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📰 Jornal do Produtor Rural — MT Quarta-feira, 3 de Junho de 2026 19 notícias acumuladas
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Manejo

19 notícias
🟢 Hoje — Quarta-feira, 3 de Junho de 2026
Manejo📅 03/06/2026 · 04h31

Manejo integrado de pragas ganha força na cultura do algodão em Campo Verde

Produtores de algodão em Campo Verde estão intensificando a adoção do Manejo Integrado de Pragas (MIP) para otimizar o controle e reduzir o uso de defensivos, visando sustentabilidade e rentabilidade.

Com a colheita do algodão se aproximando de seu pico, produtores de Campo Verde, uma das principais regiões cotonicultoras de Mato Grosso, estão reforçando as estratégias de Manejo Integrado de Pragas (MIP). A prática visa não apenas o controle eficaz de insetos-praga, como o bicudo e a lagarta-da-maçã, mas também a redução da dependência de defensivos químicos, promovendo a sustentabilidade da produção.

O MIP envolve uma série de técnicas, incluindo o monitoramento constante das lavouras para identificação precoce de infestações, o uso de inimigos naturais das pragas, a rotação de culturas e a aplicação de defensivos apenas quando estritamente necessário e de forma localizada. Este ano, a incidência de algumas pragas secundárias foi um pouco maior em certas áreas, o que exigiu um acompanhamento ainda mais rigoroso por parte dos agrônomos e técnicos agrícolas.

Segundo especialistas da Embrapa, a adoção do MIP pode gerar uma economia significativa nos custos de produção, que pode chegar a 15% em defensivos, além de contribuir para a saúde do solo e a biodiversidade. A AMPA tem incentivado a disseminação dessas práticas entre seus associados, oferecendo treinamentos e suporte técnico para que os produtores possam implementar o manejo de forma eficiente e sustentável, garantindo a qualidade da pluma mato-grossense.

📌 Fonte: EMBRAPA / AMPA
Terça-feira, 2 de Junho de 2026
Manejo📅 02/06/2026 · 04h31

Manejo Pós-Colheita do Algodão Exige Atenção Redobrada para Evitar Perdas e Garantir Qualidade

Com o início da colheita do algodão, o manejo pós-colheita torna-se crucial para preservar a qualidade da fibra e otimizar a rentabilidade dos cotonicultores mato-grossenses.

À medida que as colheitadeiras avançam pelas lavouras de algodão em Mato Grosso, o foco dos produtores se volta para o manejo pós-colheita, uma etapa decisiva para a manutenção da qualidade da fibra. Especialistas da Embrapa e da AMPA ressaltam a importância de práticas como a correta regulagem das máquinas, o transporte adequado da pluma e o armazenamento temporário em condições ideais, antes do beneficiamento nas algodoeiras.

A umidade da pluma no momento da colheita é um fator crítico. Colher com umidade excessiva pode levar à proliferação de microrganismos e ao amarelamento da fibra, enquanto a colheita com pluma muito seca aumenta a quebra de fibras e a presença de impurezas. O uso de desfolhantes e maturadores no momento correto é fundamental para uniformizar a abertura dos capulhos e garantir a umidade ideal para a colheita mecânica.

Além disso, a limpeza e manutenção dos equipamentos de colheita e transporte são essenciais para evitar a contaminação da pluma com resíduos de outras culturas ou sujeira, o que poderia desvalorizar o produto final. O investimento em treinamento de equipes e a adoção de tecnologias de monitoramento da qualidade da fibra no campo são estratégias que vêm sendo adotadas pelos cotonicultores mais tecnificados para maximizar a rentabilidade.

📌 Fonte: Embrapa e AMPA
Segunda-feira, 1 de Junho de 2026
Manejo📅 01/06/2026 · 04h31

Manejo integrado de pragas é intensificado no algodão pós-colheita em Campo Verde

Produtores de Campo Verde estão intensificando o manejo integrado de pragas nas áreas de algodão após a colheita, com foco na destruição de soqueiras e no controle do bicudo, visando a próxima safra.

