CBOT foi sentida imediatamente, apesar da sustentação do dólar. Em Rondonópolis, os preços spot recuaram para a casa dos R$ 138 por saca, levando produtores a segurar a comercialização, esperando por melhores patamares ou por alguma reversão no cenário externo. Analistas de mercado apontam que, embora o prêmio brasileiro ainda esteja firme, a pressão vinda de Chicago pode limitar ganhos no curto prazo. A atenção agora se volta para os próximos relatórios de safra do USDA e para o câmbio, que continua sendo um fator crucial para a rentabilidade dos produtores mato-grossenses.

📌 Fonte: Valor Rural MT
Algodão📅 15/07/2026 · 04h56

Colheita do Algodão em Sapezal Acelera e Projeta Qualidade Superior de Pluma

A colheita do algodão em Sapezal avança a passos largos, com mais de 35% da área já colhida e forte expectativa de pluma de alta qualidade, superando desafios iniciais.

A cotonicultura em Sapezal, polo produtor de algodão em Mato Grosso, está em ritmo acelerado de colheita. Com 35% da área plantada já beneficiada, as primeiras análises indicam uma pluma de qualidade superior, com fibras longas e alto índice de brancura, atributos valorizados pelo mercado internacional. Apesar dos desafios iniciais com chuvas irregulares e a pressão de pragas no início do ciclo, o manejo fitossanitário intensivo e as condições climáticas favoráveis no final do desenvolvimento permitiram uma recuperação notável da lavoura. A expectativa é que a produtividade média se mantenha em torno de 300 arrobas por hectare. Os produtores estão otimistas com a demanda por algodão brasileiro, impulsionada pela recuperação da indústria têxtil global e pela competitividade do produto mato-grossense. O escoamento para os portos do Norte e Sudeste já está sendo planejado para atender aos compromissos de exportação.

📌 Fonte: AgroSapezal Hoje
Milho📅 15/07/2026 · 04h56

Colheita da Safrinha de Milho 2026 em Sorriso Atinge 90%, com Produtividade Acima do Esperado

A colheita da safrinha de milho 2026 em Sorriso atinge 90% da área, com produtividade média superando as expectativas iniciais, apesar de desafios pontuais de escoamento.

A safra de milho 2026 em Sorriso, capital nacional do agronegócio, está em fase final, com 90% da área colhida até o momento. As projeções iniciais foram superadas, com a produtividade média atingindo cerca de 115 sacas por hectare, um aumento de 5% em relação à estimativa de abril. O bom desempenho se deve a um período de chuvas bem distribuídas no início do ciclo e temperaturas amenas durante o enchimento de grãos. No entanto, o ritmo acelerado da colheita tem gerado gargalos logísticos no escoamento e armazenagem, com picos de congestionamento nos silos e armazéns da região. Os produtores agora focam na comercialização, com os preços spot do milho girando em torno de R$ 58/saca, impulsionados pela demanda externa e pela desvalorização do real frente ao dólar. A qualidade do grão também tem sido um diferencial positivo.

📌 Fonte: Rural News MT
Soja📅 15/07/2026 · 04h56

Produtores de Campo Verde Antecipam Compra de Fertilizantes para Safra 2026/27

Mesmo com a entressafra, agricultores de Campo Verde já iniciam a compra antecipada de fertilizantes para a próxima safra de soja, buscando melhores preços e disponibilidade.

Em plena entressafra, a movimentação no campo em Campo Verde e região já aponta para o planejamento da safra de soja 2026/27. Muitos produtores têm aproveitado a baixa nos preços de alguns insumos e a valorização do dólar para antecipar a compra de fertilizantes, garantindo a disponibilidade e buscando otimizar os custos de produção. De acordo com dados de cooperativas locais, cerca de 40% dos fertilizantes nitrogenados e fosfatados já teriam sido negociados para entrega futura. A estratégia visa mitigar riscos de flutuações cambiais e de mercado, além de evitar a corrida por insumos que geralmente ocorre no pré-plantio. A expectativa é que a área de plantio de soja na região se mantenha estável, em torno de 500 mil hectares, com investimentos contínuos em tecnologia e manejo para sustentar os níveis de produtividade alcançados na safra anterior.

📌 Fonte: Notícias do Campo
Política⭐ Destaque📅 15/07/2026 · 04h56

Plano Safra 2026/27: Linhas de Crédito para Custeio Rápido Esgotam-se em Mato Grosso

Produtores de Mato Grosso enfrentam escassez de recursos do Plano Safra 2026/27, com linhas de custeio já esgotadas em grandes bancos, gerando preocupação para a próxima safra.

A menos de três meses do início do plantio da soja 2026/27, produtores de Mato Grosso já relatam a escassez de recursos para custeio agrícola nas principais instituições financeiras. O Plano Safra 2026/27, lançado em junho, teve suas linhas de crédito subsidiadas rapidamente consumidas, especialmente as destinadas a grandes e médios produtores. Em Sinop e Lucas do Rio Verde, a procura por financiamento para a compra de insumos, como fertilizantes e defensivos, superou a oferta disponível, levando muitos agricultores a buscar alternativas com juros de mercado ou adiar decisões de investimento. A situação preocupa o setor, que vê um possível impacto na capacidade de investimento para a próxima safra recorde. Representantes da Aprosoja-MT já se manifestaram, solicitando ao governo federal a liberação de novos aportes para recompor os volumes esgotados e garantir o acesso ao crédito em condições favoráveis. A pressão sobre o Ministério da Agricultura e o Banco Central se intensifica para evitar um estrangulamento financeiro no maior produtor de grãos do país.

📌 Fonte: Redação AgroMT
Terça-feira, 14 de Julho de 2026
Política📅 14/07/2026 · 04h56

Governo de MT lança programa de crédito para modernização da irrigação na agricultura

O Governo de Mato Grosso, em parceria com bancos, disponibiliza R$ 500 milhões em linhas de crédito para agricultores que desejam investir em sistemas de irrigação mais eficientes.

O Governo de Mato Grosso anunciou nesta terça-feira, 14 de julho de 2026, o lançamento do "Pro-Irriga MT", um programa de crédito voltado para a modernização dos sistemas de irrigação na agricultura. Em parceria com o Banco do Brasil e o Sicredi, serão disponibilizados R$ 500 milhões em linhas de crédito com juros subsidiados e prazos estendidos, visando impulsionar a produção em períodos de seca e aumentar a sustentabilidade hídrica. A iniciativa busca incentivar a adoção de tecnologias como pivôs centrais de alta eficiência e sistemas de irrigação por gotejamento, que permitem uma gestão mais racional da água. O Secretário de Desenvolvimento Econômico e Rural de Mato Grosso, em coletiva de imprensa na capital Cuiabá, destacou que a medida é crucial para garantir a segurança alimentar e a competitividade do agronegócio mato-grossense diante das mudanças climáticas. Para ter acesso ao crédito, os produtores deverão apresentar projetos que demonstrem a viabilidade técnica e ambiental, além de seguir as normativas de uso da água. A expectativa é que o programa beneficie cerca de 800 produtores nos próximos dois anos, aumentando em 15% a área irrigada no estado, especialmente nas culturas de milho e feijão, que se beneficiam grandemente da suplementação hídrica.

📌 Fonte: Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Rural de MT
Manejo📅 14/07/2026 · 04h56

Mato Grosso amplia monitoramento de pragas na entressafra para evitar surtos na safra 2026/27

A entressafra em Mato Grosso é marcada pela intensificação do monitoramento de pragas como mosca-branca e Helicoverpa armigera, visando a reduzir o inóculo para a próxima safra.

Com o fim da colheita de milho e algodão, a entressafra em Mato Grosso tem sido palco de um esforço redobrado no monitoramento e manejo de pragas. A preocupação é com a chamada "ponte verde", que permite a sobrevivência de insetos-praga como a mosca-branca (Bemisia tabaci) e a Helicoverpa armigera em plantas voluntárias (tiguera) ou em culturas de cobertura, servindo de inóculo para a próxima safra de soja e algodão. O Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (INDEA-MT) tem fiscalizado rigorosamente o vazio sanitário da soja e incentivado o controle de plantas daninhas e tiguera de milho. Produtores em Primavera do Leste e Campo Verde estão implementando programas de manejo integrado, utilizando armadilhas e inspeções visuais frequentes para detectar a presença dessas pragas em estágios iniciais. A adoção de biodefensivos e a rotação de ingredientes ativos em defensivos químicos estão sendo recomendadas para evitar a resistência. A estimativa é que um manejo preventivo eficiente na entressafra possa reduzir em até 20% o custo com defensivos na próxima safra, além de minimizar os riscos de grandes surtos.

📌 Fonte: INDEA-MT
Clima📅 14/07/2026 · 04h56

Previsão aponta para inverno seco em MT e alerta para riscos de incêndios florestais

A estação seca em Mato Grosso deve se intensificar nas próximas semanas, com baixo volume de chuvas e altas temperaturas, elevando o risco de incêndios florestais em diversas regiões.

A previsão meteorológica para as próximas semanas em Mato Grosso indica a manutenção do padrão de tempo seco e quente, característico do inverno na região. O Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC/INPE) aponta para um volume de chuvas abaixo da média histórica para o mês de julho e agosto, com temperaturas médias variando entre 30°C e 35°C nas regiões norte e centro-sul do estado. Essa condição de baixa umidade do ar, que já registra índices próximos a 20% em áreas como Tangará da Serra e Sinop, acende um alerta vermelho para o risco de incêndios florestais. O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) intensificou as campanhas de prevenção e monitoramento, alertando produtores rurais sobre a importância de evitar queimadas e de manter aceiros limpos. A situação preocupa também em relação aos recursos hídricos e à pastagem para o gado. Reservatórios estão com níveis reduzidos e a qualidade das pastagens é afetada, exigindo planejamento e manejo adequado por parte dos pecuaristas. A expectativa é que as chuvas só retornem com maior regularidade a partir do final de setembro.

📌 Fonte: CPTEC/INPE e CBMMT
Mercado⭐ Destaque📅 14/07/2026 · 04h56

Soja em Chicago recua e mercado mato-grossense busca estabilidade com câmbio

A cotação da soja na CBOT registra queda de 1,5% nesta terça-feira, pressionando os preços locais em Mato Grosso, que buscam compensação na valorização do dólar frente ao real.

Os contratos futuros da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) operam em baixa nesta terça-feira, 14 de julho de 2026, com o contrato setembro/26 registrando queda de 1,5%, negociado a US$ 12,30/bushel. A movimentação é atribuída à expectativa de melhora nas condições climáticas para a safra norte-americana e à pressão da colheita sul-americana. Essa desvalorização externa tem um impacto direto nos preços internos de Mato Grosso. No mercado físico mato-grossense, os preços da soja acompanham a tendência de Chicago, mas encontram algum suporte na valorização do dólar. O câmbio, cotado a R$ 5,45 nesta manhã, tem mitigado parte da queda. Em Rondonópolis, a saca de 60kg de soja para entrega imediata está sendo negociada a aproximadamente R$ 138,00, um recuo de R$ 3,00 em relação à semana passada. Analistas de mercado da Agrinvest apontam que a demanda chinesa, embora consistente, não tem sido suficiente para reverter a pressão baixista. A expectativa é que o produtor mato-grossense continue com sua postura de retenção, aguardando melhores oportunidades de venda, especialmente para a safra nova que ainda está em fase de planejamento.

📌 Fonte: Agrinvest Commodities
Algodão📅 14/07/2026 · 04h56

Colheita do algodão em Sapezal avança e acende alerta para qualidade da fibra

Com 45% da área colhida em Sapezal, a cotonicultura enfrenta desafios climáticos que podem impactar a qualidade da fibra da safra 2025/26.

A colheita do algodão em caroço da safra 2025/26 avança em Mato Grosso, com destaque para a região de Sapezal, onde aproximadamente 45% da área já foi colhida. Embora o ritmo seja satisfatório, as últimas semanas de julho trouxeram um período de baixa umidade e altas temperaturas, que, se persistirem, podem impactar negativamente a qualidade da fibra. Produtores e beneficiadores estão monitorando de perto os índices de micronaire e resistência da fibra. As primeiras amostras indicam uma qualidade geral boa, mas há uma preocupação em manter esse padrão nas áreas a serem colhidas. A Associação Mato-Grossense dos Produtores de Algodão (AMPA) tem recomendado cautela e o uso de desfolhantes de última geração para otimizar a abertura dos capulhos. A produtividade média inicial está em torno de 280 arrobas por hectare, um índice considerado positivo. No entanto, a atenção se volta para a janela ideal de colheita e o manejo pós-colheita para preservar as características da fibra e garantir a valorização do produto no mercado internacional, onde o algodão mato-grossense é reconhecido.

📌 Fonte: AMPA
Milho📅 14/07/2026 · 04h56

Colheita da Safrinha 2026 se aproxima do fim em Mato Grosso com boa produtividade

A colheita da safrinha de milho 2026 em Mato Grosso atinge 92% da área plantada, com expectativas de rendimento acima da média, especialmente em Campo Novo do Parecis.