Com a colheita do algodão em andamento, o foco dos cotonicultores de Campo Verde se volta para o manejo pós-colheita, uma etapa crucial para garantir a sanidade da lavoura na próxima safra. A destruição de soqueiras e o controle do bicudo-do-algodoeiro (Anthonomus grandis) são as prioridades, conforme as diretrizes do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (INDEA-MT).

A destruição das soqueiras, que são os restos culturais do algodoeiro, é fundamental para quebrar o ciclo de vida de pragas e doenças, em especial o bicudo, que pode hibernar nessas estruturas e ressurgir com força no próximo plantio. A prática deve ser realizada dentro do prazo estabelecido pelo calendário fitossanitário estadual, que estipula o vazio sanitário para o algodão.

Além da destruição das soqueiras, o monitoramento e o controle químico estratégico são empregados para reduzir a população do bicudo. A EMBRAPA destaca a importância da rotação de culturas e do uso de variedades resistentes como parte de um manejo integrado, visando a sustentabilidade e a redução da dependência de defensivos agrícolas.

📌 Fonte: INDEA-MT
Domingo, 31 de Maio de 2026
Manejo📅 31/05/2026 · 04h31

INDEA alerta para manejo integrado de pragas no algodão em fase de colheita

O INDEA-MT reforça a importância do manejo integrado de pragas, especialmente do bicudo, para garantir a qualidade da fibra de algodão e evitar perdas significativas durante a fase de colheita na região de Campo Verde.

Com o início da colheita do algodão 2025/26 em Mato Grosso, o Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (INDEA-MT) emite um alerta aos produtores sobre a continuidade do manejo integrado de pragas (MIP), mesmo nas fases finais da cultura. A atenção é redobrada para o bicudo do algodoeiro (Anthonomus grandis) e outras pragas tardias que podem comprometer a qualidade da fibra e a produtividade, especialmente em áreas como Campo Verde e Primavera do Leste.

Apesar de a fase de maior vulnerabilidade ter passado, a presença de pragas no campo durante a colheita pode gerar danos diretos à fibra ou dificultar as operações das colheitadeiras. O INDEA-MT ressalta a necessidade de seguir as recomendações técnicas, utilizando produtos registrados e monitorando constantemente as lavouras para tomadas de decisão assertivas, evitando aplicações desnecessárias que aumentem custos e impactem o meio ambiente.

Além do controle de pragas, o Instituto enfatiza a importância da destruição de soqueiras após a colheita, uma medida fitossanitária crucial para quebrar o ciclo de vida do bicudo e de outras pragas e doenças, prevenindo infestações na próxima safra. O cumprimento rigoroso do calendário de vazio sanitário é fundamental para a sustentabilidade da cotonicultura mato-grossense.

📌 Fonte: INDEA-MT (Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso)
Sábado, 30 de Maio de 2026
Manejo📅 30/05/2026 · 04h31

Manejo Integrado de Pragas e Doenças Essencial para a Qualidade da Fibra do Algodão em MT

Com a colheita do algodão em andamento, o INDEA-MT e a EMBRAPA reforçam a importância do manejo integrado de pragas e doenças para assegurar a qualidade da fibra e a sanidade das lavouras em Mato Grosso.

À medida que a colheita do algodão ganha força em Mato Grosso, especialmente em regiões como Sapezal e Campo Novo do Parecis, o Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (INDEA-MT) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) alertam para a importância de manter as práticas de manejo integrado de pragas e doenças. Mesmo na fase final do ciclo, a atenção a esses aspectos é crucial para garantir a qualidade da fibra e evitar a proliferação de focos para as próximas safras.

A mosca-branca e o bicudo do algodoeiro continuam sendo as principais preocupações. Embora o uso de defensivos seja reduzido na fase final, o monitoramento constante e a adoção de medidas preventivas, como a destruição de soqueiras após a colheita, são essenciais. A EMBRAPA reforça que a rotação de culturas e o uso de variedades resistentes também são ferramentas poderosas para mitigar a pressão de pragas e doenças a longo prazo, contribuindo para a sustentabilidade da cotonicultura mato-grossense.