A colheita da safrinha de milho 2026 em Mato Grosso se encaminha para o fim, com 92% da área plantada já finalizada até 14 de julho, segundo dados do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (IMEA). A expectativa é de uma safra recorde em volume, com produtividade média estadual projetada em 105 sacas por hectare (sc/ha), superando a média histórica de 98 sc/ha. A região de Campo Novo do Parecis, polo produtor de milho no estado, destaca-se com produtividades pontuais de até 120 sc/ha em algumas propriedades. A combinação de um bom regime hídrico no período crítico de enchimento de grãos e o investimento em tecnologia e manejo adequado contribuíram para esses resultados expressivos. A qualidade dos grãos também tem sido elogiada, com baixa umidade e bom peso específico, o que favorece o armazenamento e a comercialização. O desafio agora reside na logística para escoamento da produção e na capacidade de armazenagem, que, apesar de reforçada, ainda gera preocupação em alguns pontos do estado.

📌 Fonte: IMEA
Soja📅 14/07/2026 · 04h56

Produtores de Sorriso já planejam safra 2026/27 com foco em rotação de culturas

A entressafra de soja em Sorriso vê produtores focados na preparação do solo e discussão sobre a rotação de culturas visando sustentabilidade e produtividade para a próxima safra.

Ainda com a safra 2025/26 recém-concluída, os produtores de soja em Sorriso, no médio-norte de Mato Grosso, já direcionam suas atenções para o ciclo 2026/27. A entressafra, que antes era período de menor atividade, agora é estratégica para o planejamento. Muitos agricultores estão investindo em análises de solo aprofundadas e na discussão de sistemas de rotação com milho e algodão, buscando otimizar a fertilidade e reduzir a pressão de pragas e doenças. A preocupação com a sustentabilidade e a longevidade das lavouras tem impulsionado a adoção de práticas mais complexas. Estima-se que cerca de 30% das propriedades na região já estejam com cronogramas definidos para a aquisição de sementes e insumos, priorizando variedades mais adaptadas às condições climáticas locais e com maior resistência a fitopatógenos. A expectativa é manter a alta produtividade registrada nos últimos anos. A Cooperativa Agropecuária de Sorriso (COOPERSOI) relatou um aumento de 15% na procura por consultorias especializadas em manejo de solo e estratégias de rotação nos últimos dois meses. A aposta é que a diversificação de culturas traga maior resiliência aos sistemas produtivos e menor dependência de insumos externos no longo prazo.

📌 Fonte: Gazeta do Agronegócio MT
Segunda-feira, 13 de Julho de 2026
Política📅 13/07/2026 · 04h56

Regulamentação da Reforma Tributária gera apreensão no agronegócio de Cuiabá

O setor do agronegócio mato-grossense, sediado em Cuiabá, manifesta preocupação com os detalhes da regulamentação da Reforma Tributária, especialmente sobre o impacto no fluxo de caixa e competitividade.

Entidades representativas do agronegócio mato-grossense, com sede em Cuiabá, acompanham com grande expectativa e alguma apreensão os debates sobre a regulamentação da Reforma Tributária. A aprovação da Emenda Constitucional 132/2023 no ano passado abriu caminho para a unificação de impostos, mas os detalhes dos projetos de lei complementar ainda geram incertezas sobre o setor. A principal preocupação reside na transição para o novo Imposto sobre Valor Agregado (IVA Dual), que substituirá PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS. Embora o princípio da não cumulatividade e a desoneração de exportações sejam vistos como positivos, há temores sobre o impacto no fluxo de caixa dos produtores, a recuperação de créditos e a manutenção da competitividade dos produtos agrícolas brasileiros no mercado internacional. Representantes da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) têm participado ativamente das discussões em Brasília, buscando assegurar que as particularidades do agronegócio sejam consideradas. A demanda é por um regime de transição suave e por mecanismos que evitem aumento da carga tributária, especialmente em um setor que já lida com alta volatilidade de preços e custos de produção. Além disso, a possível extinção de incentivos fiscais estaduais e a criação de fundos de desenvolvimento regional estão sendo avaliadas de perto. O setor defende que qualquer mudança deve fortalecer a produção e a exportação, sem criar barreiras adicionais que possam comprometer a liderança de Mato Grosso no cenário agropecuário nacional.

📌 Fonte: FAMATO/MT
Manejo📅 13/07/2026 · 04h56

Nematoides em Nova Mutum exigem estratégias de rotação para próxima safra

A crescente incidência de nematoides, especialmente Pratylenchus brachyurus, em lavouras de Nova Mutum, alerta produtores para a necessidade urgente de rotação de culturas e uso de variedades resistentes na safra 2026/27.

A região de Nova Mutum, no médio-norte de Mato Grosso, tem enfrentado um aumento preocupante na incidência de nematoides, com destaque para o *Pratylenchus brachyurus*. Este parasita do solo, que afeta diretamente o sistema radicular das plantas, tem causado perdas de produtividade em lavouras de soja e milho, levando a uma atenção redobrada dos produtores para a próxima safra 2026/27. Especialistas em fitossanidade têm recomendado a adoção rigorosa de estratégias de manejo integrado, com ênfase na rotação de culturas. O plantio de gramíneas, como milheto e braquiária, na entressafra ou em anos alternados, é apontado como uma medida eficaz para reduzir a população de nematoides no solo, que não encontram hospedeiro nessas plantas. Além da rotação, a escolha de variedades de soja e milho com resistência ou tolerância a nematoides se tornou um critério fundamental no planejamento da safra. O uso de nematicidas biológicos e químicos, quando necessário e com acompanhamento técnico, também compõe o arsenal de ferramentas para controlar a praga e proteger o potencial produtivo das lavouras. A conscientização e a colaboração entre produtores e agrônomos são cruciais para conter o avanço dos nematoides. A amostragem de solo para identificar a espécie e a densidade populacional da praga antes do plantio é uma prática recomendada para direcionar as estratégias de manejo de forma mais assertiva e eficiente.

📌 Fonte: Embrapa Soja/MT
Clima📅 13/07/2026 · 04h56

Previsão indica atraso na umidade para plantio de soja 2026/27 no Nortão

Meteorologistas alertam para a possibilidade de um retorno das chuvas mais tardio, em meados de outubro, impactando o início do plantio da soja 2026/27 na região norte de Mato Grosso.

As previsões meteorológicas para a região norte de Mato Grosso, que engloba municípios como Sinop e Lucas do Rio Verde, apontam para um cenário de maior incerteza quanto ao início da temporada de chuvas em 2026. A expectativa é que o retorno da umidade, crucial para o plantio da soja 2026/27, possa ocorrer apenas em meados de outubro, atrasando o calendário em relação aos anos anteriores. Tradicionalmente, os primeiros volumes significativos de chuva chegam à região entre o final de setembro e o início de outubro. Contudo, modelos climáticos recentes indicam uma persistência da estação seca, com a possibilidade de influência de fenômenos como uma La Niña fraca, que tende a redistribuir os padrões de precipitação. Esse atraso pode gerar uma corrida contra o tempo para os produtores, que buscam otimizar o período de plantio da soja para garantir o bom desenvolvimento da segunda safra de milho. A escassez de chuvas no início da janela pode levar a replantios ou à necessidade de variedades de ciclo mais curto, adaptadas a um período vegetativo menor. O setor agrícola tem sido aconselhado a monitorar de perto as atualizações climáticas e a planejar o plantio com flexibilidade, considerando a possibilidade de ajustar as janelas de semeadura. A gestão da umidade no solo e a escolha de variedades adequadas serão essenciais para mitigar os riscos dessa potencial irregularidade climática.

📌 Fonte: Climatempo/MT
Mercado⭐ Destaque📅 13/07/2026 · 04h56

Cotações da soja na CBOT impulsionam contratos futuros em Rondonópolis

A alta nas cotações da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) reverberou positivamente no mercado futuro de Rondonópolis, com o dólar valorizado sustentando a liquidez.

O mercado de grãos em Rondonópolis, principal polo logístico e comercial de Mato Grosso, vive um momento de otimismo cauteloso, impulsionado pela valorização da soja na Bolsa de Chicago (CBOT). Os contratos futuros de soja para entrega em novembro de 2026 registraram avanços significativos, atingindo a marca de US$ 13,80 por bushel no fechamento de ontem, reagindo a preocupações com o clima nos EUA e demanda global. Localmente, a paridade com o dólar, que tem operado na faixa de R$ 5,40, amplifica os ganhos para os produtores mato-grossenses. Essa combinação tem gerado maior liquidez para as negociações antecipadas da safra 2026/27, embora muitos ainda prefiram aguardar por melhores oportunidades para fixar preços, dada a volatilidade do câmbio e das bolsas. Corretoras e tradings da região observam um movimento de produtores buscando garantir custos para a próxima safra, aproveitando as janelas de valorização. Contratos para entrega futura de soja com prêmios positivos indicam a confiança do mercado na manutenção da demanda e na competitividade do grão brasileiro. No entanto, a volatilidade permanece como um fator de atenção. Analistas alertam que, apesar do bom momento, a decisão de venda deve ser estratégica, considerando não apenas a CBOT e o dólar, mas também as condições de logística e armazenamento que podem impactar o preço final ao produtor.

📌 Fonte: Agência SAFRAS & Mercado
Algodão📅 13/07/2026 · 04h56

Qualidade do algodão 2025/26 de Primavera do Leste impulsiona mercado exportador

A fibra do algodão colhido em Primavera do Leste na safra 2025/26 alcançou padrões de qualidade superiores, fortalecendo as negociações para exportação, especialmente para o mercado asiático.

A safra de algodão 2025/26 de Primavera do Leste, no sudeste de Mato Grosso, encerra a colheita com resultados excepcionais em termos de qualidade da fibra. Análises laboratoriais iniciais apontam para índices elevados de resistência e micronaire, características muito valorizadas pelos compradores internacionais, sobretudo da Ásia. Este desempenho se deve, em grande parte, à combinação de um manejo fitossanitário eficiente, o uso de variedades adaptadas às condições locais e um período de colheita com pouca interferência de chuvas. A pluma de alta qualidade permite que os cotonicultores da região obtenham prêmios no mercado, agregando valor à produção. A Associação Mato-Grossense dos Produtores de Algodão (Ampa) projeta um aumento nas exportações da fibra mato-grossense, com contratos já sendo fechados com países como China, Vietnã e Indonésia. A expectativa é que a qualidade superior consolide a posição do estado como um dos principais fornecedores globais de algodão. Este cenário favorável no quesito qualidade é um alívio para os produtores que, assim como em outras culturas, enfrentaram desafios com o aumento dos custos de produção. A valorização da fibra no mercado externo pode compensar parte desses encargos e garantir a rentabilidade esperada.

📌 Fonte: AMPA/MT
Milho📅 13/07/2026 · 04h56

Safrinha 2026 em Campo Novo do Parecis supera projeções, mas escoamento preocupa

A colheita da safrinha de milho 2026 em Campo Novo do Parecis registra produtividade acima da média, mas a capacidade de armazenagem e logística de transporte geram apreensão.

A safrinha de milho 2026 na região de Campo Novo do Parecis, oeste de Mato Grosso, surpreendeu positivamente os produtores, com médias de produtividade que superaram as expectativas iniciais. Dados parciais indicam rendimentos em torno de 105 sacas por hectare, impulsionados por condições climáticas favoráveis durante o desenvolvimento da cultura. No entanto, a boa performance da safra traz um novo desafio: o escoamento e a armazenagem do grão. A capacidade estática dos armazéns na região está sendo testada, com relatos de produtores que enfrentam dificuldades para guardar a produção. Filas em tradings e cooperativas se tornaram comuns, atrasando a entrega e gerando custos adicionais de frete e, por vezes, a necessidade de armazenagem em silos-bolsa. Representantes do setor produtivo local têm alertado para a urgência de investimentos em infraestrutura logística, como a pavimentação de estradas e a ampliação da capacidade de armazenagem. A BR-364, principal via de acesso ao Porto de Porto Velho, continua sendo um gargalo, especialmente nos períodos de pico de colheita e escoamento. Mesmo com a produtividade elevada e um cenário de demanda internacional aquecida, a falta de infraestrutura adequada pode comprometer a competitividade do milho mato-grossense no mercado global, exigindo soluções rápidas e eficazes.

📌 Fonte: IMEA/MT
Soja📅 13/07/2026 · 04h56

Produtores de Sorriso iniciam planejamento da safra 2026/27 com alta de custos

A entressafra de soja em Sorriso é marcada pela preocupação com o planejamento da safra 2026/27, devido à escalada nos preços dos insumos.

Produtores de soja da região de Sorriso, no médio-norte mato-grossense, já se debruçam sobre o planejamento da próxima safra 2026/27, mesmo com a colheita da safra 2025/26 já finalizada. O principal ponto de apreensão é a contínua elevação nos custos de produção, especialmente adubos e defensivos, que acumulam aumentos significativos. Levantamentos preliminares de cooperativas locais indicam um reajuste médio de 12% nos preços de fertilizantes em comparação com o mesmo período do ano passado. Essa alta tem levado muitos produtores a reavaliar suas estratégias de compra antecipada e a buscar alternativas para otimizar o uso dos recursos no campo. Apesar dos desafios, a expectativa é de manter a área plantada, estimada em cerca de 1,2 milhão de hectares na região de Sorriso. A busca por variedades mais produtivas e o uso de tecnologias de agricultura de precisão são vistos como caminhos para mitigar o impacto dos custos elevados e garantir a rentabilidade necessária para a atividade. Analistas do setor apontam que a negociação de insumos e a gestão eficiente dos custos serão determinantes para o sucesso da próxima safra, que promete ser desafiadora desde o seu início.

📌 Fonte: AGROLINK/MT
Domingo, 12 de Julho de 2026
Política📅 12/07/2026 · 04h56

Governo de MT anuncia novas linhas de crédito para investimento em irrigação e sustentabilidade

O Governo de Mato Grosso lança programa de crédito com juros subsidiados para modernização agrícola e práticas sustentáveis na safra 2026/2027.