O INDEA-MT, por sua vez, tem intensificado as fiscalizações para garantir o cumprimento das normas fitossanitárias, especialmente no que tange à destruição de soqueiras e ao vazio sanitário, fundamental para quebrar o ciclo de vida de pragas. A conscientização e a colaboração dos produtores são vistas como pilares para a manutenção da sanidade vegetal no estado, protegendo a produtividade e a rentabilidade da cultura do algodão.

📌 Fonte: INDEA-MT / EMBRAPA
Sexta-feira, 29 de Maio de 2026
Manejo📅 29/05/2026 · 22h00

Manejo Integrado de Pragas Crucial para a Sanidade do Algodão em Colheita

Com o início da colheita do algodão, o manejo integrado de pragas, especialmente o bicudo-do-algodoeiro, permanece como prioridade para garantir a qualidade da fibra e evitar perdas significativas em fazendas de Rondonópolis e Nova Mutum.

O início da colheita do algodão em Mato Grosso reforça a importância contínua do Manejo Integrado de Pragas (MIP) para garantir a sanidade da lavoura e a qualidade da fibra. Mesmo com a cultura em fase de maturação e abertura de maçãs, a pressão de pragas como o bicudo-do-algodoeiro (Anthonomus grandis) e lagartas desfolhadoras ainda exige atenção redobrada dos cotonicultores nas regiões de Rondonópolis e Nova Mutum.

A estratégia de MIP, que combina monitoramento constante, uso de variedades resistentes, controle biológico e aplicação racional de defensivos, tem se mostrado eficaz na redução da incidência de pragas e na minimização do impacto ambiental. De acordo com pesquisadores da EMBRAPA Algodão, a adoção do MIP pode levar a uma redução de 10% a 15% no uso de inseticidas em comparação com sistemas convencionais, sem comprometer a produtividade.

Para o período pós-colheita, a recomendação é intensificar a destruição dos restos culturais o mais rápido possível. Essa prática é fundamental para quebrar o ciclo de vida das pragas, especialmente o bicudo, e reduzir o inóculo para a próxima safra. A rotação de culturas e o vazio sanitário são ferramentas adicionais que complementam o manejo e promovem a sustentabilidade do sistema produtivo do algodão.

📌 Fonte: EMBRAPA Algodão
Manejo📅 29/05/2026 · 04h31

Produtores de Nova Mutum Investem em Manejo Integrado para Reduzir Perdas na Safrinha

Diante da pressão de pragas como a cigarrinha do milho, produtores de Nova Mutum intensificam o manejo integrado de pragas (MIP), combinando tecnologias de sementes e aplicações foliares para proteger a safrinha.

A preocupação com pragas e doenças tem levado produtores de Nova Mutum a aprimorar suas estratégias de manejo na safrinha de milho 2025/26. A cigarrinha do milho (Dalbulus maidis), vetor de doenças como o enfezamento, continua sendo uma ameaça constante. "Não podemos descuidar. Começamos com sementes tratadas e monitoramento constante, realizando aplicações em momentos estratégicos para controlar a população da cigarrinha", explica Carlos Almeida, produtor da região. O uso de drones para monitoramento e aplicação localizada tem se mostrado uma ferramenta eficaz no combate a pragas e na otimização do uso de defensivos. Além disso, a rotação de culturas e o manejo de plantas daninhas na entressafra são práticas cada vez mais adotadas para reduzir o banco de sementes e hospedeiros alternativos, visando a sustentabilidade e a redução de custos a longo prazo.

📌 Fonte: AGRONEWS MT / Fundação MT / SENAR-MT
Quinta-feira, 28 de Maio de 2026
Manejo📅 28/05/2026 · 04h31

Desafios no Manejo Pós-Colheita e Preparo Para a Safra 2026/27 Preocupam Produtores de MT

Com a colheita em andamento, produtores mato-grossenses já se preocupam com o manejo de pragas e doenças, bem como com a nutrição do solo para a próxima safra de soja, buscando otimizar a produtividade e rentabilidade.