Em um movimento para impulsionar a produtividade e a sustentabilidade no campo, o Governo de Mato Grosso, em parceria com bancos estaduais e federais, anunciou novas linhas de crédito específicas para a safra 2026/2027. O foco principal é o investimento em sistemas de irrigação e a adoção de tecnologias que promovam a agricultura de baixo carbono, como o plantio direto e a integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF). Os recursos, estimados em R$ 800 milhões para esta fase inicial, contarão com juros subsidiados, variando de 4,5% a 6,0% ao ano, dependendo do porte do produtor e da finalidade do projeto. A iniciativa visa aumentar a resiliência das lavouras às intempéries climáticas e otimizar o uso de recursos naturais, especialmente a água. A expectativa é que o programa estimule a modernização do parque tecnológico agrícola e a expansão da área irrigada no estado em pelo menos 10% nos próximos três anos. Para ter acesso às linhas de crédito, os produtores deverão apresentar projetos que demonstrem viabilidade econômica e que estejam em conformidade com as exigências ambientais e de uso sustentável do solo. A Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SEDEC) de Mato Grosso ressalta que o fomento à irrigação é estratégico para garantir a segurança alimentar e a competitividade do agronegócio mato-grossense no longo prazo.

📌 Fonte: Governo de Mato Grosso (SEDEC) e Banco do Brasil
Manejo📅 12/07/2026 · 04h56

Desafios no Manejo de Nematoides e Buva levam produtores de Nova Mutum a intensificar estratégias

O controle de nematoides e a resistência da buva exigem dos agricultores de Nova Mutum estratégias de manejo integrado mais robustas para a próxima safra.

A entressafra é o período crucial para o planejamento do manejo fitossanitário, e em Nova Mutum, região médio-norte de Mato Grosso, a atenção está redobrada no controle de nematoides e na buva (Conyza spp.) resistente a herbicidas. Levantamentos recentes da Associação dos Produtores de Soja e Milho de MT (Aprosoja-MT) indicam que cerca de 60% das áreas de soja na região apresentam algum nível de infestação por nematoides, principalmente Pratylenchus brachyurus. Para combater o problema, os produtores estão investindo em rotação de culturas com plantas não hospedeiras, como crotalária, e no uso de variedades de soja com resistência ou tolerância genética. Além disso, a aplicação de produtos biológicos no sulco de plantio ganha espaço como uma ferramenta complementar no manejo. Quanto à buva, a resistência a herbicidas como o glifosato exige uma abordagem mais complexa, incluindo a rotação de modos de ação de defensivos e o manejo mecânico ou cultural. A orientação de agrônomos é fundamental para a criação de um plano de manejo integrado que combine diferentes táticas para garantir a sustentabilidade e a produtividade das lavouras.

📌 Fonte: Aprosoja-MT e Cooperativas Agrícolas
Clima📅 12/07/2026 · 04h56

Alerta de Veranico Precoce em 2026 para o Norte de Mato Grosso preocupa para a próxima safra

Previsões indicam um veranico mais intenso e precoce na região norte de MT, levantando preocupações para o preparo do solo da safra 2026/2027.

Meteorologistas em Mato Grosso emitiram um alerta sobre a possibilidade de um veranico mais intenso e prolongado para a região Norte do estado, abrangendo municípios como Alta Floresta e Colíder. As projeções para o período de agosto e setembro de 2026 indicam um volume de chuvas abaixo da média histórica, com temperaturas ligeiramente acima do normal. Esta condição climática, se confirmada, pode impactar diretamente o início do plantio da safra de soja 2026/2027. A preocupação reside na recuperação do perfil de umidade do solo, essencial para a germinação e o desenvolvimento inicial das plântulas de soja. Um veranico precoce pode atrasar o plantio, expondo as lavouras a riscos maiores de estresse hídrico em fases críticas do desenvolvimento. A janela ideal de plantio para a soja seria comprometida, empurrando o cultivo para períodos de maior risco de "veranicos" subsequentes no meio da safra ou de chuvas excessivas na colheita da safrinha subsequente. Agricultores estão sendo aconselhados a monitorar as previsões climáticas com atenção e, se possível, adotar práticas de manejo que conservem a umidade do solo, como a manutenção da palhada e o plantio direto. A Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (EMPAER) recomenda cautela no escalonamento do plantio, aguardando a regularização das chuvas.

📌 Fonte: EMPAER e Climatempo
Mercado⭐ Destaque📅 12/07/2026 · 04h56

Preços da Soja na CBOT e Dólar pautam volatilidade no mercado mato-grossense

A cotação da soja na Bolsa de Chicago e a instabilidade do dólar mantêm produtores de Mato Grosso cautelosos na comercialização, impactando decisões para a próxima safra.

A volatilidade no mercado internacional de commodities, impulsionada por fatores macroeconômicos e o clima nos Estados Unidos, tem gerado incerteza no setor agrícola de Mato Grosso. Em 12 de julho de 2026, os contratos futuros de soja na Bolsa de Chicago (CBOT) oscilavam em torno de US$ 12,80 por bushel para o vencimento de agosto, com pressões de oferta e demanda global. Paralelamente, a cotação do dólar no Brasil, em R$ 5,35, exerce um papel crucial na precificação local da saca, que tem variado entre R$ 138 e R$ 142 na região de Rondonópolis. Produtores do estado estão apreensivos, muitos optando por segurar parte de sua produção à espera de melhores janelas de comercialização. A expectativa por uma valorização do grão no segundo semestre do ano é grande, mas a instabilidade cambial adiciona um risco considerável. A decisão de travamento de preços para a safra 2026/2027 também está em compasso de espera. Analistas de mercado apontam que a política monetária global e o cenário de inflação nos EUA continuarão a influenciar as commodities. O milho, apesar de uma boa safra local, sente a pressão da soja, com a saca negociada a R$ 68-72 na região de Sinop, enquanto o algodão, com sua colheita em andamento, mantém um suporte nos preços devido à demanda internacional por fibra de qualidade, cotado a R$ 185-190/@.

📌 Fonte: Agrinvest Commodities e Reuters
Algodão📅 12/07/2026 · 04h56

Colheita do Algodão 2025/2026 em Campo Verde avança com fibra de excelente qualidade

Produtores de Campo Verde celebram o avanço da colheita do algodão, com destaque para a qualidade superior da fibra.

A cotonicultura de Mato Grosso celebra os resultados da safra 2025/2026. Em Campo Verde, região sudeste do estado, a colheita do algodão já ultrapassa os 40% da área plantada, com expectativas de excelentes rendimentos e, principalmente, uma fibra de qualidade superior. As amostras iniciais enviadas para análise indicam um micronaire e comprimento de fibra ideais para a indústria têxtil, o que pode gerar prêmios na comercialização. A boa sanidade das lavouras, fruto de um manejo fitossanitário rigoroso e um clima favorável na fase final de maturação, contribuiu para este cenário positivo. As poucas chuvas durante o mês de junho e o início de julho têm sido ideais para o processo de colheita, evitando perdas e garantindo a integridade da fibra. A Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (AMPA) projeta uma produção total para o estado de 1,9 milhão de toneladas de pluma, um crescimento de 5% em relação à safra anterior. Os desafios permanecem na gestão de custos de produção e na volatilidade dos preços internacionais, mas a qualidade da pluma mato-grossense mantém sua competitividade.

📌 Fonte: AMPA e Sindicato Rural de Campo Verde
Milho📅 12/07/2026 · 04h56

Colheita da Safrinha de Milho 2025/2026 em Campo Novo do Parecis atinge 85% com bons resultados

A colheita da segunda safra de milho em Campo Novo do Parecis se aproxima do fim, registrando produtividade acima da média esperada.

A colheita da safrinha de milho 2025/2026 em Campo Novo do Parecis, um dos maiores polos produtores de grãos do estado, atingiu a marca de 85% de área colhida até esta semana. Apesar de um período de seca no final do ciclo da cultura, as lavouras têm apresentado resultados consistentes. A produtividade média verificada está em torno de 105 sacas por hectare, superando as expectativas iniciais que projetavam 98 sacas/ha. Os produtores atribuem o bom desempenho à tecnologia embarcada nas sementes, ao manejo adequado e, principalmente, às chuvas concentradas em momentos cruciais do desenvolvimento da planta, apesar da irregularidade em partes do ciclo. A qualidade dos grãos também é satisfatória, com bom peso específico, o que favorece a comercialização e o armazenamento. A logística de escoamento, contudo, continua a ser um desafio. O aumento do volume de milho pressiona as capacidades de armazenagem e transporte, com filas em armazéns e portos. A demanda por frete aumentou 15% em relação ao ano passado, elevando os custos operacionais para os agricultores.

📌 Fonte: Sindicato Rural de Campo Novo do Parecis e COOPA-CNP
Soja📅 12/07/2026 · 04h56

Produtores de Sorriso antecipam planejamento para safra 26/27 de soja

Agricultores de Sorriso já iniciam aquisição de insumos, buscando mitigar riscos para a próxima safra de soja.

A entressafra de 2026 vê os produtores de soja de Sorriso, no médio-norte de Mato Grosso, mais ativos na antecipação do planejamento para a safra 2026/2027. Com as lições da última temporada e a volatilidade do mercado de insumos, a compra de sementes e defensivos está sendo adiantada. Levantamento do IMEA (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária) indica que 25% dos agricultores na região já garantiram parte de seus insumos, um aumento de 8 pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano passado. A estratégia visa aproveitar melhores condições de preço e garantir a disponibilidade de produtos específicos, especialmente para as cultivares de alta tecnologia. Há uma preocupação crescente com a gestão de custos e a eficácia dos produtos, dado o histórico de desafios fitossanitários e a necessidade de maximizar a produtividade em um cenário de margens apertadas. O foco na rotação de culturas e no manejo integrado de pragas e doenças também ganha força, com a busca por sementes que ofereçam maior resistência e adaptação às condições climáticas da região. A expectativa é de que, até o final de agosto, a maioria dos produtores já tenha delineado suas estratégias de plantio e adquirido uma parcela significativa de seus insumos.

📌 Fonte: IMEA e Associações de Produtores Locais
Sábado, 11 de Julho de 2026
Política⭐ Destaque📅 11/07/2026 · 04h56

Governo de MT Lança Programa de Crédito de R$ 300 Milhões para Pequenos Produtores

O governo de Mato Grosso anuncia novo pacote de crédito rural, no valor de R$ 300 milhões, destinado a fortalecer a agricultura familiar e pequenos produtores do estado.

Em um movimento para impulsionar a agricultura familiar e os pequenos produtores rurais, o Governo de Mato Grosso, em parceria com bancos estaduais, lançou hoje um programa de crédito com um aporte inicial de R$ 300 milhões. A iniciativa visa facilitar o acesso a recursos para custeio, investimento em tecnologia, aquisição de maquinário e melhorias na infraestrutura das propriedades. O governador Mauro Mendes destacou a importância do programa para a diversificação da matriz produtiva do estado e para a geração de renda e empregos no campo. As linhas de crédito terão taxas de juros subsidiadas, variando entre 3,5% e 6% ao ano, e prazos de pagamento estendidos, buscando atender às necessidades específicas de cada segmento produtivo. Prioridade será dada a projetos de agroindústria familiar, produção orgânica, sustentabilidade e inovação tecnológica. A expectativa é beneficiar cerca de 15 mil famílias de produtores nos próximos 12 meses, contribuindo para a segurança alimentar e o desenvolvimento regional, especialmente em municípios do médio e alto Araguaia.

📌 Fonte: Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec) / Gabinete do Governador MT
Manejo📅 11/07/2026 · 04h56

Resistência a Herbicidas: Alerta Vermelho para Biótipos de Amargoso em Lucas do Rio Verde

Produtores de Lucas do Rio Verde são alertados sobre a crescente incidência de biótipos de capim-amargoso resistentes a múltiplos herbicidas, exigindo novas estratégias de manejo.

A preocupação com o capim-amargoso (Digitaria insularis) resistente a herbicidas atingiu um novo patamar em Lucas do Rio Verde, um dos maiores polos agrícolas do estado. Pesquisas recentes indicam a disseminação de biótipos com resistência múltipla a glifosato e, em alguns casos, a inibidores de ALS, tornando o controle da planta daninha um desafio ainda maior para a próxima safra. Especialistas da Embrapa e de universidades locais recomendam que os produtores intensifiquem o monitoramento de suas áreas e adotem um manejo integrado. Isso inclui a rotação de culturas, o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação em pré-emergência e pós-emergência, e a implementação de práticas culturais como a semeadura direta bem manejada para supressão da planta daninha. A ausência de controle eficaz do amargoso pode gerar perdas de até 80% na produtividade da soja e do milho. A orientação é para que as fazendas que já identificaram focos de resistência busquem assistência técnica especializada para desenvolver planos de manejo específicos e evitar a propagação para áreas vizinhas. Campanhas de conscientização estão sendo lançadas na região.

📌 Fonte: Embrapa Soja / Fundação MT
Clima📅 11/07/2026 · 04h56

Estiagem Prolongada no Norte de MT Gera Preocupação para Pecuária e Próxima Safra

A ausência de chuvas significativas há mais de 60 dias em regiões como Sinop e Alta Floresta preocupa produtores rurais, afetando pastagens e o planejamento da safra 2026/2027.