A transição entre safras em Mato Grosso traz à tona a importância do manejo eficiente para a sustentabilidade da produção. Com a colheita de milho e algodão em fase avançada e a soja já armazenada, a atenção se volta para o controle de plantas daninhas resistentes e a manutenção da fertilidade do solo. Produtores de Água Boa e Canarana relatam aumento da pressão de algumas plantas daninhas, exigindo rotação de princípios ativos e maior investimento em tecnologias de aplicação. 'O controle químico é uma parte fundamental, mas estamos buscando estratégias integradas, incluindo cobertura de solo e rotação de culturas, para garantir a saúde do solo e a eficiência dos defensivos,' afirma um consultor agrícola de Barra do Garças. Além disso, a análise de solo para a definição do plano de adubação da safra 2026/27 já está sendo intensificada, visando corrigir deficiências e maximizar o potencial produtivo das áreas, especialmente após o alto consumo de nutrientes da safra 2025/26. O manejo de pragas como o percevejo e a lagarta também segue sob vigilância constante, mesmo em áreas de pousio.

📌 Fonte: Consultores Agrícolas, Empresas de Insumos, Produtores
Quarta-feira, 27 de Maio de 2026
Manejo📅 27/05/2026 · 09h43

Manejo Integrado de Pragas é Essencial Contra Spodoptera Frugiperda na Safrinha de Milho em Sapezal

A pressão da lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) exige atenção redobrada e manejo integrado em Sapezal para evitar perdas na colheita do milho safrinha.

Com o avanço da colheita do milho safrinha em Sapezal, a atenção dos produtores se volta para a fase final do ciclo, onde a praga da lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) ainda representa uma ameaça significativa. Apesar da maioria das lavouras estarem em fase de enchimento de grãos ou maturação, a persistência de focos da praga exige um manejo integrado e monitoramento constante. 'Muitas vezes, a pressão populacional da Spodoptera diminui, mas não desaparece por completo. É crucial continuar o monitoramento e, se necessário, realizar aplicações localizadas, priorizando produtos com diferentes modos de ação para evitar a resistência', alerta a agrônoma Patrícia Brandão, consultora técnica na região. A rotação de culturas e o uso de sementes com tecnologia Bt continuam sendo pilares importantes na estratégia de controle para a próxima safra, mas o manejo preventivo e curativo neste final de ciclo é determinante para proteger a produtividade já garantida.

📌 Fonte: Fundação MT, Consultores Agrícolas, EMBRAPA
Manejo📅 27/05/2026 · 09h40

Produtores de Campo Verde Investem em Rotação de Culturas para Combater Nematoides na Soja

Com a colheita do algodão em andamento, produtores de Campo Verde intensificam o planejamento da rotação de culturas para a próxima safra de soja, focando no controle de nematoides e na melhoria da saúde do solo.

A importância da rotação de culturas tem ganhado destaque em Mato Grosso, especialmente em regiões com histórico de problemas com nematoides, como Campo Verde. Após a colheita do algodão, que oferece uma excelente opção para quebrar o ciclo de pragas da soja, os agricultores estão se preparando para o plantio da oleaginosa no segundo semestre. "A rotação com algodão, milho e, em alguns casos, braquiária, é fundamental para reduzir a população de nematoides e melhorar a estrutura do solo", afirma o engenheiro agrônomo Carlos Oliveira, consultor na região. Muitos produtores também estão investindo em análises de solo detalhadas para identificar as espécies de nematoides presentes e planejar as estratégias de controle mais eficazes, que podem incluir o uso de variedades resistentes de soja e produtos biológicos. "A sanidade do solo é a base para altas produtividades. Sem um bom manejo, o custo de controle aumenta muito e os rendimentos caem", complementa Oliveira.

📌 Fonte: Consultores Agronômicos, Produtores Rurais
Manejo📅 27/05/2026 · 09h03

Manejo de Resíduos do Milho Safrinha Essencial para a Saúde do Solo em Sapezal

Em Sapezal, a correta gestão dos resíduos da colheita do milho safrinha é vital para manter a matéria orgânica e a fertilidade do solo, preparando-o para a próxima safra.

Com a colheita do milho safrinha em pleno vapor na região de Sapezal, um dos maiores produtores de grãos e fibras do estado, o manejo dos resíduos culturais ganha importância estratégica. Técnicos da Empresa Mato-Grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) e agrônomos locais enfatizam a necessidade de manter a palhada do milho na superfície do solo. Essa prática, fundamental para o sistema de plantio direto, ajuda a proteger o solo contra a erosão, a reduzir a amplitude térmica, a conservar a umidade e a promover o incremento de matéria orgânica. Além disso, a decomposição da palhada libera nutrientes gradualmente, contribuindo para a fertilidade do solo e reduzindo a necessidade de fertilizantes na próxima safra de soja. Produtores que adotam boas práticas de manejo de resíduos têm reportado melhor desempenho de suas lavouras e maior sustentabilidade a longo prazo.

📌 Fonte: Empaer, Consultorias Agronômicas Locais
Manejo📅 27/05/2026 · 09h01

Desafios no manejo de pragas e doenças exigem novas estratégias em Campo Verde

Produtores de Campo Verde enfrentam crescentes desafios com a resistência de pragas e doenças, exigindo a adoção de novas tecnologias e a rotação de culturas para garantir a sustentabilidade e produtividade das lavouras.

A pressão de pragas como a Spodoptera frugiperda (lagarta-do-cartucho) no milho e a Helicoverpa armigera no algodão continua sendo um desafio constante para os agricultores de Campo Verde. Além disso, a incidência de doenças como a ferrugem asiática na soja, mesmo após a colheita, e doenças foliares no milho safrinha exige um manejo fitossanitário cada vez mais integrado e eficiente. Relatos de falhas no controle com produtos tradicionalmente utilizados têm aumentado, indicando um avanço da resistência. "Não dá mais para usar sempre o mesmo grupo químico. Precisamos rotacionar princípios ativos, usar refúgio para pragas e investir em biodefensivos e manejo cultural", afirma o consultor agrônomo Marcos Vinícius, que atua na região. A rotação de culturas, com a inclusão de braquiária e crotalária, tem sido uma ferramenta importante para quebrar o ciclo de pragas e doenças e melhorar a saúde do solo, garantindo a sustentabilidade das próximas safras.

📌 Fonte: Fundação MT, Consultores Agrônomos, Produtores de Campo Verde.
Manejo📅 27/05/2026 · 08h59

Pesquisadores Focam em Manejo Integrado de Pragas Pós-Colheita de Milho em Tangará da Serra

Com a colheita do milho safrinha avançando, a atenção dos produtores em Tangará da Serra se volta para o manejo de pragas pós-colheita, especialmente a cigarrinha do milho (Dalbulus maidis), visando evitar a proliferação para futuras lavouras.

A Embrapa, em parceria com cooperativas e sindicatos rurais de Tangará da Serra, está intensificando as orientações sobre o manejo integrado de pragas após a retirada do milho dos campos. A cigarrinha do milho, vetor de doenças como o enfezamento, continua sendo uma grande preocupação para a região, com relatos de focos em algumas áreas. 'A destruição da palhada logo após a colheita e o vazio sanitário para o milho são medidas cruciais para quebrar o ciclo da praga e reduzir a fonte de inóculo para a próxima safra', afirma o pesquisador da Embrapa, Dr. Marcos Vinícius Toledo. Além disso, a rotação de culturas com espécies não hospedeiras, como braquiárias e outras gramíneas forrageiras, é incentivada para reduzir a população da praga no solo e manter a saúde do ecossistema. A conscientização e a adoção de tecnologias de monitoramento são fundamentais para garantir a sustentabilidade da produção de milho no médio e longo prazo na região.