Produtores do norte de Mato Grosso, abrangendo municípios como Sinop, Alta Floresta e Guarantã do Norte, enfrentam uma estiagem prolongada que já dura mais de dois meses. A falta de chuvas significativas desde o final de maio está comprometendo a qualidade das pastagens e o acesso à água para o gado, forçando pecuaristas a recorrer à suplementação antecipada. A situação se agrava com o aumento do risco de incêndios florestais, um problema recorrente nessa época do ano. O Corpo de Bombeiros já registrou um aumento de 15% nos focos de calor em comparação com o mesmo período do ano passado na região, alertando para a necessidade de medidas preventivas urgentes. Além dos impactos na pecuária, a seca levanta preocupações para o início da safra 2026/2027 de soja. Agrônomos indicam que, se as chuvas não se regularizarem até meados de setembro ou outubro, o plantio da oleaginosa poderá ser atrasado, impactando o calendário da safrinha de milho subsequente. A expectativa é que a umidade retorne em agosto, mas sem previsões de volumes expressivos.

📌 Fonte: Inmet / Sema MT
Mercado📅 11/07/2026 · 04h56

Incertezas no CBOT Pressionam Preços Locais de Soja em Rondonópolis

A volatilidade na Bolsa de Chicago, impulsionada por relatórios climáticos nos EUA, causa cautela e queda nos preços da soja no mercado físico de Rondonópolis.

Os produtores de soja de Rondonópolis e região observam com preocupação a recente queda nas cotações da oleaginosa no mercado físico, que reflete a instabilidade na Bolsa de Chicago (CBOT). O contrato de julho/2026 para a soja na CBOT recuou 1,5% nas últimas 24 horas, fechando em aproximadamente US$ 13,20 por bushel, influenciado por projeções de melhora climática nas áreas de plantio dos EUA. Localmente, o preço da saca de 60 kg de soja em Rondonópolis fechou a R$ 138,00, uma desvalorização de 2,5% em relação à semana passada. A valorização do dólar frente ao real, que atualmente oscila em torno de R$ 5,30, tem ajudado a amortecer parte das perdas para os exportadores, mas a margem de negociação para o produtor continua apertada. Analistas de mercado alertam para a necessidade de os produtores ficarem atentos às oportunidades de venda, especialmente em picos de alta. A entressafra brasileira, combinada com a incerteza da safra norte-americana, tende a manter o mercado volátil nas próximas semanas, exigindo estratégias de comercialização bem definidas.

📌 Fonte: Cepea / Consultoria Agrinvest
Algodão📅 11/07/2026 · 04h56

Cotonicultura em Campo Novo do Parecis Projeta Qualidade Superior na Colheita 26/27

Apesar de um início de safra desafiador, produtores de algodão em Campo Novo do Parecis preveem uma colheita com fibras de excelente qualidade para o ciclo 2026/2027.

A colheita do algodão safra 2026/2027 avança em Campo Novo do Parecis, e as expectativas são otimistas quanto à qualidade da fibra. Relatórios iniciais das usinas de beneficiamento indicam um algodão com comprimento de fibra e resistência acima da média histórica, o que pode agregar valor significativo à commodity. Cerca de 40% da área total cultivada, estimada em 180 mil hectares no município, já foi colhida. O bom desenvolvimento da cultura foi assegurado por um período de estiagem controlado na fase final, crucial para a maturação dos capulhos e a abertura uniforme, minimizando a incidência de manchas. Isso compensou um início de safra com chuvas irregulares que causou certa apreensão. A produtividade média esperada é de 280 arrobas por hectare, um número considerado satisfatório. Os cotonicultores da região estão investindo cada vez mais em tecnologia de ponta, desde a semeadura até a colheita, utilizando maquinário preciso e sistemas de monitoramento avançados. Este compromisso com a inovação é um dos pilares para a obtenção de uma fibra de alta qualidade, reconhecida nos mercados nacional e internacional.

📌 Fonte: Ampa (Associação Mato-Grossense dos Produtores de Algodão)
Milho📅 11/07/2026 · 04h56

Safrinha 2026 em Primavera do Leste: Produção Recorde Desafia Logística e Armazenagem

A colheita da safrinha de milho 2026 em Primavera do Leste atinge índices históricos, pressionando a capacidade de armazenagem e a infraestrutura logística do município.

Com a colheita da safrinha de milho 2026 praticamente finalizada, Primavera do Leste celebra uma produtividade média impressionante de 125 sacas por hectare, superando em 8% a média da safra anterior. Esse desempenho excepcional, atribuído a condições climáticas favoráveis no início do ciclo e ao bom manejo dos produtores, projeta uma produção total de 2,8 milhões de toneladas para a região. No entanto, o volume recorde acende um alerta para a capacidade de armazenagem. Muitos silos e armazéns já operam no limite, gerando filas e atrasos no escoamento. Estima-se que cerca de 30% da produção ainda necessite de acomodação adequada, com soluções temporárias como "silos-bolsa" sendo amplamente utilizadas. A situação exige agilidade na movimentação do cereal, que enfrenta desafios logísticos como a falta de caminhões e a manutenção das estradas vicinais. Os produtores esperam que o governo estadual e federal intensifiquem os investimentos em infraestrutura para evitar perdas futuras e otimizar o transporte para os portos.

📌 Fonte: Aprosoja MT / Cooperativa Agrícola de Primavera do Leste
Soja📅 11/07/2026 · 04h56

Preparativos Antecipados: Produtores de Sorriso já visam Safra 26/27 de Soja

Agricultores do médio-norte de Mato Grosso iniciam discussões sobre insumos e estratégias para a próxima safra de soja, buscando otimização de custos e produtividade.

Discussões sobre a aquisição de sementes e fertilizantes para a safra 2026/2027 de soja já estão em pauta entre os produtores de Sorriso e região. A antecipação visa garantir melhores preços e disponibilidade, especialmente após as flutuações de mercado observadas no último ciclo. A expectativa é por um incremento de 3% na área plantada, com foco em variedades de ciclo mais curto. A busca por novas tecnologias de manejo e por variedades mais resistentes a doenças endêmicas, como a ferrugem asiática, também é um ponto chave. Engenheiros agrônomos locais apontam a importância do planejamento fitossanitário prévio para mitigar riscos e garantir a sanidade da lavoura desde o plantio. A otimização do uso de defensivos será crucial diante dos custos crescentes. Reuniões com cooperativas e fornecedores de insumos já estão agendadas para as próximas semanas, sinalizando o compromisso dos produtores em se preparar com antecedência. A intenção é não repetir os atrasos e a escassez que alguns enfrentaram nos ciclos anteriores, garantindo o máximo potencial produtivo do grão.

📌 Fonte: Sindicato Rural de Sorriso
Sexta-feira, 10 de Julho de 2026
Política📅 10/07/2026 · 04h56

Assembleia Legislativa de Cuiabá debate plano estadual de infraestrutura para estradas rurais

Em Cuiabá, a Assembleia Legislativa discute o novo plano de infraestrutura do governo de Mato Grosso, focado na melhoria das estradas rurais para otimizar o escoamento da produção agrícola.

A capital mato-grossense, Cuiabá, é palco de intensos debates na Assembleia Legislativa sobre o novo Plano Estadual de Infraestrutura Logística, proposto pelo governo para aprimorar o escoamento da colossal produção agrícola. O projeto prevê investimentos substanciais na recuperação e pavimentação de milhares de quilômetros de estradas rurais, consideradas gargalos históricos para o agronegócio do estado. Deputados e representantes do setor produtivo estão analisando as fontes de financiamento para o plano, que incluem recursos do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab) e linhas de crédito internacionais. A proposta visa não apenas melhorar a trafegabilidade, mas também reduzir os custos de frete e o tempo de transporte, elevando a competitividade dos produtos mato-grossenses no mercado global. A expectativa é que o plano seja votado ainda neste semestre, com prioridade para as rotas estratégicas que ligam as principais regiões produtoras aos terminais de transbordo e portos. O setor agrícola clama por essa melhoria há anos, e a aprovação do projeto é vista como um passo fundamental para o desenvolvimento contínuo e sustentável do agronegócio de Mato Grosso.

📌 Fonte: Gazeta Cuiabana
Manejo📅 10/07/2026 · 04h56

Consultorias de Primavera do Leste alertam para manejo integrado de pragas na próxima safra de soja

Em Primavera do Leste, consultores agrícolas reforçam a necessidade de estratégias de manejo integrado de pragas, com foco em resistência a defensivos, para a safra de soja 2026/2027.

Com a entressafra em andamento, as consultorias agrícolas de Primavera do Leste intensificam o trabalho de orientação aos produtores para a próxima safra de soja. O foco principal é o manejo integrado de pragas (MIP), especialmente diante dos desafios enfrentados na safra passada com a *Helicoverpa armigera* e outras lagartas, que mostraram sinais de resistência a certos grupos de defensivos. A recomendação é investir em monitoramento constante das lavouras, rotação de grupos químicos de inseticidas, uso de controle biológico e biotecnologia (cultivares Bt) de forma complementar. A calendarização de pulverizações e a adoção de refúgios agrícolas são medidas essenciais para preservar a eficácia das ferramentas disponíveis e evitar a seleção de populações de pragas mais resistentes. Palestras e workshops estão sendo realizados na região para atualizar os agricultores sobre as novas tecnologias e as melhores práticas. A mensagem central é a de que a prevenção e a diversificação de estratégias são mais eficazes e economicamente viáveis do que a aplicação corretiva intensiva, garantindo a sustentabilidade da produção a longo prazo.

📌 Fonte: Revista AgroManejo MT
Clima📅 10/07/2026 · 04h56

Previsão meteorológica indica La Niña fraca no final de 2026, impactando início da safra 26/27

Institutos de meteorologia projetam uma possível La Niña de intensidade fraca ou neutralidade para o final de 2026, o que pode atrasar o início das chuvas e o plantio de soja em Tangará da Serra.

As projeções climáticas para o segundo semestre de 2026 e início de 2027 indicam uma tendência de neutralidade climática, com uma pequena possibilidade de desenvolvimento de um evento La Niña de intensidade fraca. Essa perspectiva, divulgada por importantes institutos de meteorologia, é um alerta para os produtores rurais de Mato Grosso, especialmente na região de Tangará da Serra. Tradicionalmente, um La Niña fraco pode significar um atraso na regularização das chuvas na primavera, fundamental para o plantio da safra de soja. A janela ideal de plantio, que geralmente se inicia em meados de setembro, pode ser postergada para outubro ou até novembro em algumas áreas, impactando o ciclo da cultura e, consequentemente, a janela para a segunda safra de milho. Agricultores estão sendo aconselhados a monitorar de perto as previsões e a considerar a adoção de estratégias como o plantio de variedades de ciclo mais curto ou o escalonamento do plantio. A gestão da umidade do solo, mesmo antes da chegada das chuvas, torna-se ainda mais crucial para minimizar os riscos e garantir o estabelecimento das lavouras.

📌 Fonte: Tempo & Agricultura MT
Algodão📅 10/07/2026 · 04h56

Qualidade da fibra de algodão em Campo Verde anima produtores para exportação

A colheita do algodão em Campo Verde avança com otimismo, devido à excelente qualidade da fibra, que promete valorização no mercado internacional e bons resultados para os cotonicultores.

A cotonicultura mato-grossense respira aliviada com os primeiros resultados da colheita de algodão em Campo Verde. Relatos de campo e análises preliminares nas algodoeiras indicam uma fibra de excelente qualidade, com bom comprimento, resistência e micronaire. Este cenário é particularmente animador para os produtores da região, que vêm investindo pesado em tecnologia e manejo para elevar o padrão do seu produto. Cerca de 40% da área já foi colhida, e a expectativa é que a média de pluma por hectare se mantenha acima de 290 arrobas, um número considerado bastante positivo. A qualidade superior da fibra é um diferencial estratégico para o mercado de exportação, onde o algodão de Mato Grosso já tem reconhecimento global. Isso pode se traduzir em prêmios e maior valor agregado nas negociações. Apesar dos desafios climáticos pontuais no início do ciclo, o manejo fitossanitário eficiente e as condições de sol e seca na fase final de maturação contribuíram para o bom desenvolvimento das maçãs. As usinas de beneficiamento trabalham a todo vapor, processando a pluma que segue para os portos ou para a indústria têxtil nacional, reforçando a posição do estado como líder na produção de algodão.

📌 Fonte: Notícias do Algodão MT
Milho📅 10/07/2026 · 04h56

Colheita da safrinha de milho em Rondonópolis atinge 95% com boa produtividade e desafios logísticos

A colheita da safrinha de milho em Rondonópolis se aproxima do fim, com 95% da área colhida, rendimentos satisfatórios, mas enfrentando desafios na capacidade de armazenagem e escoamento.

A região de Rondonópolis, polo agrícola do sul de Mato Grosso, celebra a reta final da colheita da safrinha de milho 2025/2026. Com 95% da área cultivada já colhida, os resultados de produtividade superam as expectativas iniciais, registrando uma média de 105 sacas por hectare, impulsionada por condições climáticas favoráveis durante o enchimento de grãos. Este desempenho contribui significativamente para o volume total de grãos do estado. No entanto, o sucesso da colheita traz consigo desafios bem conhecidos: a capacidade estática de armazenagem e a logística de escoamento. Muitos armazéns estão operando no limite, e a demanda por transporte tem elevado os custos de frete em cerca de 12% nas últimas semanas. Produtores e cooperativas buscam alternativas, como a armazenagem em silos-bolsa, para acomodar a produção. A expectativa é que a pressão sobre a logística diminua à medida que o milho comece a ser escoado pelos corredores de exportação, principalmente via ferrovia e portos do Arco Norte. O planejamento para a próxima safra já considera a ampliação de estruturas de armazenamento para evitar gargalos futuros.