📌 Fonte: Embrapa Agrossilvipastoril, Sindicato Rural de Tangará da Serra
Manejo📅 27/05/2026 · 04h31

Manejo Integrado de Pragas Ganha Destaque em Querência para Próxima Safra de Soja

Produtores de Querência, MT, investem em estratégias de Manejo Integrado de Pragas (MIP) para a safra 26/27 de soja, buscando reduzir custos com defensivos e aumentar a sustentabilidade da produção frente à resistência de insetos.

Com a experiência das últimas safras, que registraram desafios crescentes no controle de pragas como a mosca-branca e o percevejo, produtores de Querência, no Vale do Araguaia, estão intensificando a adoção do Manejo Integrado de Pragas (MIP) para a safra de soja 2026/2027. O MIP, que combina monitoramento constante, uso de controle biológico e rotação de culturas, visa reduzir a dependência de defensivos químicos e combater a resistência de pragas. 'A sustentabilidade e a redução de custos são prioridades. O MIP nos permite aplicar defensivos de forma mais assertiva e em menor volume, protegendo o meio ambiente e o bolso', explica o produtor rural Marcos Almeida. As consultorias agrícolas da região promovem treinamentos e dias de campo, mostrando a eficiência do monitoramento e da tomada de decisão baseada em dados, contribuindo para uma agricultura mais resiliente e eficiente.

📌 Fonte: EMATER-MT, Consultorias Agrícolas Locais
Terça-feira, 26 de Maio de 2026
Manejo📅 26/05/2026 · 04h31

Desafios no Manejo da Spodoptera Frugiperda na Safrinha de Milho Demandam Monitoramento Constante

A lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) continua sendo um dos principais desafios fitossanitários na safrinha de milho em Mato Grosso, exigindo monitoramento intensivo e estratégias de manejo integrado.

Mesmo com a colheita avançando, a lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) permanece como uma preocupação constante para os produtores de milho que ainda têm lavouras em fases de desenvolvimento mais tardias ou naquelas onde o ataque foi mais severo. Em municípios como Nova Mutum e Tapurah, onde o milho é uma cultura fundamental, a pressão da praga exigiu a aplicação de defensivos específicos. Pesquisadores da Embrapa alertam para a importância do manejo integrado de pragas (MIP), combinando variedades Bt, rotação de culturas e o uso racional de inseticidas, para evitar a seleção de populações resistentes e minimizar perdas de produtividade, que podem chegar a 40% em casos de infestação não controlada. O monitoramento contínuo das lavouras é crucial para identificar a presença da praga e tomar decisões assertivas sobre o controle.

📌 Fonte: Embrapa Milho e Sorgo, Imea
Segunda-feira, 25 de Maio de 2026
Manejo📅 25/05/2026 · 04h31

Produtores de MT Investem em Manejo Pós-Colheita e Tecnologias de Agricultura de Precisão para Próximas Safras

Com a colheita em andamento, produtores de Querência e Nova Mutum já planejam o manejo pós-safra, com foco em rotação de culturas, adubação de cobertura e adoção de ferramentas de agricultura de precisão para otimizar os resultados futuros.

Querência, MT – Em meio à colheita do milho e algodão, a mente dos produtores rurais de Mato Grosso já está voltada para o futuro. O manejo pós-colheita e o planejamento para as próximas safras ganham destaque, com foco na sustentabilidade e aumento da produtividade. Em Querência, a rotação de culturas com braquiária e crotalária está sendo intensificada para aprimorar a saúde do solo e o controle de nematoides. Já em Nova Mutum, a adoção de tecnologias de agricultura de precisão, como mapeamento de fertilidade via drones e máquinas com taxa variável, tem se popularizado. 'A tecnologia nos permite ser mais eficientes, aplicando insumos exatamente onde são necessários. Isso reduz custos e melhora a produtividade a longo prazo', explica Roberto Silva, engenheiro agrônomo e consultor na região de Nova Mutum. A preocupação com a resistência de pragas e doenças também impulsiona a busca por novas formulações de defensivos e estratégias de manejo integrado, visando a resiliência das lavouras em cenários futuros.