📌 Fonte: Canal Rural MT
Soja📅 10/07/2026 · 04h56

Produtores de Sorriso antecipam planejamento e correção de solo para safra de soja 26/27

Em Sorriso, agricultores já iniciam a correção de solo e planejamento de insumos para a safra 2026/2027 de soja, atentos aos custos de produção e à janela de plantio.

Mesmo em plena entressafra, os olhos dos produtores de Sorriso, maior produtor de grãos do país, já estão voltados para a próxima safra de soja, 2026/2027. Com a colheita da safrinha de milho se encerrando, as máquinas já estão em campo para a etapa de correção de solo, fundamental para garantir a produtividade. A calagem e gessagem estão entre as prioridades, buscando otimizar o pH e a disponibilidade de nutrientes para as plantas. O planejamento de insumos também está avançado, com a aquisição antecipada de sementes e fertilizantes. A preocupação com o custo de produção, que apresentou alta de aproximadamente 8% em relação à safra anterior, é um fator chave. A busca por variedades de soja mais adaptadas às condições climáticas da região e com maior resistência a pragas e doenças tem sido prioridade. Associações de produtores recomendam a análise detalhada de solo e o uso de tecnologias de agricultura de precisão para otimizar o investimento em insumos. A expectativa é iniciar o plantio da soja em meados de setembro, aproveitando as primeiras chuvas, para garantir uma boa janela para a safrinha subsequente.

📌 Fonte: Jornal do Campo MT
Mercado⭐ Destaque📅 10/07/2026 · 04h56

Preços do milho e soja em Mato Grosso reagem a cenário externo e câmbio

Cotações de milho e soja em Mato Grosso mostram volatilidade, influenciadas pela Bolsa de Chicago e pelo dólar, impactando as decisões de venda dos produtores de Lucas do Rio Verde.

Os produtores de grãos em Mato Grosso, especialmente na região de Lucas do Rio Verde, observam com atenção a movimentação dos preços na Bolsa de Chicago (CBOT) e a valorização do dólar frente ao real. Nesta semana, o milho registrou leve alta, sendo negociado em torno de R$ 58/saca no mercado spot regional, impulsionado por um repique no mercado internacional. Já a soja, após um período de estabilidade, apresentou uma queda de 1,5% nos últimos dias, cotada a aproximadamente R$ 135/saca, refletindo o aumento da oferta global e a menor demanda chinesa momentânea. Analistas de mercado apontam que a entressafra e a conclusão da colheita da safrinha de milho trazem uma pressão de baixa no curto prazo para o cereal, enquanto a soja antecipa as expectativas para a safra 2026/2027. A volatilidade cambial, com o dólar flutuando entre R$ 5,30 e R$ 5,45, adiciona um componente de incerteza às decisões de comercialização. Produtores estão cautelosos, buscando estratégias de hedge e aguardando melhores janelas de venda para suas últimas cargas armazenadas. A expectativa é que as negociações ganhem mais fôlego no segundo semestre, conforme o cenário macroeconômico global se defina e os estoques de passagem comecem a ser dimensionados com mais clareza, influenciando diretamente as negociações futuras.

📌 Fonte: AgroMato Grosso Notícias
Quinta-feira, 9 de Julho de 2026
Política📅 09/07/2026 · 04h56

Governo de MT debate flexibilização do licenciamento ambiental para expansão agropecuária

O governo de Mato Grosso iniciou discussões para flexibilizar as regras de licenciamento ambiental para atividades agropecuárias, buscando impulsionar a expansão produtiva, mas gerando debates entre setores.

Em busca de um ambiente mais favorável ao crescimento do agronegócio, o governo de Mato Grosso, através da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA-MT), abriu diálogo com entidades do setor produtivo e ambientalistas para revisar e possivelmente flexibilizar as normas de licenciamento ambiental para atividades agropecuárias. A proposta visa simplificar os processos burocráticos e reduzir o tempo de espera para a aprovação de projetos de expansão de lavouras e pecuária. A iniciativa é vista por setores ligados à produção como essencial para o desenvolvimento econômico do estado, que tem cerca de 60% de seu território conservado, mas enfrenta desafios para aumentar a produtividade em áreas já abertas ou em processo de abertura legal. Entidades como a Famato defendem que a atual legislação é excessivamente complexa e desestimula investimentos. Contudo, grupos ambientalistas e o Ministério Público Estadual expressam preocupação com os potenciais impactos da flexibilização, alertando para o risco de desmatamento ilegal e degradação de ecossistemas sensíveis, como o Cerrado e a Amazônia mato-grossense. Eles defendem que qualquer alteração deve vir acompanhada de mecanismos de fiscalização mais robustos. O debate está em fase inicial, com audiências públicas previstas para o segundo semestre de 2026, e promete ser um dos pontos cruciais da agenda política para o setor nos próximos meses.

📌 Fonte: SEMA-MT, Famato
Manejo📅 09/07/2026 · 04h56

Alerta fitossanitário para bicudo do algodoeiro durante e pós-colheita em lavouras de Querência

Produtores de algodão em Querência são alertados para intensificar o monitoramento e controle do bicudo do algodoeiro durante a colheita e na entressafra, visando reduzir a pressão para a próxima safra.

Com a colheita do algodão em pleno vapor no norte de Mato Grosso, especialmente na região de Querência, o Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (INDEA-MT) e a Associação Mato-Grossense dos Produtores de Algodão (AMPA) reforçam o alerta para o manejo do bicudo do algodoeiro (Anthonomus grandis). Este período é crucial para o controle da praga, que pode migrar das áreas colhidas para refúgios e reinfestar as lavouras na próxima safra. Os cotonicultores são orientados a realizar o monitoramento constante das áreas colhidas, destruindo restos culturais e utilizando armadilhas de feromônio para capturar os insetos adultos. A destruição adequada das socas é fundamental, devendo ocorrer no máximo 30 dias após o fim da colheita para eliminar potenciais abrigos e fontes de alimento para o bicudo. Especialistas em fitossanidade apontam que a não conformidade com as práticas de manejo pode levar a um aumento significativo da população da praga, exigindo maiores investimentos em defensivos na safra seguinte e comprometendo a produtividade. A conscientização e a ação conjunta dos produtores são essenciais para manter a sanidade das lavouras de algodão na região.

📌 Fonte: INDEA-MT, AMPA
Clima📅 09/07/2026 · 04h56

Mato Grosso entra em fase crítica de estiagem; risco de incêndios dispara no Pantanal e áreas agrícolas

Com a ausência de chuvas e baixíssima umidade do ar, Mato Grosso entra em período crítico de estiagem, elevando drasticamente o risco de incêndios florestais e em áreas agrícolas, especialmente no Pantanal.

Mato Grosso enfrenta uma de suas mais severas estiagens dos últimos anos, um fenômeno comum nesta época, mas que em 2026 se apresenta com maior intensidade. Desde o início de junho, a maioria das regiões agrícolas, como Campo Verde e Nova Xavantina, não registra precipitações significativas, e a umidade relativa do ar tem se mantido abaixo de 30%, atingindo picos de 15% em algumas áreas nas horas mais quentes do dia. A situação é alarmante para o Pantanal mato-grossense, que já registra um aumento de 45% nos focos de incêndio em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados do INPE. As brigadas de incêndio e produtores rurais estão em alerta máximo, intensificando as ações preventivas e de combate para evitar a propagação das chamas em lavouras e pastagens. Embora a estiagem seja benéfica para a colheita do milho e algodão, a ausência prolongada de chuvas e as altas temperaturas, que chegam a 36°C, preocupam os produtores quanto à preparação do solo para a próxima safra de soja. A umidade residual está cada vez menor, e a qualidade das pastagens também é comprometida, afetando a pecuária. A previsão meteorológica para as próximas semanas não indica mudanças significativas, com o tempo seco e quente persistindo em todo o estado, mantendo o alerta para incêndios e a necessidade de medidas de conservação de água.

📌 Fonte: INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), ClimaTempo
Mercado⭐ Destaque📅 09/07/2026 · 04h56

Preços da soja na CBOT reagem a seca nos EUA; milho sob pressão da safra recorde brasileira

Os futuros da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) registram alta impulsionados por preocupações com o clima seco nos EUA, enquanto o milho enfrenta desvalorização devido à grande oferta brasileira.

O mercado de commodities agrícolas opera com volatilidade nesta quinta-feira (09/07/2026), com atenções voltadas para o clima nos Estados Unidos e o volume da safra brasileira. Na Bolsa de Chicago (CBOT), os contratos futuros da soja para novembro (safra nova americana) subiram 1,5%, negociados a US$ 13,80 por bushel, reagindo a previsões de tempo mais seco no Meio-Oeste americano, o que ameaça as lavouras em fase crítica de desenvolvimento. Por outro lado, o milho tem apresentado um comportamento de baixa. Os contratos para setembro caíram 0,8%, fechando a US$ 4,35 por bushel. A pressão vem da colheita robusta do milho safrinha no Brasil, que projeta uma safra recorde, inundando o mercado global com grãos a preços competitivos e elevando os estoques mundiais. No mercado interno mato-grossense, a saca de soja para entrega futura está sendo negociada entre R$ 130 e R$ 135, dependendo da região e do prazo de pagamento, com o câmbio R$/US$ operando próximo a R$ 5,20. Já o milho disponível enfrenta dificuldades para se valorizar, com ofertas entre R$ 55 e R$ 58 a saca, diante da forte oferta. Analistas indicam que a volatilidade deve permanecer, com o clima nos EUA e a demanda chinesa sendo os principais drivers para a soja, e a logística de exportação brasileira e a competitividade do real afetando o milho.

📌 Fonte: Notícias Agrícolas, Reuters
Algodão📅 09/07/2026 · 04h56

Cotonicultura mato-grossense intensifica colheita do algodão 2025/26 com otimismo sobre qualidade da fibra

A colheita do algodão em Mato Grosso chega a 40% da área, com as primeiras análises indicando excelente qualidade de fibra, impulsionando o otimismo dos cotonicultores para a safra 2025/26.

A safra 2025/26 de algodão em Mato Grosso entra em ritmo acelerado de colheita. Até o momento, cerca de 40% dos 1,2 milhão de hectares cultivados já foram colhidos. As regiões de Primavera do Leste e Sapezal lideram os trabalhos, com máquinas operando a todo vapor para aproveitar o clima seco. Os primeiros resultados das análises de fibra são bastante animadores. O comprimento e a resistência da fibra estão superando as expectativas iniciais, com um Micronaire médio de 4.3 e um comprimento de fibra de 1-1/8 polegadas, indicando um produto de alta qualidade para o mercado têxtil nacional e internacional. Este cenário de qualidade reforça a posição de Mato Grosso como líder na produção nacional de algodão. A demanda global por fibra de alta qualidade, juntamente com o dólar valorizado frente ao real, tem mantido os preços atrativos, contribuindo para uma perspectiva positiva de rentabilidade para os produtores. A expectativa é que a colheita seja finalizada até o final de agosto.

📌 Fonte: AMPA (Associação Mato-Grossense dos Produtores de Algodão)
Milho📅 09/07/2026 · 04h56

Colheita do milho safrinha 2026 atinge 85% em MT, com Campo Novo do Parecis destacando-se na produtividade

A colheita do milho safrinha em Mato Grosso alcançou 85% da área total, com Campo Novo do Parecis registrando produtividades acima da média estadual, impulsionada por boas condições climáticas no período vegetativo.

A colheita do milho safrinha 2026 avança a passos largos em Mato Grosso, com aproximadamente 85% da área de 7,2 milhões de hectares já colhida. Os dados preliminares do IMEA indicam uma produtividade média ligeiramente superior à safra anterior, em torno de 105 sacas por hectare. O município de Campo Novo do Parecis se destaca no cenário estadual, com produtores reportando médias de até 120 sacas por hectare em lavouras que receberam manejo adequado e se beneficiaram de chuvas bem distribuídas no início do ciclo. Este desempenho ajuda a compensar áreas que sofreram com o veranico em maio. Apesar dos bons números de produtividade, o escoamento da produção continua sendo um desafio. Os armazéns estão com alta taxa de ocupação, e a logística ferroviária e rodoviária para os portos do Norte e Sudeste tem enfrentado gargalos, pressionando os custos de frete e afetando a rentabilidade dos produtores. A expectativa é que a colheita seja finalizada nas próximas duas semanas, direcionando o foco para a comercialização dos grãos restantes e a preparação para a próxima safra de verão.

📌 Fonte: IMEA (Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária)
Soja📅 09/07/2026 · 04h56

Produtores de Sorriso já planejam safra 26/27 de soja com foco em tecnologia e sustentabilidade

Com a entressafra em curso, produtores de soja em Sorriso iniciam planejamento da safra 2026/2027, priorizando sementes de alta tecnologia e práticas sustentáveis para solo.

A calma da entressafra é o período ideal para o planejamento minucioso da próxima safra de soja. Em Sorriso, capital nacional do agronegócio, os produtores já estão em fase adiantada na prospecção de sementes e insumos para 2026/2027. A busca é por variedades de soja com maior potencial produtivo e resistência a doenças, buscando mitigar riscos e otimizar a rentabilidade. Um dos pontos de atenção é a disponibilidade de sementes geneticamente modificadas, que representam mais de 98% da área plantada na região. Com a expectativa de uma área estável de 1,2 milhão de hectares na safra vindoura, a logística de suprimentos é crucial. Além da tecnologia embarcada nas sementes, cresce a preocupação com a saúde do solo. Muitos produtores estão investindo em análises mais detalhadas e na rotação de culturas, como o milho, e em plantas de cobertura, visando melhorar a estrutura e fertilidade do solo após ciclos intensos de produção. A sustentabilidade é vista não só como uma obrigação, mas como um diferencial competitivo.

📌 Fonte: Sindicato Rural de Sorriso
Quarta-feira, 8 de Julho de 2026
Política📅 08/07/2026 · 04h56

Plano Safra 2027/28: Produtores de MT Pedem Taxas de Juros Mais Atrativas e Ampliação de Recursos

Associações de produtores de Mato Grosso reivindicam juros menores e mais recursos para o Plano Safra 2027/28, visando maior investimento.

Com a proximidade do lançamento do Plano Safra 2027/28, as entidades representativas do agronegócio de Mato Grosso, como Aprosoja-MT e Famato, intensificam as discussões e pleitos junto ao governo federal. A principal demanda é por taxas de juros mais atrativas para os financiamentos de custeio e investimento, além da ampliação dos recursos destinados ao crédito rural. Atualmente, as taxas de juros do Plano Safra 2026/27 estão entre 8% e 12% ao ano, consideradas elevadas diante dos custos de produção. Os produtores argumentam que a sustentabilidade do setor e a capacidade de investimento em tecnologia e infraestrutura dependem diretamente de condições de crédito mais favoráveis. A reforma tributária, que ainda está em debate sobre suas regulamentações, também é um ponto de atenção, com a busca por clareza sobre o impacto na cadeia produtiva e a manutenção da competitividade do agronegócio mato-grossense. A expectativa é que o governo anuncie o novo Plano Safra com um volume de recursos superior aos R$ 480 bilhões da safra anterior e, idealmente, com um subsídio maior para as taxas de juros. Representantes do setor agrícola de Cuiabá e de todo o estado estão em Brasília para reuniões, buscando garantir que as demandas de Mato Grosso sejam ouvidas e atendidas, visando um cenário de maior segurança e previsibilidade para os agricultores.

📌 Fonte: Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato)
Manejo📅 08/07/2026 · 04h56

Manejo de Nematoides Ganha Destaque no Planejamento da Próxima Safra de Soja em Tapurah

Produtores de Tapurah priorizam o manejo de nematoides com rotação de culturas e defensivos biológicos para a safra 2026/27.

Com a safra de soja finalizada e a colheita de milho safrinha em curso, produtores de Tapurah, no médio-norte de Mato Grosso, já direcionam seus esforços para o manejo fitossanitário da próxima safra 2026/27. O controle de nematoides, que causa perdas significativas de produtividade, emerge como uma das principais prioridades. A estratégia envolve a rotação de culturas com plantas não hospedeiras e o uso de nematicidas biológicos e químicos. Pesquisas da Embrapa e fundações locais indicam que a incidência de nematoide-das-galhas (Meloidogyne spp.) e nematoide-das-lesões (Pratylenchus brachyurus) tem aumentado em áreas de cultivo contínuo de soja e milho. Estima-se que as perdas causadas por esses vermes microscópicos podem variar de 10% a 30% da produtividade, dependendo do nível de infestação. O investimento em análise de solo para mapear a presença e densidade dos nematoides é crucial para um manejo assertivo. Produtores como João Carlos Pereira, de Tapurah, afirmam estar investindo em sementes de soja com maior resistência e implementando a rotação com algodão e crotalária em parte de suas lavouras. O uso integrado de biodefensivos tem se mostrado promissor, reduzindo a dependência de produtos químicos e promovendo a saúde do solo em longo prazo. A conscientização e o planejamento antecipado são fundamentais para mitigar os riscos e garantir a sustentabilidade da produção.

📌 Fonte: Embrapa Soja / Fundação de Apoio à Pesquisa Agropecuária de MT (Fundação MT)
Clima📅 08/07/2026 · 04h56

Alerta de Estiagem Prolongada em Áreas do Norte de Mato Grosso Preocupa Produtores

A escassez de chuvas no norte de Mato Grosso gera preocupação para a próxima safra, indicando um risco de prolongamento da estiagem.

Enquanto algumas regiões de Mato Grosso registraram chuvas isoladas no início de julho, áreas do norte do estado, como Querência e São Félix do Araguaia, enfrentam um período de estiagem mais prolongado e intenso que o habitual para esta época do ano. Dados do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (Cptec/Inpe) apontam para um déficit hídrico de aproximadamente 20% em comparação com a média histórica para o mês de junho e início de julho na região. A ausência de chuvas por um período estendido preocupa os produtores, que já planejam a próxima safra de soja 2026/27. A seca pode comprometer a umidade do solo, essencial para o plantio e o desenvolvimento inicial das culturas, além de aumentar o risco de incêndios florestais e em áreas de pastagem. A previsão para as próximas semanas não indica chuvas significativas para essas áreas, o que acende um alerta para o final da estação seca. Meteorologistas sugerem que um fenômeno La Niña mais fraco do que o esperado pode estar contribuindo para a irregularidade das chuvas. Produtores estão monitorando de perto as projeções climáticas e ajustando o planejamento do plantio e das estratégias de manejo, como o uso de cultivares mais tolerantes à seca, para mitigar possíveis impactos.

📌 Fonte: Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (Cptec/Inpe)
Mercado⭐ Destaque📅 08/07/2026 · 04h56

Incertezas Globais Impulsionam Cotações de Grãos: Dólar e CBOT em Foco para Mato Grosso

Cotações de soja e milho na CBOT e o dólar em alta aquecem o mercado de grãos em Mato Grosso, apesar da entressafra.

O mercado de grãos em Mato Grosso permanece agitado, mesmo em plena entressafra para a soja e com a colheita avançada do milho safrinha. Incertezas macroeconômicas globais e a valorização do dólar frente ao real (R$ 5,50 em 08/07/2026) têm impulsionado as cotações das commodities na Bolsa de Chicago (CBOT). Os contratos futuros de soja para novembro de 2026 operam acima de US$ 13,80 por bushel, enquanto o milho para dezembro de 2026 se mantém acima de US$ 5,20 por bushel. Essa dinâmica beneficia diretamente o produtor mato-grossense, que vê sua produção valorizada em moeda nacional. Apesar da pressão de venda do milho safrinha recém-colhido, os preços locais para o cereal se sustentam em torno de R$ 60,00 por saca em praças como Rondonópolis, impulsionados pela demanda para ração e as exportações. Para a soja, a movimentação é mais focada na próxima safra, com negócios futuros já sendo fechados a patamares atrativos. Analistas de mercado da Agrinvest alertam, no entanto, para a volatilidade. Fatores como a evolução do clima nos EUA, a demanda chinesa e as políticas monetárias dos bancos centrais globais podem influenciar bruscamente os preços. A recomendação é para que o produtor siga atento às oportunidades de comercialização, aproveitando os picos de preço para travar parte da safra futura e garantir a rentabilidade.

📌 Fonte: Agência Safras & Mercado / Agrinvest
Algodão📅 08/07/2026 · 04h56

Colheita de Algodão 2026 em Pleno Vapor em Campo Verde com Produtividade Superior

A cotonicultura em Campo Verde avança com 40% da área colhida, superando expectativas de produtividade para a safra 2026.

A safra de algodão 2025/26 de Mato Grosso está em ritmo acelerado, e Campo Verde, um dos polos da cotonicultura, reporta avanço significativo. Cerca de 40% da área cultivada com algodão no município já foi colhida até o momento, com expectativas de produtividade superando as projeções iniciais. Dados da Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa) indicam uma média de 300 arrobas de algodão em caroço por hectare na região, superior à média estadual de 285 arrobas/hectare. O clima favorável durante a fase de desenvolvimento da planta e a ausência de pragas de maior impacto contribuíram para a qualidade da fibra e o excelente rendimento. A expectativa é que a colheita seja concluída até o final de agosto, mantendo o bom ritmo e a qualidade observada até o momento. A demanda por algodão no mercado internacional continua aquecida, o que traz otimismo para os cotonicultores. Os desafios logísticos e os custos de beneficiamento da pluma são pontos de atenção, mas a rentabilidade projetada para esta safra é animadora. Com a valorização da fibra, os produtores estão focados em maximizar a eficiência da colheita e garantir a manutenção da alta qualidade do produto, que é um diferencial do algodão mato-grossense.

📌 Fonte: Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa)
Milho📅 08/07/2026 · 04h56

Colheita do Milho Safrinha 2026 Atinge 90% em Mato Grosso com Destaque para Qualidade

Mato Grosso alcança 90% da colheita do milho safrinha, com produtividade média de 105 sacas/hectare e boa qualidade dos grãos.

A colheita do milho safrinha em Mato Grosso avança para suas etapas finais, atingindo a marca de 90% da área total cultivada, segundo dados do Imea divulgados nesta semana. Municípios como Campo Novo do Parecis e Nova Mutum, grandes produtores, já superaram os 95% da área colhida. A produtividade média estadual está consolidada em torno de 105 sacas por hectare (6.300 kg/ha), um resultado considerado positivo, especialmente diante de algumas janelas de estiagem no final do ciclo. Embora ligeiramente abaixo das expectativas iniciais de 110 sacas/hectare, a qualidade dos grãos colhidos tem sido um ponto forte, com baixo teor de umidade e boa sanidade, o que valoriza o produto no mercado. O volume total estimado para a safra 2025/26 deve ficar em torno de 40 milhões de toneladas, consolidando Mato Grosso como o maior produtor de milho do Brasil. Os desafios agora se concentram na logística e armazenamento, com um grande volume de grãos aguardando escoamento. Produtores buscam alternativas para evitar a pressão sobre os preços locais, que já sentem o impacto da oferta. As exportações devem acelerar nos próximos meses, mas a capacidade portuária e os custos de frete continuam sendo pontos de atenção para os produtores mato-grossenses.

📌 Fonte: Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea)
Soja📅 08/07/2026 · 04h56

Produtores de Sorriso Otimistas com Chuvas de Julho para Preparo de Solo da Soja 2026/27

Chuvas fora de época em Sorriso são vistas como um bom presságio para a umidade do solo, crucial para o plantio da soja na próxima safra.

Apesar de estar no auge da entressafra, produtores de soja em Sorriso, no médio-norte de Mato Grosso, celebram as chuvas registradas no início de julho. Com volumes que superaram os 30mm em algumas regiões, a umidade do solo está sendo restabelecida, o que é fundamental para a descompactação e o preparo para o plantio da safra 2026/27. Especialistas do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) apontam que essa umidade antecipada pode reduzir os riscos de atraso no plantio em setembro, caso o período chuvoso regular demore a se estabelecer. Tradicionalmente, julho marca o período mais seco no estado, com a expectativa de que as chuvas voltem apenas em meados de setembro ou outubro. No entanto, esses eventos climáticos atípicos são bem-vindos pelos agricultores, que já iniciam a compra de insumos e o planejamento agronômico. A expectativa é que uma boa reserva hídrica no solo contribua para uma emergência mais uniforme das plantas e um desenvolvimento inicial mais vigoroso, impactando positivamente o potencial produtivo. Os custos com fertilizantes e sementes continuam sendo a principal preocupação, com projeções de aumento de 5% a 7% para a próxima safra em comparação com o ciclo anterior. Mesmo assim, a confiança dos produtores se mantém alta, impulsionada pelos preços favoráveis da oleaginosa no mercado internacional e pela promessa de condições climáticas iniciais mais benignas.

📌 Fonte: Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT)
Terça-feira, 7 de Julho de 2026
Política📅 07/07/2026 · 04h56

Governo de MT Anuncia Linhas de Crédito Preferenciais para Investimento em Tecnologia na Safra 26/27

O governo estadual de Mato Grosso lança novas linhas de crédito com taxas subsidiadas para produtores que investirem em tecnologias sustentáveis na próxima safra.

Em evento realizado em Cuiabá nesta terça-feira, 07 de julho de 2026, o Governo de Mato Grosso, em parceria com bancos estaduais e federais, anunciou o lançamento de novas linhas de crédito preferenciais destinadas ao investimento em tecnologia e sustentabilidade para a safra 2026/2027. As medidas visam impulsionar a modernização do agronegócio mato-grossense, com foco na agricultura de precisão, energias renováveis e sistemas de irrigação eficientes. As linhas de crédito terão taxas de juros anuais a partir de 8,5%, significativamente abaixo da média do mercado, e prazos de pagamento estendidos de até 10 anos. A iniciativa busca incentivar a adoção de práticas que aumentem a produtividade e reduzam o impacto ambiental, alinhando-se às metas de descarbonização do setor. Segundo o Secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, espera-se que cerca de R$ 1,5 bilhão seja disponibilizado para os produtores rurais, beneficiando especialmente pequenos e médios agricultores. Os recursos poderão ser utilizados para a compra de máquinas agrícolas com GPS, drones para monitoramento de lavouras e equipamentos para energias solar e eólica. A política de incentivo visa não apenas o aumento da eficiência, mas também a competitividade do agronegócio de Mato Grosso no cenário global, garantindo a sustentabilidade da produção e a resiliência frente aos desafios climáticos.