📌 Fonte: Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato)
Domingo, 24 de Maio de 2026
Manejo📅 24/05/2026 · 04h31

Investimento em Manejo de Solo Pós-Colheita ganha força em Tangará da Serra para a safra 2026/2027

Produtores de Tangará da Serra intensificam práticas de manejo de solo e uso de culturas de cobertura para garantir a fertilidade e sustentabilidade das próximas lavouras.

Com a colheita do milho e algodão em fase final, o foco dos produtores de Tangará da Serra se volta para o manejo do solo e o planejamento da safra 2026/2027. A adoção de práticas como a rotação de culturas, plantio direto e o uso de culturas de cobertura, como braquiária e crotalária, tem crescido exponencialmente. Segundo agrônomos da região, essas técnicas são cruciais para a recuperação da matéria orgânica, fixação de nitrogênio e controle de nematoides, além de auxiliar na conservação da umidade do solo, um fator crítico para a próxima semeadura da soja. O engenheiro agrônomo Carlos Eduardo Mota, da Cooperativa Agropecuária de Tangará da Serra, destaca que 'investir no solo é investir no futuro da lavoura, garantindo produtividade e reduzindo a dependência de insumos químicos a longo prazo'. Há um movimento crescente de conscientização sobre a importância da sustentabilidade e da saúde do solo como pilares da produtividade contínua.

📌 Fonte: Cooperativa Agropecuária de Tangará da Serra, Agrônomos locais
Sábado, 23 de Maio de 2026
Manejo📅 23/05/2026 · 04h31

Tecnologia de Manejo Integrado de Pragas Essencial na Safra 2025/26 de Milho e Algodão em MT

Produtores de Campo Verde e Querência investem em Manejo Integrado de Pragas (MIP) para garantir a produtividade e qualidade do milho safrinha e algodão, combatendo a Helicoverpa armigera e a Spodoptera frugiperda.

Em meio à colheita da safra 2025/2026 de milho e algodão, o manejo integrado de pragas (MIP) provou ser uma estratégia crucial para a rentabilidade dos produtores mato-grossenses. Em Campo Verde, a incidência de Spodoptera frugiperda (lagarta-do-cartucho) no milho safrinha exigiu monitoramento constante e o uso de biodefensivos, reduzindo a dependência de produtos químicos convencionais em 30% nas áreas que adotaram o MIP. Já em Querência, o desafio no algodão foi o bicudo (Anthonomus grandis) e a Helicoverpa armigera. A combinação de armadilhas com feromônio, liberação de inimigos naturais e pulverizações pontuais permitiu manter a infestação sob controle, resultando em uma economia de até R$ 150,00 por hectare em custos com defensivos. O uso de drones para mapeamento e aplicação localizada também ganhou destaque, otimizando o manejo e a sustentabilidade das lavouras em Mato Grosso.

📌 Fonte: Jornal do Agronegócio MT
Sexta-feira, 22 de Maio de 2026
Manejo📅 22/05/2026 · 08h10

Desafios no Manejo de Pragas e Doenças do Milho Safrinha 2025/2026 em Nova Mutum

Produtores de Nova Mutum enfrentam desafios crescentes no controle da cigarrinha do milho e de doenças fúngicas, exigindo um manejo integrado e constante.

A safra de milho safrinha 2025/2026 em municípios como Nova Mutum e Lucas do Rio Verde tem exigido um manejo fitossanitário intensivo. A pressão da cigarrinha do milho (Dalbulus maidis), vetor do enfezamento, permanece alta, forçando os produtores a investirem em aplicações adicionais de inseticidas e na escolha de variedades mais tolerantes. Além disso, o aumento da incidência de doenças como a mancha branca e a ferrugem polisora tem sido notado, especialmente nas lavouras mais tardias. Agrônomos reforçam a importância do monitoramento constante, rotação de culturas, uso de sementes tratadas e aplicação de fungicidas preventivos e curativos para mitigar os impactos na produtividade, visando manter a média de produtividade acima das 100 sacas/ha.

📌 Fonte: EMPAER, Sindicato Rural de Nova Mutum