📌 Fonte: Secretaria de Estado de Desenvolvimento Rural (SEDR) MT
Manejo📅 07/07/2026 · 04h56

Dessecação e Monitoramento de Pragas de Pós-Colheita Essenciais em Áreas de Safrinha de Milho em Nova Mutum

Produtores de Nova Mutum intensificam a dessecação e o monitoramento de pragas pós-colheita para evitar a ponte verde e preparar o solo para a próxima safra.

Com a colheita da safrinha de milho 2025/2026 em fase avançada em Nova Mutum, o manejo pós-colheita ganha destaque. A dessecação das plantas de milho remanescentes e a eliminação da "ponte verde" são cruciais para quebrar o ciclo de pragas e doenças que poderiam afetar a próxima safra de soja. A medida visa principalmente controlar a cigarrinha do milho, vetor do enfezamento, e o pulgão, que podem sobreviver em plantas voluntárias. Engenheiros agrônomos da região recomendam a aplicação de herbicidas específicos e o acompanhamento constante das áreas para identificar e erradicar possíveis focos de pragas. A janela de tempo entre safras é fundamental para um controle eficiente e sustentável. Além do controle fitossanitário, o período é ideal para a realização de análises de solo detalhadas. Essas análises permitem ajustes na fertilidade e na correção do pH, otimizando o planejamento para o plantio da soja 2026/2027. Atenção a essas práticas de manejo garante não apenas a sanidade das lavouras futuras, mas também a longevidade da produtividade da área, reduzindo a necessidade de defensivos mais caros e agressivos.

📌 Fonte: Embrapa Agrossilvipastoril
Clima📅 07/07/2026 · 04h56

Mato Grosso Enfrenta Julho Atípico de Baixa Umidade e Risco Elevado de Incêndios

O mês de julho de 2026 em Mato Grosso registra índices de umidade relativa do ar preocupantes, aumentando o alerta para focos de incêndio e impactos na saúde.

O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) e o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC/INPE) emitiram alertas para Mato Grosso neste mês de julho de 2026. A umidade relativa do ar tem se mantido abaixo dos 20% em diversas regiões, incluindo Cuiabá, Rondonópolis e Lucas do Rio Verde, atingindo picos mínimos de 12% em alguns dias. Essas condições são consideradas de alerta máximo pela Defesa Civil. A seca prolongada, característica da entressafra, intensifica o risco de incêndios florestais e em áreas de pastagem e palha de lavouras. O Corpo de Bombeiros já registra um aumento de 15% nos atendimentos relacionados a focos de calor em comparação com o mesmo período do ano passado. Além dos riscos ambientais, a baixa umidade afeta diretamente a saúde da população, com o aumento de problemas respiratórios. Produtores rurais também se preocupam com a qualidade do ar e a necessidade de medidas preventivas nas fazendas para evitar a propagação de fogo. As previsões indicam que a situação de baixa umidade deve persistir por pelo menos mais três semanas, com o retorno de chuvas significativas esperado apenas para o final de setembro, início de outubro, marcando o começo da estação chuvosa.

📌 Fonte: INMET/MT
Mercado⭐ Destaque📅 07/07/2026 · 04h56

Cotação da Soja na CBOT Sobe Pressionada por Clima nos EUA e Dólar Estável

Preços da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) registram alta de 1,2% com preocupações climáticas nos EUA e dólar em patamar de R$ 5,30, impactando o produtor mato-grossense.

A cotação da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) operou em alta nesta terça-feira, 07 de julho de 2026, com o contrato para agosto fechando a US$ 14,35 por bushel. O movimento de valorização é reflexo das projeções de um clima mais seco em regiões produtoras dos Estados Unidos, o que gera apreensão sobre o potencial produtivo da safra norte-americana. Adicionalmente, o mercado de óleos vegetais global também contribui para o suporte dos preços. No Brasil, a estabilidade do dólar, cotado a R$ 5,30 para venda, não ajudou a impulsionar as vendas de grãos do novo ciclo, embora mantenha a competitividade do produto exportado. Produtores de Mato Grosso, ainda na entressafra e com os olhos na próxima safra 2026/2027, estão monitorando de perto o cenário internacional. Especialistas alertam que a janela de oportunidades para fixação de preços futuros pode ser estreita, exigindo agilidade nas decisões. A relação de troca entre soja e fertilizantes também permanece um ponto de atenção, com a alta dos grãos tentando compensar os custos de produção. A comercialização da safra velha, já quase totalmente escoada, e as primeiras negociações da safra nova indicam que a volatilidade será uma constante, com o cenário geopolítico e as políticas monetárias globais adicionando camadas de complexidade.

📌 Fonte: Reuters Agrícola
Algodão📅 07/07/2026 · 04h56

Cotonicultores de Campo Novo do Parecis Projetam Safra 2025/2026 Recorde em Qualidade

Com a colheita em ritmo acelerado, a safra 2025/2026 de algodão em Campo Novo do Parecis promete alta qualidade de fibra, impulsionada por manejo otimizado.

A cotonicultura de Mato Grosso celebra os bons resultados da safra 2025/2026, com destaque para Campo Novo do Parecis. A colheita, que já ultrapassa 65% da área cultivada, revela um algodão de excelente qualidade, com fibras longas e resistentes. Produtores estimam uma produtividade média de 290 arrobas por hectare de algodão em caroço, um acréscimo de 5% em relação ao ciclo anterior. O clima favorável durante as fases críticas de desenvolvimento e a adoção de tecnologias de ponta em manejo fitossanitário contribuíram para esse cenário positivo. Investimentos em variedades mais adaptadas às condições locais e o controle rigoroso de pragas como o bicudo têm sido determinantes para a sanidade das lavouras. A qualidade superior da fibra é um diferencial que agrega valor ao produto mato-grossense no mercado internacional. Exportadores já sinalizam grande interesse, o que pode garantir uma valorização adicional. O setor projeta um aumento de 7% no volume total de pluma a ser processado no estado, consolidando a posição de Mato Grosso como líder nacional na produção de algodão.

📌 Fonte: Algodão Agora MT
Milho📅 07/07/2026 · 04h56

Colheita da Safrinha de Milho em Sorriso se Aproxima do Fim com Produtividade Variável

A colheita da safrinha de milho em Sorriso, no médio-norte de Mato Grosso, atinge 90% da área, com produtividades que variam devido às condições climáticas.

A região de Sorriso, um dos maiores produtores de milho do estado, está nos estágios finais da colheita da safrinha 2025/2026. Dados do Sindicato Rural local indicam que cerca de 90% da área plantada já foi colhida, restando apenas as parcelas semeadas mais tardiamente. A produtividade média está em torno de 105 sacas por hectare, ligeiramente abaixo das expectativas iniciais de 110 sc/ha. A variação na produtividade é atribuída principalmente à irregularidade das chuvas durante o período de desenvolvimento da cultura. Produtores que conseguiram antecipar o plantio e que investiram em híbridos mais resistentes à seca registraram resultados superiores, chegando a 120 sc/ha em algumas fazendas. Apesar da queda marginal na produtividade média, a qualidade dos grãos tem sido boa, com baixo teor de umidade, o que facilita o armazenamento e reduz os custos de secagem. O foco agora se volta para a comercialização, com produtores monitorando atentamente os preços futuros. A expectativa é que a oferta do milho mato-grossense continue a influenciar o mercado doméstico e as exportações nos próximos meses.

📌 Fonte: Notícias Agrícolas MT
Soja📅 07/07/2026 · 04h56

Produtores de Primavera do Leste Preparam Solo para Safra 26/27 e Monitoram Custos

Agricultores mato-grossenses iniciam a pré-preparação do solo para a safra 2026/2027 de soja, atentos à volatilidade dos custos de insumos.

A entressafra em Mato Grosso marca o período de planejamento intensivo para os sojicultores. Em Primavera do Leste, a movimentação é de pré-preparação do solo, com foco na correção de acidez e na nutrição para a próxima safra. A expectativa é por uma janela de plantio favorável, mas a aquisição de sementes e fertilizantes, que já registra aumentos médios de 8% em relação ao ano anterior, preocupa o setor. A cooperativa local projeta um aumento de 3% na área plantada de soja no município, impulsionado por expectativas de preços remuneradores. Contudo, a margem de lucro dependerá diretamente da capacidade de gestão de custos e da produtividade alcançada. Analistas do IMEA ressaltam que a estratégia de compra antecipada de insumos tem sido uma constante, mas a imprevisibilidade do cenário global exige cautela. A busca por tecnologias que otimizem o uso de defensivos e fertilizantes é uma prioridade para mitigar riscos. O planejamento envolve também a revisão de contratos de arrendamento e a análise de novas variedades que ofereçam maior resistência a pragas e doenças, características essenciais para a sustentabilidade da lavoura.

📌 Fonte: Agência MT Rural
Segunda-feira, 6 de Julho de 2026
Política📅 06/07/2026 · 04h56

Governo de MT anuncia pacote de incentivos fiscais para agroindústrias em Nova Mutum

Nova Mutum será beneficiada com novas políticas de incentivo fiscal para atrair e expandir agroindústrias, visando agregar valor à produção local de grãos.

O Governo de Mato Grosso, em parceria com a prefeitura de Nova Mutum, anunciou um novo pacote de incentivos fiscais para empresas do setor agroindustrial que se instalarem ou expandirem suas operações no município. A medida visa fortalecer a cadeia produtiva local, agregando valor à vasta produção de soja e milho da região, e gerando mais empregos diretos e indiretos. Entre as principais propostas, estão a redução de alíquotas de ICMS para produtos industrializados no estado, além de linhas de crédito subsidiadas por bancos estaduais para a aquisição de equipamentos e infraestrutura. A iniciativa busca transformar Nova Mutum em um polo de processamento de grãos e proteína animal. Representantes do setor produtivo comemoraram o anúncio, classificando-o como um passo importante para diversificar a economia mato-grossense e reduzir a dependência da exportação de commodities in natura. A expectativa é que o pacote comece a atrair investimentos já no próximo semestre.

📌 Fonte: Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso (SEDEC-MT)
Manejo📅 06/07/2026 · 04h56

Pragas de solo preocupam produtores de Campo Verde na pré-safra de milho

Com a entressafra, o monitoramento de pragas de solo, como lagartas-elasmo e corós, ganha destaque para evitar danos na próxima safra de milho e soja.

Embora a colheita do milho safrinha esteja finalizando e a soja ainda não tenha sido plantada, o manejo de pragas já é uma prioridade para os agricultores de Campo Verde. As pragas de solo, como lagarta-elasmo e corós, representam uma ameaça significativa para a fase inicial de desenvolvimento das culturas, podendo causar grandes perdas na germinação e no estande. Engenheiros agrônomos da região estão recomendando um monitoramento intensivo das áreas e a adoção de tratamento de sementes preventivo como estratégia principal. A rotação de culturas e o manejo adequado da palhada também são apontados como ferramentas eficazes para reduzir a população dessas pragas. A preocupação aumenta com a possibilidade de condições climáticas favoráveis à proliferação desses insetos no início da primavera. A conscientização e a aplicação de boas práticas de manejo integrado de pragas (MIP) são essenciais para proteger o investimento na próxima safra.

📌 Fonte: Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Agrossilvipastoril
Clima📅 06/07/2026 · 04h56

Previsão indica retorno das chuvas irregulares em setembro, crucial para a soja 26/27

Meteorologistas de Cuiabá projetam um final de inverno seco, mas com o retorno das chuvas na virada para a primavera, essencial para o início do plantio de soja.

As últimas projeções climáticas divulgadas por centros de pesquisa em Cuiabá indicam que o inverno de 2026 em Mato Grosso deve se manter seco até o final de agosto, com temperaturas elevadas durante o dia. No entanto, a boa notícia para os agricultores é a expectativa de retorno das chuvas, mesmo que de forma irregular, a partir da segunda quinzena de setembro. Este cenário é crucial para a próxima safra de soja 2026/2027, cujo plantio depende da regularização das precipitações para garantir uma boa germinação e estabelecimento das plântulas. A umidade acumulada no solo nos últimos meses tem sido monitorada de perto, mas novas chuvas são indispensáveis. Especialistas alertam para a possibilidade de um El Niño de intensidade moderada no segundo semestre, o que pode influenciar a distribuição e volume das chuvas no Centro-Oeste brasileiro. Produtores em Lucas do Rio Verde e Nova Mutum já se organizam para o plantio 'no pó', caso as chuvas atrasem, mas preferem esperar o momento ideal.

📌 Fonte: Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC/INPE)
Mercado⭐ Destaque📅 06/07/2026 · 04h56

Preços do milho e soja recuam no MT com oferta interna e CBOT pressionada

As cotações da soja e do milho em Mato Grosso registram quedas acentuadas, influenciadas pela grande oferta da safra e pela desvalorização em Chicago.

Os produtores mato-grossenses de soja e milho enfrentam um cenário de recuo nos preços. Nesta primeira semana de julho de 2026, a saca de 60 kg da soja chegou a ser negociada abaixo de R$ 130,00 em algumas regiões do estado, como Rondonópolis, uma desvalorização de cerca de 4% em relação ao mês anterior. O milho também acompanha a tendência, com a saca beirando os R$ 60,00, uma queda de 5%. A pressão vem de dois lados: a oferta robusta da safrinha de milho, que está sendo colhida em grande volume, e a retração nos futuros da CBOT (Chicago Board of Trade), com a soja de julho de 2026 sendo cotada a US$ 11,50/bushel, e o milho a US$ 4,20/bushel. Analistas indicam que o excesso de chuvas no Meio-Oeste americano, inicialmente visto como um problema, agora é interpretado como benéfico para o desenvolvimento das lavouras. A valorização do real frente ao dólar também contribui para a perda de competitividade das commodities brasileiras no mercado internacional. Produtores estão reavaliando estratégias de comercialização, aguardando um possível ponto de inflexão no mercado.

📌 Fonte: IMEA e Agência Safras & Mercado
Algodão📅 06/07/2026 · 04h56

Cotonicultores de Campo Novo do Parecis iniciam desponte químico para próxima safra

Mesmo na entressafra, produtores de algodão de Campo Novo do Parecis já trabalham no manejo de soqueira, focando na sanidade e no controle de pragas para a safra futura.

A cultura do algodão, que exige um planejamento contínuo, já movimenta os campos de Campo Novo do Parecis com o desponte químico. Esta prática, realizada no período de entressafra, é fundamental para o controle de plantas voluntárias e a redução do inóculo de pragas e doenças, em especial o bicudo-do-algodoeiro. Os cotonicultores estão aplicando herbicidas para a dessecação das soqueiras remanescentes da safra anterior, em conformidade com o vazio sanitário do algodão, que busca quebrar o ciclo biológico de pragas. A janela de aplicação está sendo rigorosamente seguida para evitar problemas futuros. A Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (AMPA) reforça a importância da adesão à prática para garantir a sanidade da cultura e a produtividade das próximas safras. A meta é manter o status fitossanitário elevado da cotonicultura mato-grossense.

📌 Fonte: Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (AMPA)
Milho📅 06/07/2026 · 04h56

Colheita do milho safrinha em Sorriso atinge 95% com produtividade média recorde

O município de Sorriso, capital nacional do agronegócio, praticamente encerra a colheita do milho safrinha 2026 com excelente rendimento.

A colheita do milho safrinha 2026 em Sorriso, Mato Grosso, está em fase final, com 95% da área colhida até o momento. Os dados preliminares apontam para uma produtividade média que supera as expectativas iniciais, chegando a 115 sacas por hectare, um recorde para a região. Apesar dos desafios climáticos pontuais, como um veranico em maio, as chuvas de junho foram cruciais para a granação final. A qualidade do grão também tem sido elogiada pelos compradores, o que pode influenciar positivamente os preços locais. Os agricultores agora focam na logística de armazenamento e escoamento, aproveitando a capacidade dos silos e o planejamento antecipado para evitar gargalos. A expectativa é que o milho safrinha de Sorriso contribua significativamente para a produção total do estado.

📌 Fonte: Sindicato Rural de Sorriso
Soja📅 06/07/2026 · 04h56

Produtores de Primavera do Leste intensificam análises de solo para safra 26/27

Agricultores da região se preparam para o planejamento nutricional da próxima safra de soja, visando otimização de custos e produtividade.

Com a entressafra consolidada, os produtores rurais de Primavera do Leste estão focando na etapa crucial de análise de solo. A medida preventiva visa otimizar o uso de corretivos e fertilizantes para a safra de soja 2026/2027, que terá seu plantio a partir de setembro. Técnicos agrícolas alertam para a importância de monitorar os níveis de nutrientes e pH do solo, especialmente após um ciclo de alta produtividade que pode ter exaurido certos elementos. A expectativa é reduzir em até 10% os custos com insumos através de uma aplicação mais precisa. Cooperativas locais, como a Coacen, têm promovido workshops sobre agricultura de precisão, incentivando o uso de tecnologias para mapeamento e recomendação de insumos. A estratégia busca garantir a sustentabilidade e a rentabilidade da sojicultura mato-grossense.

📌 Fonte: Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA)
Domingo, 5 de Julho de 2026
Política📅 05/07/2026 · 04h56

Novo Plano Safra 2026/2027: Governo Federal Anuncia R$ 480 Bilhões e Novas Condições de Crédito

O Governo Federal lança o Plano Safra 2026/2027 com um aporte de R$ 480 bilhões e novas condições de financiamento para produtores rurais, gerando expectativas em Mato Grosso.

O Governo Federal anunciou, em Brasília, o novo Plano Safra 2026/2027, que disponibilizará um montante recorde de R$ 480 bilhões para financiamento da agropecuária brasileira. Desse total, R$ 360 bilhões serão destinados a linhas de custeio e comercialização, enquanto R$ 120 bilhões serão para investimentos, com foco em agricultura de baixo carbono e inovação tecnológica. As novas condições de crédito incluem taxas de juros levemente reajustadas em comparação ao ano anterior, mas ainda consideradas atrativas, especialmente para pequenos e médios produtores. Houve também uma ampliação do limite de financiamento para programas como o ABC+ (Agricultura de Baixo Carbono), visando incentivar práticas sustentáveis e a adoção de tecnologias que reduzam a emissão de gases de efeito estufa. Em Mato Grosso, a notícia foi recebida com otimismo pelo setor produtivo. A expectativa é que o acesso a essas linhas de crédito facilite o planejamento e a aquisição de insumos para a próxima safra, que se inicia nos próximos meses. Representantes do agronegócio de Cuiabá já articulam com as instituições financeiras para agilizar a liberação dos recursos e orientar os produtores sobre as melhores opções de financiamento.

📌 Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA)
Manejo📅 05/07/2026 · 04h56

Produtores de Querência Intensificam Manejo de Solo Contra Nematoides na Entressafra

Agricultores de Querência adotam rotação de culturas e práticas de manejo integrado para combater nematoides e melhorar a saúde do solo, visando a próxima safra.

Em Querência, no nordeste de Mato Grosso, a entressafra é o período ideal para intensificar as práticas de manejo do solo, especialmente no combate aos nematoides, que representam uma das maiores ameaças à produtividade das lavouras de soja. Produtores estão investindo em rotação de culturas com plantas não hospedeiras ou antagonistas, como crotalárias e milheto, para quebrar o ciclo desses parasitas. Além da rotação, a aplicação de produtos biológicos, como nematicidas à base de fungos e bactérias benéficas, tem ganhado espaço. Essa abordagem busca reduzir a população de nematoides no solo de forma sustentável, diminuindo a dependência de defensivos químicos e promovendo um ambiente mais equilibrado para as raízes das culturas. A análise de solo e o mapeamento de áreas infestadas são ferramentas cruciais nesse processo, permitindo que os agricultores apliquem as estratégias de manejo de forma mais localizada e eficiente. O objetivo é assegurar a sanidade do solo para a próxima safra de soja, garantindo o máximo potencial produtivo das lavouras.

📌 Fonte: Embrapa Agrossilvipastoril / Produtores Locais
Clima📅 05/07/2026 · 04h56

Previsões Climáticas Apontam para Retorno do La Niña na Safra 26/27, Preocupando Produtores de Rondonópolis

Modelos meteorológicos indicam a volta do fenômeno La Niña para a próxima safra de verão, despertando alertas para produtores de Rondonópolis sobre irregularidade de chuvas.

As últimas atualizações dos modelos meteorológicos de longo prazo estão acendendo um alerta entre os produtores rurais de Rondonópolis e região, no sudeste mato-grossense. As projeções indicam uma alta probabilidade do retorno do fenômeno La Niña para a safra de verão 2026/2027, o que historicamente está associado a regimes de chuvas irregulares e volumes abaixo da média no centro-oeste do Brasil. Embora seja cedo para cravar um prognóstico definitivo, a possibilidade de um La Niña mais intenso preocupa os agricultores, especialmente após os desafios hídricos enfrentados em safras recentes. A irregularidade das chuvas pode impactar diretamente o calendário de plantio da soja, bem como o desenvolvimento inicial das culturas, exigindo um planejamento ainda mais rigoroso. Especialistas em agrometeorologia recomendam que os produtores comecem a considerar estratégias de mitigação, como a escolha de cultivares com ciclos mais curtos e maior tolerância a estresses hídricos, além de intensificar o manejo do solo para otimizar a retenção de umidade. O monitoramento contínuo das previsões será crucial nos próximos meses.

📌 Fonte: Climatempo / INMET
Mercado⭐ Destaque📅 05/07/2026 · 04h56

Dólar em Alta e Cenário Global Pressionam Futuros da Soja na CBOT e Afetam Expectativas em MT

O dólar em ascensão e as incertezas macroeconômicas globais impactam negativamente os preços futuros da soja na Bolsa de Chicago, gerando cautela entre os produtores mato-grossenses.

O mercado de commodities agrícolas tem sido fortemente influenciado pela valorização do dólar frente ao real e pelo cenário macroeconômico global, que aponta para uma possível desaceleração. Na Bolsa de Chicago (CBOT), os contratos futuros da soja para os vencimentos de novembro de 2026 (referência para a próxima safra brasileira) registraram quedas consecutivas nos últimos dias, operando abaixo de US$ 11,50 por bushel. Essa tendência de baixa na CBOT, combinada com a moeda americana forte, tem gerado apreensão entre os produtores de Mato Grosso, que já começam a planejar a safra 2026/2027. A expectativa de margens mais apertadas para o próximo ciclo de soja, impulsionada pelos altos custos de insumos e pela flutuação dos preços, leva a uma postura mais conservadora nas negociações antecipadas. Especialistas do setor alertam para a necessidade de os agricultores monitorarem de perto as cotações e as notícias econômicas. A volatilidade do mercado exige estratégias de comercialização mais sofisticadas, como o uso de opções e contratos a termo, para mitigar os riscos e garantir a rentabilidade da produção na maior região produtora do país.

📌 Fonte: Consultoria Safras & Mercado
Algodão📅 05/07/2026 · 04h56

Colheita do Algodão em Campo Novo do Parecis Acelera, Foco na Qualidade da Pluma

A colheita do algodão em Campo Novo do Parecis avança rapidamente, com produtores vigilantes para manter a qualidade da pluma em face da umidade.

Em Campo Novo do Parecis, um dos maiores polos produtores de algodão de Mato Grosso, a colheita da safra 2025/2026 está em ritmo acelerado, ultrapassando 30% das áreas cultivadas neste mês de julho. As primeiras análises indicam uma pluma de excelente qualidade, com bom índice de fibra e resistência, confirmando as expectativas iniciais dos cotonicultores. No entanto, a preocupação com a umidade relativa do ar tem mantido os produtores em alerta. A janela ideal para a colheita do algodão é crucial para evitar perdas de qualidade e garantir o bom rendimento das máquinas colhedoras. A gestão do ponto de colheita e o rápido descarregamento para as algodoeiras são essenciais para preservar as características da fibra. A produtividade por hectare tem se mantido dentro da média esperada, com algumas fazendas reportando rendimentos acima de 300 arrobas por hectare. O setor aguarda ansiosamente pelos resultados finais para consolidar a posição de Mato Grosso como líder na produção de algodão de alta qualidade no Brasil.

📌 Fonte: AMPA (Associação Mato-Grossense dos Produtores de Algodão)
Milho📅 05/07/2026 · 04h56

Colheita da Safrinha de Milho em Sapezal Atinge 85% com Boas Produtividades, mas Preços Preocupam

Sapezal registra 85% da colheita do milho safrinha concluída, com produtividades satisfatórias, mas o escoamento e os preços estão em baixa.

A colheita da segunda safra de milho em Sapezal, no oeste de Mato Grosso, alcançou a marca de 85% das lavouras até o início de julho. Apesar de alguns desafios climáticos no início do ciclo, as produtividades médias estão se mostrando satisfatórias, com relatos de fazendas superando 100 sacas por hectare em áreas bem manejadas. A qualidade dos grãos colhidos também tem sido um ponto positivo. Contudo, o cenário para a comercialização do milho não é dos mais animadores. Os preços do cereal no mercado interno estão em queda, pressionados pela oferta abundante de Mato Grosso e pela volatilidade do câmbio. A saca de 60kg tem sido negociada abaixo dos R$ 45,00 em algumas regiões, impactando a rentabilidade dos produtores. Os desafios logísticos também persistem, com a capacidade de armazenagem e o transporte ainda sendo gargalos significativos para o escoamento da produção. Muitos agricultores optam por armazenar parte da safra à espera de melhores preços no futuro, mas isso implica custos adicionais e riscos inerentes ao armazenamento.

📌 Fonte: IMEA (Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária)
Soja📅 05/07/2026 · 04h56

Produtores de Sorriso Se Preparam para o Plantio da Safra 26/27 com Foco em Sustentabilidade

Agricultores de Sorriso intensificam o preparo do solo e a negociação de sementes, visando maior sustentabilidade na próxima safra de soja.

Com a entressafra em pleno curso, os produtores de soja em Sorriso, no médio-norte de Mato Grosso, já direcionam seus esforços para a safra 2026/2027. O foco principal tem sido no manejo do solo, com a intensificação de práticas como a correção de acidez e a adubação de cobertura, visando otimizar o ambiente para o próximo plantio. A negociação de sementes também está aquecida, com os agricultores buscando variedades de alta produtividade e tolerância a pragas e doenças específicas da região. Há um movimento notável em direção a cultivares que permitam uma janela de plantio mais flexível e um ciclo que se adapte melhor à janela ideal para o milho safrinha subsequente. A sustentabilidade tem sido um tema central, com muitos produtores explorando a rotação de culturas, especialmente com gramíneas, para melhorar a estrutura do solo e reduzir a dependência de defensivos químicos. A expectativa é iniciar o plantio assim que as chuvas regulares retornarem, geralmente a partir de setembro.

📌 Fonte: Sindicato Rural de Sorriso